
O GARE11 comunicou a assinatura de um memorando de entendimentos para vender um portfólio de imóveis ao FII Riza Renda Imobiliária Master. A transação envolve ativos de renda urbana e logística, distribuídos em seis estados do país.
O pacote inclui unidades locadas ao Atacadão em Cuiabá, Atibaia, Campo Grande, Caraguatatuba e Lucas do Rio Verde. Também fazem parte da operação imóveis do Mix Mateus em Itabuna e Maceió, além de um ativo do Almanara em Jandira.
Segundo o comunicado, os contratos de locação dos imóveis são 100% atípicos e contam com inquilinos de elevado perfil de crédito, incluindo Grupo Carrefour e Grupo Mateus. O valor total da venda foi definido em R$ 804,4 milhões.
Como parte da estrutura da operação, o GARE11 receberá cotas subordinadas do FII Riza Master. Com isso, o fundo mantém exposição ao potencial de valorização dos ativos durante o prazo de desinvestimento do novo veículo.
A venda faz parte da estratégia de gestão ativa do portfólio, buscando reequilibrar a exposição ao Grupo Carrefour, realizar lucro acumulado e reduzir a alavancagem. Os CRIs ligados aos imóveis vendidos serão quitados com os recursos da operação, ampliando a capacidade do fundo para novas aquisições.

O GGRC11 comunicou a assinatura de um contrato para adquirir a totalidade das quotas da VFDL2 Empreendimentos Imobiliários, sociedade que detém direitos sobre um ativo logístico no Infinity Business Park, em Extrema/MG. A operação tem valor total de R$ 142,5 milhões.
O imóvel corresponde ao Galpão C do complexo, com 38.084,79 m² de ABL. Entregue em setembro de 2025, o ativo possui padrão Triple A, com pé-direito de 12,5 metros, piso com capacidade de 6 toneladas por m², sprinklers, isolamento termoacústico, pátio de manobras e docas para operações de grande porte.
Extrema é destacada como um dos principais polos logísticos do país, pela proximidade com São Paulo e pela capacidade de atender operações de armazenagem e distribuição nas regiões Sudeste e Sul. A região também reúne infraestrutura consolidada, mão de obra disponível e presença de grandes empresas.
O imóvel está 100% locado à Buiatte Transportes e Logística, operador logístico da Midea. Pela proximidade com a unidade fabril da companhia em Pouso Alegre/MG, o galpão funciona como hub estratégico de armazenagem e distribuição, especialmente para produtos voltados ao e-commerce.
O contrato de locação tem prazo de 5 anos e aluguel mensal próximo de R$ 31/m². Considerando os termos da operação, o investimento apresenta cap rate inicial estimado de 9,90% ao ano, reforçando a estratégia do fundo de ampliar a exposição a ativos logísticos de padrão institucional.

O JPMorgan Chase tem reformulado sua alta gestão e consolidado o processo de sucessão do CEO Jamie Dimon com a promoção dos executivos seniores Doug Petno e Troy Rohrbaugh aos cargos de copresidentes do maior banco dos Estados Unidos. Sob a nova estrutura, Petno assumirá a liderança exclusiva do banco corporativo e de investimentos, enquanto Rohrbaugh ficará à frente da divisão de varejo e consumo, substituindo Marianne Lake, cuja aposentadoria foi anunciada simultaneamente.
As movimentações sinalizam o afunilamento da disputa pelo comando da instituição para os próximos dois a três anos, período estimado para a transição definitiva de Dimon, que acumula uma valorização de aproximadamente 750% nas ações do banco em duas décadas de gestão.
A reconfiguração no topo da liderança atenua os riscos de governança corporativa ao conferir previsibilidade e estabilidade institucional a uma das transições mais aguardadas por Wall Street. A divisão clara de escopo entre os dois novos favoritos permite que o mercado avalie a execução operacional de ambos nas maiores linhas de receita do grupo, mitigando o prêmio de risco associado à futura saída de Dimon.
A estratégia mantém a blindagem técnica da tese de investimento no JPMorgan, garantindo a preservação da forte disciplina de capital e a continuidade da dominância de mercado da companhia frente aos seus principais pares globais.

A Braskem informou que as agências Fitch Ratings e S&P Global Ratings rebaixaram sua classificação de crédito global para C e D, respectivamente, após o ajuizamento da tutela cautelar e do processo de mediação para renegociação de sua dívida.
A companhia reforçou que as medidas possuem escopo exclusivamente financeiro e não afetam suas operações. Segundo a empresa, os compromissos com fornecedores, clientes e demais parceiros continuam sendo cumpridos normalmente, conforme os contratos vigentes.

A CSU Digital (CSUD3) aprovou a distribuição de R$ 7,1 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao segundo trimestre de 2026, equivalente a R$ 0,17 por ação.
Terão direito ao provento os investidores com posição acionária em 2 de julho de 2026. As ações passarão a ser negociadas na condição ex-JCP a partir de 3 de julho, enquanto o pagamento está previsto para 14 de julho de 2026.

A Irani (RANI3) informou que a Moody’s Local Brasil reafirmou seu rating de emissor em AA.br, além de manter a mesma classificação para sua 6ª emissão de debêntures, com perspectiva estável.
Segundo a agência, a decisão reflete a posição consolidada da companhia no mercado de papéis para embalagens e embalagens de papelão ondulado, além da diversificação de produtos e clientes, margens acima da média do setor, elevada integração operacional e forte posição de liquidez. A Moody’s também destacou a gestão conservadora da dívida, embora ressalte como fatores de atenção a escala ainda moderada da empresa e a exposição às oscilações do setor de embalagens.

Grupo Mateus (GMAT3) informou que sua controlada Armazém Mateus recebeu um auto de infração da Receita Federal no valor de R$ 1,28 bilhão, referente aos exercícios de 2022 e 2023. A autuação questiona, principalmente, a exclusão de créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do IRPJ e da CSLL.
Do valor total, R$ 492,9 milhões correspondem ao principal da cobrança e R$ 789,1 milhões a multas e juros. A companhia afirmou que, com base na avaliação de seus assessores jurídicos, entende haver fundamentos para defender sua posição e classificou a contingência como de perda possível, sem necessidade de provisão contábil neste momento.
O processo seguirá inicialmente na esfera administrativa e, se necessário, poderá ser discutido também na Justiça.

A Comcast (CMCSA) anunciou oficialmente planos para se dividir em duas empresas independentes por meio do spin-off isento de impostos de seus ativos de mídia e entretenimento, que incluem a NBCUniversal e a europeia Sky. O processo de separação, estruturado para ser concluído no prazo de aproximadamente um ano, manterá na companhia original as operações principais de conectividade de banda larga, telefonia móvel e serviços corporativos.
A nova entidade independente abrigará a plataforma de streaming Peacock, os estúdios de cinema e televisão da Universal, redes como NBC e Telemundo, além dos parques temáticos globais, com a Comcast retendo uma participação minoritária inicial de até 19,9% pelo primeiro ano pós-cisão. Reagindo de forma contundente ao anúncio, as ações da Comcast fecharam em forte alta no pregão de Nova York, registrando valorização expressiva após acumularem quedas consecutivas nos últimos meses.
O movimento reverte uma estratégia de integração vertical de 15 anos e sinaliza uma tendência de simplificação corporativa em resposta às pressões do mercado de streaming e ao declínio da TV por assinatura tradicional. Ao isolar o segmento de infraestrutura de telecomunicações — que gera fluxo de caixa previsível e forte — dos riscos e da necessidade intensiva de capital do setor de conteúdo, a cisão destrava valor de mercado oculto sob o antigo conglomerado.
Essa nova configuração garante flexibilidade estratégica e balanços patrimoniais distintos com grau de investimento para ambas as empresas operarem de forma ágil, posicionando a nova divisão de mídia como um ativo atraente para potenciais fusões ou parcerias no consolidado ecossistema de entretenimento global.

O mercado de capitais dos Estados Unidos registrou um volume recorde de US$ 251 bilhões em ofertas públicas iniciais (IPOs) e vendas de ações no primeiro semestre de 2026.
O montante, que supera o recorde histórico anterior estabelecido no mesmo período de 2021, foi impulsionado por megatransações de tecnologia e infraestrutura de inteligência artificial. Entre os principais destaques estão o IPO histórico da SpaceX, que movimentou US$ 86,2 bilhões, e uma captação subsequente de US$ 85 bilhões realizada pela Alphabet.
Esse forte fluxo de emissões reflete a sólida disposição do investidor institucional em financiar a expansão física da inteligência artificial, resultando em um retorno médio ponderado de 16% para as empresas recém-listadas no ano. O movimento sinaliza uma janela de oportunidade líquida e indica uma retomada consistente para teses de crescimento e ativos de private equity.
No entanto, a concentração de novas ofertas planejadas para o terceiro trimestre sugere que o mercado busca antecipar riscos macroeconômicos importantes na reta final do ano, como a volatilidade das eleições parlamentares americanas em novembro e a postura mais rígida do Federal Reserve em relação aos juros.

As ações da Tesla (TSLA) fecharam em forte alta nesta segunda-feira, liderando os ganhos entre as grandes empresas de tecnologia e ajudando o índice Nasdaq Composite a interromper uma sequência de cinco dias consecutivos de perdas.
O rali dos papéis da montadora foi impulsionado pelo anúncio do CEO Elon Musk sobre o início da distribuição da versão 14 do software Full Self-Driving (FSD) para os clientes, além do encerramento de uma investigação da autoridade de segurança viária dos EUA (NHTSA) sobre problemas na direção assistida de modelos de 2023.
O movimento positivo se estendeu ao setor de semicondutores, levando o ETF iShares Semiconductor (SOXX) a subir 4%, com altas expressivas de Intel, Broadcom, AMD e Nvidia.
A forte valorização da Tesla e a recuperação dos chips trazem um alívio técnico importante para o setor de tecnologia, sinalizando que o apetite por risco permanece ancorado em gatilhos de inovação e inteligência artificial, apesar das realizações recentes. Para quem acompanha o setor, o avanço do FSD reforça a tese de que o valuation da montadora depende cada vez mais de sua transição para uma empresa de tecnologia e autonomia, e não apenas de entrega de veículos.
Embora o fechamento da investigação regulatória remova um risco de cauda de curto prazo, a sustentabilidade dessa recuperação do mercado acionário ainda depende da estabilização dos juros e da confirmação de fundamentos nos próximos balanços corporativos.

A Cosan confirmou que está avaliando alternativas para sua participação na Rumo (RAIL3), incluindo uma possível venda de participação, como parte da estratégia de redução do endividamento e otimização da estrutura de capital.
A companhia informou que contratou o BTG Pactual como assessor financeiro para conduzir as análises. No entanto, ressaltou que o processo ainda está em fase inicial e que não há qualquer decisão tomada sobre uma eventual transação, nem definição sobre formato, condições ou prazo para sua realização.

A SLC Agrícola (SLCE3) exerceu seu direito de preferência para adquirir um portfólio de fazendas no Mato Grosso por R$ 1,85 bilhão. A operação envolve aproximadamente 41,2 mil hectares, dos quais 28,8 mil hectares são agricultáveis, sendo que a companhia já opera cerca de 17,6 mil hectares dessa área.
O pagamento será dividido entre um sinal de R$ 700 milhões e o saldo de R$ 1,15 bilhão na conclusão da operação, prevista para ocorrer até o fim de outubro, sujeita às condições usuais, incluindo eventual aprovação do Cade.
A aquisição reforça a estratégia da companhia de expandir sua base de terras em regiões de alta produtividade, aumentando a área própria em um ativo que já faz parte de sua operação.

A Braskem informou que obteve decisão favorável da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, que concedeu tutela cautelar suspendendo, por até 60 dias, execuções e medidas de cobrança relacionadas aos créditos sujeitos à futura recuperação judicial.
A medida ocorre após a companhia instaurar um procedimento de mediação com credores, em meio a uma crise financeira provocada pelo prolongado ciclo de baixa da indústria petroquímica, pelos passivos relacionados ao evento geológico de Alagoas e pelo aumento das incertezas geopolíticas. Segundo a empresa, há vencimentos de R$ 2,6 bilhões previstos para julho, e um eventual inadimplemento poderia antecipar o vencimento de aproximadamente R$ 54,8 bilhões em dívidas.
Além da suspensão das execuções, a decisão também impede, durante o período, atos de compensação, retenção de recursos e outras medidas de satisfação dos créditos abrangidos. Por outro lado, o juiz negou o pedido para impedir que credores exerçam cláusulas contratuais de vencimento antecipado ou rescisão de contratos, entendendo que tais disposições permanecem válidas.
A decisão tem caráter cautelar e busca preservar o caixa operacional da companhia enquanto são conduzidas negociações com os credores, podendo evitar o ajuizamento imediato de um pedido de recuperação judicial caso um acordo seja alcançado.

O Riza Akin FII divulgou seu relatório de gestão de maio de 2026, destacando um último rendimento pago de R$ 1,05 por cota. O valor representa dividend yield mensal de 1,26% e anualizado de 16,25%.
O fundo encerrou o mês com patrimônio líquido de R$ 777,6 milhões, cota patrimonial de R$ 88,29 e cota de mercado de R$ 83,69. Com isso, o RZAK11 foi negociado a 0,95 vez seu valor patrimonial.
No resultado mensal, o fundo registrou R$ 10,4 milhões em receitas totais e R$ 9,5 milhões de resultado líquido. O resultado por cota foi de R$ 1,08, enquanto o rendimento distribuído ficou em R$ 1,05 por cota.
A gestão informou que o portfólio não passou por grandes alterações em maio, sem entrada de novas operações ou liquidações relevantes. Ao fim do mês, a alocação bruta correspondia a 96,04% do patrimônio líquido, sem uso de alavancagem via compromissadas reversas.
Para os próximos meses, a gestora manteve o guidance de distribuição entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota. O relatório também destacou que os ativos indexados ao IPCA seguem com carrego acima da média recente, enquanto a queda da Selic aproxima parte do retorno da carteira indexada ao CDI.

O MXRF11 divulgou seu relatório gerencial de maio de 2026, mês em que distribuiu R$ 0,10 por cota aos investidores. O valor representou um yield mensal de 1,00% e um yield anualizado de 12,71%.
O fundo encerrou o período com patrimônio líquido de R$ 4,31 bilhões e mais de 1,46 milhão de cotistas. A cota patrimonial foi de R$ 9,37, enquanto a cota de mercado fechou o mês em R$ 9,98.
Segundo a gestão, o cenário macroeconômico seguiu desafiador, com volatilidade nos ativos e revisões altistas para a inflação. Esse ambiente tende a favorecer a distribuição dos FIIs de CRI, principalmente em carteiras indexadas à inflação e ao CDI.
A estratégia do fundo busca manter cerca de 80% do patrimônio em CRIs, com foco em crédito de maior qualidade, carregos atrativos e oportunidades de ganho de capital no mercado secundário. Em maio, o fundo realizou alienações parciais de CRIs com ganho de capital e adquiriu novas operações.
Como fato subsequente, o MXRF11 iniciou sua 12ª oferta de cotas em junho, com captação base de R$ 1 bilhão. A gestão afirma que os recursos podem ampliar a diversificação, aumentar a liquidez das cotas e aproveitar oportunidades em um cenário de juros ainda elevados.

Ações
PASS3: O fraco desempenho das ações desde a aberturade capital, aliado à natureza mais perene e resiliente da operação, contribuiupara a melhora da posição da companhia em nosso ranking.
SLCE3: Apesar do momento desafiador para oagronegócio, seguimos enxergando um potencial atrativo de geração de valor nolongo prazo. Acreditamos que a companhia tende a sair desse ciclo ainda maisforte e consolidada, ampliando sua posição de liderança no setor.
BBSE3: As ações da BB Seguridade apresentaram fortevalorização nas últimas semanas, o que reduziu parte do potencial de retornoimplícito e resultou em uma queda de posição no ranking.
Globais
EQR: O trimestre foi marcado por uma forte demanda delocação nos principais mercados urbanos das costas leste e oeste dos EUA,consolidando a estabilidade do portfólio do REIT, que deve se fundir aoAvalonBay no segundo semestre de 2026.
ELS: O trimestre refletiu a resiliência do modelo denegócios do Equity Lifestyle, impulsionado pela demanda consistente em nossascomunidades e resorts. No relativo, a empresa está com um valuation maisatrativo, subindo uma posição no ranking de REITs, contudo, segue semrecomendação por não ter margem de segurança.
DG: O período do último trimestre voltou a ser positivo,demonstrando uma boa tração operacional com o aumento do tráfego nas lojas,permitindo à empresa elevar suas projeções de crescimento para o fechamento doano.
FIIs
KNRI11: Ganhou posições no ranking por voltar a sernegociado abaixo de R$150. Julgamos ser um fundo muito atrativo nessa faixa depreço, mas sem tanto incentivo caso ultrapasse R$165.
HGRU11: Enquanto outros FIIs caem e aumentam seu desconto, ofundo segue estável. Por isso, perdeu algumas posições no ranking.

O XPSF11 divulgou seu relatório gerencial de maio de 2026, destacando a distribuição de R$ 0,07 por cota. O pagamento foi previsto para 15 de junho, destinado aos cotistas posicionados no fim de maio.
O fundo encerrou o mês com patrimônio líquido de R$ 341 milhões, 54.067 cotistas e cota de mercado de R$ 6,56, equivalente a 0,83 vez o valor patrimonial. O yield anual informado foi de 15,97%, considerando o critério usado pela gestora.
No mês, a gestão optou por preservar caixa e fazer apenas movimentações pontuais. Foram realizadas compras marginais de FIIs de CRIs, como KNIP11 e KNSC11, além de uma pequena posição em TEPP11.
A carteira também recebeu alocações em CRIs diretos, com operações em RNI Construções e Brasil Terrenos. Com isso, a exposição direta a CRIs chegou a cerca de 10,4% do patrimônio do fundo ao fim de maio.
O relatório também destacou que o cenário de juros e inflação pressionou as cotas de FIIs no mês, principalmente segmentos mais sensíveis à curva de juros. Mesmo assim, a gestão segue avaliando novas oportunidades para alocar o capital de forma seletiva nos próximos meses.

O SNCI11 divulgou seu relatório gerencial de maio de 2026, destacando uma distribuição de R$ 1,00 por cota no período. O valor ficou dentro do guidance previsto para o 2º trimestre, entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota.
O fundo encerrou o mês com dividend yield anualizado de 13,50% sobre a cota de mercado, patrimônio líquido de R$ 407,11 milhões e 51 ativos na carteira. A cota foi negociada a R$ 88,92, equivalente a 0,92 vez o valor patrimonial.
A gestão manteve o guidance de distribuição entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota também para o 3º trimestre de 2026. Segundo o relatório, esse patamar busca preservar previsibilidade enquanto o fundo acompanha ativos em recuperação e a maturação de operações imobiliárias.
Na carteira, os CRIs seguem como principal exposição, representando 81% do patrimônio líquido. O portfólio também conta com FIIs, caixa e compromissadas, além de maior concentração em ativos indexados ao IPCA, que somam 57,9% do PL.
O fundo encerrou maio com quatro ativos em tratamento especial: CRI AIZ, CRI Vanguarda, CRI RDR e CRI Solar Junior. A gestão informou que segue atuando nas medidas de recuperação desses créditos, mantendo o monitoramento dos ativos e das deliberações em assembleias.

A TG Core Asset divulgou esclarecimentos ao mercado sobre o TGAR11, em resposta a questionamentos recentes envolvendo a estratégia, a carteira, o monitoramento dos ativos e a governança do fundo.
A gestora reforçou que as demonstrações financeiras do TGAR11 e das SPEs investidas são auditadas anualmente por empresas independentes. Entre 2020 e 2024, a auditoria foi conduzida pela EY e, a partir de 2025, passou para a KPMG.
Sobre a carteira, o fundo destacou sua estratégia híbrida, combinando desenvolvimento imobiliário, CRIs e cotas de FIIs. A venda de ativos financeiros foi usada como instrumento de liquidez para apoiar a conclusão dos empreendimentos, com mais de 95% das obras já finalizadas.
A TG Core também explicou que a maior exposição a crédito imobiliário é uma adaptação ao cenário de juros elevados e maior seletividade no mercado. Segundo a gestora, isso não representa abandono do desenvolvimento imobiliário, mas uma gestão mais dinâmica entre risco, retorno, prazo e liquidez.
O comunicado ainda defende a tese de investimento em regiões fora dos grandes eixos tradicionais, próximas ao agronegócio e a polos em expansão. A gestora afirmou que seguirá prestando esclarecimentos com foco em transparência, governança, controle de riscos e preservação de valor no longo prazo.

A Multiplan aprovou um novo programa de recompra de até 5 milhões de ações ordinárias, com vigência entre 26 de junho de 2026 e 26 de junho de 2027. O objetivo é otimizar a alocação de capital e maximizar a geração de valor aos acionistas, permitindo que as ações recompradas sejam mantidas em tesouraria, utilizadas em programas de remuneração, canceladas ou posteriormente alienadas.
O programa também prevê a utilização de instrumentos derivativos, como swaps e opções, dentro dos limites estabelecidos pela regulamentação. A companhia informou ainda que, apesar de autorizado, o programa de recompra anterior, encerrado nesta data, não resultou na aquisição de nenhuma ação.