Bom dia, Rico Mortal!
Investir é a arte de fazer seu dinheiro trabalhar para você, enquanto você aprecia as coisas simples da vida.

Relatórios Bônus

01
Oct
às
12:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
INBR32 vai deixar de existir: entenda as opções para o investidor

A Inter&Co anunciou o encerramento do programa de BDRs Nível II negociado na B3 pelo ticker INBR32. Com isso, os investidores precisarão escolher o destino de suas posições dentro do prazo estabelecido pela companhia.

O relatório da Simpla Club explica, de forma prática, as três alternativas disponíveis: converter o INBR32 em INBR34, receber diretamente as ações INTR negociadas na Nasdaq ou não fazer nenhuma manifestação e ter a posição direcionada automaticamente para a Venda Facilitada. O estudo também detalha os procedimentos, prazos e principais pontos de atenção de cada alternativa.

Para quem deseja continuar com exposição à Inter&Co pela B3, o relatório apresenta a conversão para o INBR34 como a alternativa recomendada pela equipe, mantendo a proporção de uma cota por uma cota. O prazo oficial para solicitar a conversão termina em 16 de outubro de 2026, às 16h30.

Confira o relatório completo para entender o que muda, quais são os prazos e como realizar cada procedimento.

rf-banco-inter
INBR32
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GERAL
24
Sep
às
19:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Resumo da carteira recomendada

Resumimos todas as últimas modificações da carteira em um documento.

O que fazer com ALUG11, CDBs, ações, FIIs e outros ativos que saíram da carteira.

Aproveite também para assistir à live com Guilherme e Carlos, na qual o material foi apresentado e as dúvidas foram esclarecidas.

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24
Sep
às
18:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Vale a pena comprar GPOS11?

Os ETFs de Smart Selic estão ficando cada vez mais conhecidos. Empresas de grande renome, como o Grupo Primo e o Itaú, já lançaram produtos dessa categoria.

A proposta é ter um ETF com carteira composta por 90% em títulos atrelados à Selic e 10% em títulos de inflação de longo prazo, de forma a garantir prazo médio de repactuação superior a 720 dias e, assim, obter tributação de 15%.

A eficiência tributária é inegável, porém, a utilidade na carteira é o verdadeiro questionamento. A adição de títulos do Tesouro IPCA+ traz volatilidade, o que desqualifica o produto como reserva de emergência. Além disso, o retorno de longo prazo não foi tão superior ao CDI a ponto de transformá-lo em uma escolha clara.

Em nossos estudos, a principal função desses ativos é como reserva de oportunidade. Um investimento com horizonte de 3 a 9 meses permite aproveitar o benefício tributário sem ficar exposto por tempo suficiente aos efeitos da volatilidade.

Confira a análise detalhada em nosso relatório.

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24
Sep
às
13:30
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Controle de DARF – Simpla Club

Manter o controle das operações de renda variável é fundamental para calcular corretamente os impostos e manter suas obrigações fiscais em dia.

Pensando nisso, disponibilizamos uma planilha exclusiva para auxiliar no cálculo da DARF sobre operações com ações, FIIs e ETFs. Com ela, você poderá registrar suas operações de compra e venda, acompanhar os resultados das operações e calcular o imposto devido de forma simples e organizada.

A planilha foi desenvolvida para facilitar o acompanhamento mensal das operações e ajudar você a identificar eventuais valores de imposto a pagar, tornando o processo de apuração mais claro e prático.

Lembre-se de conferir as informações e as regras tributárias aplicáveis ao seu caso antes de realizar o pagamento da DARF.

Esperamos que este material facilite sua rotina e ajude você a manter seus investimentos organizados.

Bons investimentos! 🚀

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10
Aug
às
10:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Controle de Investimentos – Simpla Club

Manter o controle da carteira é tão importante quanto escolher bons investimentos.

Pensando nisso, disponibilizamos uma planilha exclusiva de acompanhamento de investimentos, desenvolvida para facilitar a gestão do seu patrimônio. Com ela, você poderá acompanhar aportes, posição da carteira, rentabilidade e evolução do seu patrimônio de forma simples e organizada.

A planilha foi criada para ajudar você a tomar decisões com mais clareza, acompanhar sua evolução ao longo do tempo e manter disciplina na sua estratégia de investimentos.

Esperamos que esse material seja útil na sua jornada. Bons investimentos! 🚀

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31
Jul
às
15:00
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O mercado está pessimista demais? A curva pode responder

Publicamos um novo relatório explicando como a curva de juros influencia a Bolsa, o câmbio e os ativos de risco. Além de mostrar como interpretar seus movimentos, analisamos o cenário atual e por que o elevado prêmio de risco embutido na curva pode representar oportunidades para investidores de longo prazo.

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28
Jul
às
9:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Acompanhamento da carteira de FIIs

Tudo sobre o último mês da nossa carteira de FIIs você encontra neste relatório.

Os destaques do mês são os fundos de papel, com ótimo pagamento de dividendos em razão da inflação elevada. O próximo rendimento deve seguir atrativo, mas o de setembro será enfraquecido pelo IPCA de 0,16% medido em junho. Ainda assim, os fundos de papel seguem como boas oportunidades no cenário atual.

Por fim, destacamos o aumento do risco do TRXF11 após as inúmeras aquisições de imóveis realizadas no ano. A tese segue com recomendação de compra, mas com o sinal amarelo ligado.

PMLL11
HGLG11
HGRU11
PCIP11
PSEC11
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11
May
às
15:00
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Relatório do DEBB11

Não gostamos do investimento direto em debêntures, pois o risco é bastante elevado. As debêntures são dívidas de longo prazo de empresas, o que acaba concentrando o capital do investidor e o prendendo por muito tempo.

Para quem tem interesse no investimento nessa classe, a melhor maneira é via fundos de investimento, porém os tradicionais possuem algumas imperfeições que dificultam a escolha do investidor. O excesso de taxas e a presença do come-cotas são alguns problemas dos fundos tradicionais que exigem uma escolha bem criteriosa do produto.

A criação de um ETF de renda fixa de debêntures foi uma ótima notícia para o investidor que busca retornos levemente acima do CDI com simplicidade. A passividade do ETF implica menores custos e estratégia perene. Além disso, os ETFs de renda fixa não sofrem a cobrança do come-cotas.

O DEBB11 é justamente esse produto, que consegue gerar ganhos sobre o CDI em janelas de médio prazo, com mínimo de 3 anos. Fizemos uma análise completa do produto; confira para saber nossa recomendação.

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23
Mar
às
11:45
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Conheça o LFTB11

O LFTB11 é um ETF de renda fixa que investe 90% em Tesouro Selic e 10% em Tesouro IPCA+ 2060. Essa combinação garante que o fundo tenha uma tributação de apenas 15% sobre o lucro, independentemente do prazo de aplicação do investidor.

Este ETF é um dos mais conhecidos do Brasil, estando entre os líderes em liquidez, patrimônio e número de cotistas.

Apesar de todo esse sucesso, não vemos grande atratividade em sua estratégia quando comparada a outros produtos disponíveis no mercado.

O LFTB11 não serve como reserva de emergência e, no médio e longo prazo, tende a entregar retornos inferiores a outros ETFs.

Leia o material completo e entenda todos os detalhes que nos levam a preferir outros produtos em detrimento do LFTB11.

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10
Mar
às
13:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Com R$100 já é possível se expor a mais de 20 bancos!

Ganhe mais que o CDI com simplicidade e diversificação. Essa é a proposta dos ETFs LFIN11 e NLFA11.

Ambos são ETFs de renda fixa. Portanto, são negociados em bolsa, mas não apresentam o comportamento imprevisível típico da renda variável.

Por meio do investimento em letras financeiras de grandes bancos, como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, entre outros, esses ETFs buscam entregar um retorno superior ao CDI no longo prazo.

Vale destacar que a tributação que incide sobre eles é fixa em 15% sobre o lucro. Portanto, para aplicações de curto prazo, existe uma vantagem clara, já que na renda fixa tradicional incide uma tabela regressiva de imposto que começa em 22,5% sobre o lucro. Além disso, diferentemente dos ETFs de renda variável, o imposto é recolhido na fonte, de modo que o investidor nem precisa emitir DARF.

Confira nosso relatório completo e entenda cada detalhe da estratégia desses fundos. Além disso, veja se eles fazem sentido para a sua carteira.

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05
Mar
às
19:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Tudo sobre o mercado de FI-Infras

O mercado de FI-Infras no Brasil cresceu bastante em 2024 e 2025. Boa parte da demanda veio do receio em relação às mudanças sugeridas pela MP 1303.

A medida em questão tentou derrubar a isenção das debêntures incentivadas, principal produto das carteiras dos FI-Infras. Após o vencimento da MP, o mercado se acalmou, mas algumas sequelas permaneceram.

Com isso, o cenário para investir em debêntures incentivadas não é simples. Muitos produtos devem enfrentar um nível de volatilidade acima do normal.

Entre outubro e dezembro de 2025 já vimos resultados dos FI-Infras abaixo do CDI, e o mesmo aconteceu em fevereiro de 2026.

Por isso, trouxemos um relatório que detalha exatamente tudo o que está acontecendo. Além disso, mostramos quais são os fundos mais bem posicionados para atravessar essa turbulência.

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16
Dec
às
8:30
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Venda a descoberto: quando apostar na queda pode sair do controle

A venda a descoberto é uma das estratégias mais controversas do mercado financeiro: permite ganhar com a queda de um ativo, mas carrega riscos potencialmente ilimitados. Neste artigo, explicamos por que o short é amplamente utilizado por investidores profissionais — e por que pode ser extremamente perigoso para o investidor pessoa física.

O texto percorre desde o funcionamento do aluguel de ações até eventos extremos, como short squeezes, que transformam operações aparentemente “controladas” em prejuízos explosivos. Sem entrar em recomendações práticas, o relatório mostra como fatores técnicos, liquidez e comportamento de mercado podem rapidamente fugir do controle, tornando o short uma ferramenta que exige preparo raro.

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15
Dec
às
16:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Derivativos: a fronteira entre proteção e risco extremo

Derivativos costumam atrair investidores pela promessa de ganhos elevados, mas escondem uma complexidade que poucos realmente dominam. Neste artigo, mostramos por que instrumentos como opções, contratos a termo e futuros vão muito além da especulação, sendo amplamente utilizados para proteção, arbitragem e gestão de risco por investidores profissionais.

Ao longo do texto, exploramos situações reais em que pequenas variações de preço geram impactos desproporcionais, revelando como alavancagem, volatilidade e tempo podem jogar contra o investidor despreparado. É uma leitura essencial para quem quer entender como esses instrumentos funcionam — e, principalmente, por que eles exigem muito mais disciplina e conhecimento do que parece à primeira vista.

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08
Dec
às
15:13
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Como funcionam os REITs

Os REITs são uma das formas mais eficientes de receber renda em dólares, permitindo ao investidor acessar o mercado imobiliário americano sem precisar comprar um imóvel físico. Eles distribuem parte relevante dos lucros e contam com diferentes modelos de operação, desde galpões logísticos e data centers até shoppings, hospitais e residências.

Para entender melhor cada tipo de REIT e como eles podem fortalecer sua renda no exterior, acesse o documento completo em anexo.

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20
Oct
às
16:00
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Boletim Macroeconômico

Resumo macroeconômico da semana passada

O shutdown americano adiou a divulgação dos dados de desemprego e inflação. A paralisação do governo deve gerar algumas demissões, impactando negativamente o PIB dos Estados Unidos.

No Brasil, tivemos a divulgação de dois índices de atividade econômica.

O IBC-BR apresentou alta de 0,4%, revertendo uma sequência de três resultados negativos consecutivos. Ainda assim, os dados indicam uma desaceleração da economia brasileira.

Leia sobre isso e muito mais no nosso relatório completo.

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08
Oct
às
17:00
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Resumo macroeconômico da semana passada!

Na última semana, tivemos duas divulgações relevantes: o IGP-M e a taxa de desemprego no Brasil.

O IGP-M é um índice de inflação calculado pela FGV, cuja metodologia difere da utilizada no IPCA. Esse indicador é mais sensível às variações do dólar.

No mês de setembro, o IGP-M registrou alta de 0,42%, acima das expectativas do mercado. No entanto, o acumulado em 12 meses está abaixo de 3%, o que sinaliza certa estabilidade nos resultados.

O mercado de trabalho no Brasil permanece aquecido. A taxa de desemprego foi mantida em 5,6%, o menor nível desde 2012. A criação de novos postos de trabalho, porém, ficou abaixo do esperado, o que pode indicar uma proximidade do limite de expansão.

Confira todos os detalhes e muito mais no relatório.

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29
Sep
às
15:30
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Será que crescimento gera valor?

O relatório mostra que crescimento e criação de valor nem sempre andam lado a lado. O foco não deve estar apenas em aumentar receita ou participação de mercado, mas em gerar retornos consistentes acima do custo de capital. De forma clara e prática, o relatório traz exemplos de companhias que conseguiram transformar crescimento em valor e outras que ficaram pelo caminho, ajudando o investidor a enxergar essa diferença.

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29
Sep
às
13:00
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Atualizações macroeconômicas da semana

Mais um resumo macro disponível.

Nesta semana, analisamos a ata do Copom, na qual constam as justificativas para a manutenção da Selic em 15%. Também observamos o resultado do IPCA-15, indicador considerado a prévia da inflação oficial do Brasil. Por fim, voltamos a destacar as mudanças na MP 1303.

A última ata do Copom deixou claro que o Brasil já ultrapassou a fase de alta de juros, mas ainda está distante de iniciar um ciclo de cortes.

O IPCA-15 de setembro veio abaixo da expectativa do mercado, o que gerou otimismo em relação à luta contra a inflação.

A polêmica MP 1303 continua sofrendo atualizações. O novo texto propõe uma alíquota de 7,5% de IR para LCIs e LCAs. Outro trecho da medida busca alterar a forma de contabilização dos resultados dos FIIs, o que seria especialmente prejudicial para os fundos de recebíveis.

Confira tudo isso no relatório completo.

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22
Sep
às
15:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Resumo macroeconômico da semana

A última semana foi bastante movimentada.

Na quarta-feira, vimos o banco central americano reduzir a taxa de juros do país, o que gerou grande otimismo nas bolsas do mundo todo.

Em contrapartida, no Brasil, o Copom optou pela manutenção da taxa Selic em 15%, visto que ainda não podemos considerar nossa luta contra a inflação como vencida.

Falando em inflação, nesta semana teremos a divulgação do IPCA-15, que funciona como uma prévia do nosso IPCA.

Confira tudo isso no nosso relatório de macroeconomia.

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22
Sep
às
11:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Ganhar dividendos com ETFs no Brasil?

Vale a pena investir em ETFs no Brasil pensando em receber dividendos?

Este relatório vai tirar essa dúvida — e muito mais!

Os ETFs pagadores de dividendos já são amplamente conhecidos nos EUA, mas foram apresentados à bolsa brasileira apenas em 2023. De lá para cá, muitos produtos surgiram, com estratégias bastante distintas.

Atualmente, apenas três ETFs investem em empresas brasileiras e distribuem rendimentos mensalmente. Um deles, o NDIV11, é o mais famoso, pois conta com a marca Nubank por trás.

Apesar de apreciarmos o recebimento de dividendos, neste relatório trazemos um aspecto interessante que deve ser considerado pelo investidor.

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