
A PetroReconcavo (RECV3) produziu, em média, 24,1 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) em junho, alta de 0,8% em relação a maio, impulsionada principalmente pelos projetos de workover no campo de Tiê.
No Ativo Potiguar, a produção recuou 0,3%, para 12,3 mil boe/dia, refletindo menor produção de gás natural em função da estabilização de poços e de uma parada programada de 21 dias na UPGN Guamaré. Para cumprir seus contratos, a companhia realizou compras de gás no mercado spot durante o período. Já no Ativo Bahia, a produção avançou 1,9%, para 11,7 mil boe/dia, com destaque para o crescimento de 6,9% na produção de petróleo, também beneficiada pelos projetos de workover no campo de Tiê.

A Brava Energia (BRAV3) informou que a Superintendência de Registro de Valores Mobiliários da CVM encaminhou ao colegiado da autarquia o recurso relacionado à Oferta Pública de Aquisição (OPA) para aquisição do controle da companhia.
Segundo a empresa, a área técnica da CVM manteve seu entendimento anterior e decidiu submeter o caso à análise do colegiado, que dará a decisão final sobre o tema.
A Brava ressaltou que, até o momento, não houve alterações nas condições da OPA já divulgadas ao mercado e afirmou que manterá os investidores informados sobre novos desdobramentos do processo.

A Natura divulgou, de forma excepcional, uma prévia dos resultados do 2T26 e informou que espera registrar receita líquida consolidada entre R$ 5,1 bilhões e R$ 5,2 bilhões, o que representa uma queda anual entre 9% e 10%.
Segundo a companhia, o desempenho foi impactado principalmente por problemas operacionais no Brasil, incluindo escassez de produtos durante a implantação de um novo sistema de planejamento, ajustes na cadeia logística, mudanças no modelo das franquias, desaceleração do canal online e efeitos tributários relacionados ao ICMS-ST em São Paulo.
Apesar da pressão sobre as vendas, a Natura afirmou que espera uma melhora na margem EBITDA em relação ao trimestre anterior, impulsionada pela redução de despesas com reestruturação e pelos ganhos de eficiência do novo modelo operacional. A empresa destacou que já implementa medidas para recuperar o crescimento no Brasil, como ajustes na cadeia de abastecimento, mudanças nos incentivos da força de vendas, expansão dos canais digitais e retomada da abertura de lojas.

O índice que reúne as chamadas "Sete Magníficas" (Nvidia, Alphabet, Apple, Microsoft, Amazon, Meta e Tesla) registra uma valorização relativamente rmodesta em 2026, perdendo o protagonismo em Wall Street mesmo diante das altas de 16% do Nasdaq 100 e de 10% do S&P 500 no mesmo período. A correlação de 40 dias entre o grupo de gigantes tecnológicas e o Nasdaq recuou de patamares superiores, recentemente, evidenciando uma forte rotação de portfólios promovida pelos investidores.
Enquanto companhias focadas em infraestrutura pesada sofrem com o ceticismo em relação ao retorno do capital investido, como a Microsoft, que acumula queda, fornecedoras de hardware e componentes básicos lideram os ganhos, impulsionando o índice de semicondutores.
Essa mudança de dinâmica sinaliza uma maturação nas teses de inteligência artificial, onde o mercado passa a punir o fluxo de caixa pressionado pelas altas despesas de capital (capex) das grandes plataformas e a premiar empresas com receitas imediatas e revisões positivas de lucros, caso das fabricantes de chips de memória Micron e Sandisk.
O esvaziamento de veículos consolidados, ilustrado pelo resgate recorde de US$ 786 milhões do ETF focado nas Sete Magníficas em junho, sugere que posições extremas em tecnologia de grande capitalização estão sendo desfeitas em direção a uma alocação mais neutra e fragmentada. No longo prazo, a sustentabilidade desse movimento dependerá da capacidade das gigantes de tecnologia em monetizar seus massivos investimentos em nuvem e processamento para reverter o arrefecimento nas projeções de lucros futuros.

A Meta Platforms lançou nesta terça-feira o Muse Image, seu primeiro modelo proprietário de geração de imagens via inteligência artificial desenvolvido pela divisão Superintelligence Labs. Integrada diretamente ao ecossistema Meta AI, a ferramenta está sendo incorporada aos aplicativos Instagram — com mais de 30 novos efeitos para os Stories — e WhatsApp, permitindo que usuários criem imagens complexas e renderizem textos legíveis a partir de comandos de texto.
A companhia confirmou ainda que disponibilizará o modelo em breve para sua plataforma de anúncios Advantage+, abrindo caminho para monetizar sua infraestrutura e os pesados investimentos em semicondutores avançados, que incluem a projeção de gastos em infraestrutura de inteligência artificial entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões para este ano.
O lançamento sinaliza um avanço relevante na estratégia da Meta para traduzir o massivo ciclo de despesas de capital (capex) em receitas tangíveis, mitigando o ceticismo do mercado sobre o retorno financeiro em Big Techs. A integração comercial no braço de publicidade digital tende a elevar a eficiência e o engajamento na plataforma, consolidando o poder de precificação dos anúncios da empresa e sustentando o prêmio de suas ações diante de concorrentes diretos.
Para as teses de investimento no setor de tecnologia, o movimento reforça a transição de ferramentas puramente experimentais para ecossistemas de alta utilidade e monetizáveis, favorecendo a manutenção de posições de longo prazo no ativo.

A Mastercard registrou uma evolução consistente no volume de transações processadas em seu último trimestre, sustentada pela recuperação contínua das viagens internacionais e pelo avanço do comércio eletrônico. A receita líquida acompanhou o ritmo de expansão das atividades da rede, embora o crescimento das despesas com incentivos a clientes e despesas operacionais tenha demandado atenção no fechamento do período.
O balanço também evidencia o impacto de fatores regulatórios e da concorrência no mercado global de meios de pagamento sobre as taxas de conversão. Para obter mais informações sobre o desempenho financeiro, métricas operacionais e notas explicativas, consulte o relatório completo em anexo.

O Walmart apresentou um desempenho sólido em seu último relatório financeiro, impulsionado pelo crescimento contínuo de seus canais digitais e pela resiliência no consumo de categorias essenciais. A estratégia de expansão da receita por meio de serviços de publicidade e assinaturas globais também contribuiu de forma positiva para as margens operacionais do período, refletindo a adaptação da companhia ao cenário macroeconômico atual.
Os resultados detalhados demonstram oscilações controladas nas despesas operacionais e o impacto das flutuações cambiais nas operações internacionais. Para uma análise aprofundada de todos os indicadores financeiros e projeções futuras da empresa, acesse o relatório completo em anexo.

A Vale (VALE3) informou que Daniel Stieler renunciou aos cargos de membro e presidente do Conselho de Administração, com efeito imediato.
Segundo a companhia, Stieler integrava o Conselho desde 2021 e ocupava sua presidência desde 2023. A Vale agradeceu pelas contribuições do executivo, destacando seu papel no fortalecimento da governança corporativa e na condução de decisões estratégicas. Com a renúncia, a companhia informou que o primeiro item da pauta da Assembleia Geral Extraordinária marcada para 22 de julho foi retirado, enquanto os demais temas permanecem inalterados para deliberação dos acionistas.

A ISA Energia Brasil (ISAE4) informou que contratou Bank of America, Bradesco BBI e Itaú BBA para atuar como assessores financeiros em uma potencial oferta subsequente de ações preferenciais (follow-on), complementando o mandato anteriormente concedido ao BTG Pactual.
Segundo a companhia, a operação ainda está em fase de estudos e tem como objetivo avaliar a viabilidade e definir os termos de uma eventual oferta destinada a investidores profissionais, além de esforços de colocação no exterior. A empresa ressaltou que, até o momento, não há uma oferta formalmente lançada e que o comunicado possui caráter exclusivamente informativo.

A AXIA Energia venceu os lotes 8, 9 e 10 da segunda etapa do Leilão de Transmissão nº 01/2026, promovido pela ANEEL, ampliando seu portfólio de ativos nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Mato Grosso. Os projetos somam aproximadamente 26 km de linhas de transmissão, com Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 50,8 milhões e investimentos de referência da ANEEL de cerca de R$ 668 milhões. Os lotes foram arrematados com deságios entre 51,8% e 59,0% sobre a RAP máxima prevista no edital.

A Alupar (ALUP11) venceu, por meio do Consórcio Olympus XX, o Lote 7 do Leilão de Transmissão nº 01/2026 – 2ª Etapa, promovido pela ANEEL.
O projeto prevê a implantação de uma nova subestação e cerca de 35 km de linhas subterrâneas de transmissão na Região Metropolitana de São Paulo, com Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 96,7 milhões, CAPEX de referência de R$ 1,09 bilhão e prazo de concessão de 30 anos.

Ações
SLCE3: A SLC Agrícola ganhou posições no ranking principalmente em função daqueda recente das ações. Apesar do momento ainda desafiador para o agronegócio,seguimos enxergando uma companhia de alta qualidade, com vantagens competitivasrelevantes e capacidade de ampliar sua geração de valor no longo prazo. Acorreção no preço tornou a relação entre risco e retorno mais atrativa,justificando a melhora na classificação.
PASS3: A Compass ganhou posições no ranking devido ao fraco desempenho dasações desde o IPO, e não por uma mudança relevante em seus fundamentos. Acompanhia continua operando em um segmento resiliente e possui oportunidades deexpansão, enquanto a forte queda na cotação tornou seu valuationsignificativamente mais atrativo.
MOVI3: A Movida avançou no ranking após a desvalorização recente de suas ações,que elevou o potencial de retorno implícito do investimento. Nossa visão sobreos fundamentos permanece praticamente inalterada: continuamos acompanhando adesalavancagem da companhia e a normalização do mercado de seminovos, fatoresque podem destravar valor ao longo dos próximos anos.
Globais
NVDA: A Nvidia continuou a surfar no topo da onda da inteligência artificial,impulsionada pela demanda massiva e contínua por suas plataformas de datacenters e pelos novos chips da arquitetura Blackwell. O trimestre consolidou omomento de expansão global da IA generativa e acelerou parcerias estratégicasno setor de tecnologia e nuvem.
ABBV: O período foi marcado por um bom desempenho comercial de seu portfólio deneurociência e imunologia, compensando pressões de margem e o impacto dedespesas com aquisições recentes. Os novos medicamentos focados no crescimentode longo prazo superaram as expectativas internas e permitiram à companhiaelevar suas projeções para o restante do ano.
HD: Os resultados da Home Depot vieram alinhados com o esperado pela varejista,mostrando resiliência no consumo de itens de melhoria residencial. Mesmoenfrentando um cenário macroeconômico mais incerto e pressões no setorimobiliário, a empresa conseguiu manter as vendas comparáveis estáveis ereafirmou suas metas anuais.
Os rankings de stocks e REITs não tiveram alterações significativas essasemana.
FIIs
AFHI11: Atualizamos o relatório do fundo e continuamos muito satisfeitos com oresultado entregue. A gestão segue mostrando grande alinhamento de interessescom seus cotistas, o dividendo mantém-se estável e a reserva de resultadosprotege o fundo de eventuais crises. Seu preço não é o mais descontado dosegmento, mas o AFHI11 é uma opção mais segura para as carteiras.
PVBI11: Mudamos a recomendação do fundo de compra para aguarde, pois a novaredução de seus dividendos tornou o investimento inviável. O preço do fundoestá muito descontado, mas somos pouco recompensados pela espera pela melhorado mercado, já que o rendimento mensal é inferior a 0,6%. Diante desse cenário,não há motivos para adquirir o fundo, considerando que as demais opções domercado oferecem quase 1% ao mês.

Publicamos a análise de uma das principais redes hospitalares privadas do Brasil. Após um ciclo intenso de expansão por aquisições, a companhia entra em uma nova fase, marcada pelo amadurecimento das unidades, recuperação das margens e aumento da geração de caixa.
Além de atuar em um setor com demanda estruturalmente crescente, a empresa negocia com desconto em relação a concorrentes de qualidade semelhante.
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O XPIN11 comunicou ao mercado os próximos passos para a amortização parcial, liquidação final e encerramento do fundo. A medida ocorre após a venda de todo o portfólio imobiliário e a quitação das obrigações financeiras vinculadas ao fundo.
A entrega aos cotistas será feita em duas etapas. Na primeira, haverá amortização parcial com entrega de cotas do XPLG11 e pagamento de uma parcela em caixa.
Essa primeira tranche envolverá 2,3 milhões de cotas do XPLG11, equivalentes a 0,32260081 cota de XPLG11 para cada cota de XPIN11. Além disso, será pago R$ 2,51733394 por cota em dinheiro.
Na segunda etapa, ocorrerá a liquidação final, com entrega de cotas do IVBP11 e eventual caixa remanescente. Os valores finais e o fator de proporção ainda serão divulgados em novo fato relevante.
Os cotistas deverão informar o custo médio de aquisição entre 16 e 20 de julho de 2026 para cálculo do IRRF. A amortização parcial está prevista para 28 de julho, enquanto a liquidação total e o encerramento do fundo devem ocorrer em 31 de julho de 2026.

Publicamos uma nova análise sobre a Movida. Após anos de forte expansão, a companhia entra em um ciclo focado em rentabilidade, geração de caixa e redução do endividamento, enquanto continua se beneficiando do crescimento estrutural do mercado de locação de veículos.
A queda dos juros pode representar um importante catalisador para a tese e destravar valor relevante nos próximos anos.
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A semana passada trouxe uma notícia que pode ser interpretada de duas maneiras. O IPCA-15, prévia da inflação oficial do Brasil, foi de 0,41%, abaixo das expectativas do mercado, mas bem acima do resultado registrado no mesmo período do ano passado.
Itens de alimentação, como tomate e cebola, assim como o custo com energia elétrica, foram grandes responsáveis pelo resultado acima do nível confortável.
Uma notícia levemente positiva é que o Boletim Focus, publicação que divulga as expectativas de vários agentes de mercado sobre os indicadores macroeconômicos, interrompeu sua sequência de alta da inflação acumulada em 2026.
No Focus desta segunda-feira, 29/06/2026, a estimativa para o IPCA no ano continuou em 5,33%, enquanto a da Selic permaneceu em 14%.
Com a expectativa de fim do conflito entre EUA e Irã, é possível vislumbrar um arrefecimento da inflação, mas com o maior impacto sendo sentido em 2027.

O GGRC11 comunicou a assinatura de um compromisso para adquirir um galpão logístico em desenvolvimento no Polo Industrial de Camaçari, na Bahia. A operação tem valor total de R$ 150 milhões e será liquidada por meio de compensação financeira de créditos ligada à 11ª emissão de cotas do fundo.
O imóvel terá cerca de 74,5 mil m² de terreno e ABL prevista de aproximadamente 54 mil m². A entrega está estimada para 10 meses, com padrão construtivo Triple A, incluindo pé-direito acima de 12 metros, piso de alta capacidade, ampla modulação, pátio de manobras e docas para operações de grande porte.
O empreendimento será entregue pronto e acabado ao fundo, com vocação multi-inquilino. Ele fica no mesmo condomínio logístico do CD3, ativo recentemente adquirido pelo GGRC11 e já locado para empresas como MRV Engenharia e Shopee.
A região de Camaçari vem ganhando relevância logística com a expansão da atividade industrial, incluindo a instalação da fábrica da BYD. Ao mesmo tempo, a baixa oferta de galpões Triple A de grande porte favorece as perspectivas de absorção do novo ativo.
A operação também prevê renda mínima garantida de R$ 1,25 milhão por mês por 15 meses, reduzida conforme o imóvel for sendo locado. Além disso, há um mecanismo de earn-out, no qual pagamento adicional só será devido se o ativo for totalmente locado a cap rate mínimo de 10% ao ano ou atingir TIR mínima de 20% em caso de venda.

O RBVA11 anunciou a assinatura de um novo contrato de locação com a M3 Storage, empresa de self storage que já fazia parte da base de inquilinos do fundo. A operação envolve dois imóveis que estavam vagos, localizados em Santos e no Bom Retiro.
O imóvel de Santos possui 4.505 m² e fica na Praça Visconde de Mauá, enquanto o ativo do Bom Retiro tem 521 m², na Rua dos Italianos, em São Paulo. Ambos serão usados para operações de armazenagem, com foco em self storage e varejo last mile.
O contrato tem prazo típico de 5 anos, com vigência até junho de 2031. A remuneração será variável, calculada como uma porcentagem da receita bruta mensal dos depósitos operados pela locatária.
Com as novas locações, a vacância física do fundo deve cair de 6,5% para 4,9%. O impacto positivo estimado no resultado mensal é de aproximadamente R$ 0,0018 por cota.
A operação reforça a estratégia do RBVA11 de reposicionar imóveis bem localizados para diferentes usos, além das antigas operações bancárias. O fundo já cita conversões para self storage, restaurante, academia, supermercado, farmácia, escritório e outros formatos de varejo.

O PMLL11 concluiu a aquisição de 13,328% do Shopping Curitiba, tradicional empreendimento localizado na região central de Curitiba, no Paraná. A operação foi finalizada em 26 de junho de 2026, pelo valor de aproximadamente R$ 57 milhões.
O ativo possui 22,4 mil m² de ABL e é voltado principalmente aos públicos A e B. Com a transação, o fundo passa a deter uma participação equivalente a 2.976 m² de área bruta locável no shopping.
O pagamento foi realizado à vista, por meio de compensação com créditos relacionados à subscrição e integralização de cotas da 7ª emissão do fundo. Segundo o material, o cap rate estimado da aquisição é de 9,7% ao ano.
A tese da gestão destaca a entrada no Paraná, o quarto maior mercado de shoppings do Brasil por ABL, além da localização estratégica do ativo. O shopping também apresenta indicadores operacionais sólidos, com ocupação de 98,3%, NOI de R$ 146/m² ao mês e vendas de R$ 1.763/m² ao mês.
A aquisição está alinhada à estratégia do Patria Malls de investir em shoppings consolidados, com potencial de valorização e geração imediata de receita. O movimento também contribui para ampliar a diversificação geográfica, de consumo e de administradoras dentro do portfólio.

A Apple (AAPL) implementou reajustes globais de preços em suas linhas de computadores Mac, tablets iPad, dispositivos domésticos e no headset Vision Pro, visando mitigar a forte elevação nos custos de componentes.
Os aumentos repassados ao consumidor variam de US$ 100 a US$ 500 nos modelos padrão — com o preço inicial do MacBook Air subindo para US$ 1.299 e o do iPad Pro de 11 polegadas para US$ 1.199 —, motivados por uma escassez estrutural de chips de memória RAM e de armazenamento desencadeada pela alta demanda de data centers voltados à inteligência artificial.
Em reação direta ao anúncio do reajuste inesperado, as ações da companhia registraram queda intradiária na Nasdaq, configurando o pior recuo diário para os papéis em mais de quatro meses.
Este movimento sinaliza que a forte pressão na cadeia de suprimentos de semicondutores atingiu um ponto crítico, forçando até mesmo empresas com elevado poder de barganha a sacrificarem competitividade de preço para proteger suas margens operacionais. O mercado agora recalcula o prêmio de risco para as gigantes de tecnologia, diante da perspectiva de que a escassez de componentes e o encarecimento de insumos básicos persistam no longo prazo.
Embora os iPhones tenham ficado de fora desta rodada de reajustes, a sinalização de novos aumentos nos lançamentos de setembro tende a limitar o potencial de valorização dos ativos do setor, deslocando a atenção dos investidores para a resiliência da demanda global frente ao repasse inflacionário de custos.