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Atualizações

28
May
às
16:52
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Plano da Raízen prevê conversão de 45% da dívida em ações e divisão da companhia

A Raízen avançou nas negociações de sua recuperação extrajudicial e apresentou aos credores um plano que prevê a conversão de 45% da dívida em ações da companhia.

Além disso, os outros 55% da dívida seriam alongados em novos instrumentos financeiros, enquanto a Shell deve aportar ao menos R$ 3,5 bilhões na empresa. O plano também cita um possível aporte adicional de R$ 500 milhões ligado à Aguassanta, veículo de investimentos de Rubens Ometto. Outro ponto importante da proposta é a divisão da Raízen em duas operações independentes: uma focada em etanol, açúcar e bioenergia, e outra voltada para distribuição de combustíveis e lubrificantes.

A companhia ainda negocia os termos finais com os credores, e o plano segue sujeito a aprovações e possíveis alterações.

CSAN3
RAIZ4
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28
May
às
16:34
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Unifique compra carteira de clientes da G9 para expandir operação em Santa Catarina

A Unifique anunciou a compra da carteira de clientes e ativos da G9 Telecom, provedora de internet de Pomerode (SC), por cerca de R$ 6,3 milhões.

A operação adiciona aproximadamente 3 mil clientes de fibra óptica à base da companhia e reforça sua estratégia de expansão em Santa Catarina. Além do crescimento na internet via fibra, a aquisição também fortalece a infraestrutura da empresa para futura expansão da rede 5G na região.

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FIQE3
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28
May
às
16:32
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
ISA Energia avança em projeto bilionário de transmissão na Bahia

A ISA Energia Brasil recebeu autorização ambiental para iniciar mais uma etapa do projeto Serra Dourada, um dos maiores projetos de transmissão de energia do país.

O empreendimento prevê mais de 1.000 km de linhas de transmissão, com investimento estimado em R$ 3,2 bilhões e receita anual de cerca de R$ 322 milhões.

O projeto será importante para ampliar o escoamento de energia renovável produzida na Bahia, principalmente de usinas solares e eólicas, reforçando a expansão do sistema elétrico brasileiro.

ISAE4
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28
May
às
10:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
IPO da SpaceX e o mercado de IA

A SpaceX protocolou oficialmente o prospecto para sua oferta pública inicial de ações (IPO), revelando uma reestruturação estratégica focada no mercado de inteligência artificial via xAI. O documento projeta que 93% do seu mercado total endereçável (TAM), estimado em US$ 28,5 trilhões, virá do segmento de IA, equivalente a aproximadamente US$ 26,5 trilhões.

Os dados financeiros reportados mostram que a divisão de inteligência artificial registrou uma receita de US$ 3,2 bilhões, mas gerou um prejuízo operacional de US$ 6,4 bilhões no último ano, contrastando com a rentabilidade dos negócios tradicionais de foguetes, Starlink e conectividade móvel, que respondem pelos 7% restantes do mercado potencial.

Esta mudança de posicionamento altera a tese de investimentos da companhia, migrando de uma infraestrutura aeroespacial pura para uma tese de crescimento tecnológico de alto risco e capital intensivo em IA agêntica. A exposição a um prejuízo operacional bilionário em IA coloca o valuation em patamares que demandam forte validação de receitas futuras, gerando potenciais pressões de arbitragem sobre os múltiplos de outras big techs e da própria Tesla.

O movimento estabelece um novo prêmio de risco para o setor de inovação global, em que a capacidade de absorver perdas de curto prazo em troca da liderança de ecossistemas agênticos passa a ditar a atração do fluxo de liquidez institucional de longo prazo.

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28
May
às
9:00
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Novos investimentos da Eli Lilly

A farmacêutica norte-americana Eli Lilly anunciou acordos definitivos para a aquisição de três empresas desenvolvedoras de vacinas (Curevo, LimmaTech Biologics e Vaccine Company) em transações que, combinadas, podem alcançar até US$ 3,8 bilhões. O modelo de negócio envolve uma estrutura híbrida, composta por pagamentos iniciais em dinheiro e desembolsos adicionais condicionados ao cumprimento de metas clínicas e regulatórias.

O movimento marca o retorno estratégico da gigante do setor ao segmento de doenças infecciosas, impulsionado pelo forte caixa gerado por seus medicamentos voltados para obesidade e diabetes.

Este reposicionamento sinaliza uma diversificação de receitas crucial para a sustentabilidade de longo prazo da companhia, reduzindo a dependência futura de sua divisão de perda de peso e expandindo o portfólio em imunobiológicos com alto potencial de mercado. Ao mirar plataformas que combatem infecções ligadas a sequelas crônicas e custos hospitalares elevados, a Eli Lilly captura uma forte tendência de valorização para ativos de biotecnologia preventiva.

A estratégia reforça a tese de crescimento contínuo do papel, pois utiliza a robusta liquidez atual para pavimentar novas avenidas de receita sem comprometer os indicadores de endividamento de curto prazo.

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LILY34 | LLY
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27
May
às
13:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Dexxos: a recuperação aconteceu, mas o cenário mudou

Publicamos uma atualização completa sobre uma companhia industrial que passou por uma forte transformação nos últimos anos, saindo de recuperação judicial para uma posição de geração consistente de caixa e melhora operacional. Apesar disso, o ambiente competitivo e a perda recente de volumes reduziram significativamente nossa visibilidade para os próximos trimestres.

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DEXP3
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27
May
às
11:00
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Bolsas e petróleo nessa quarta-feira

As bolsas asiáticas registraram alta nesta quarta-feira, com o índice japonês Nikkei atingindo um nível recorde histórico, impulsionadas pelo otimismo no setor de tecnologia e inteligência artificial vindo de Wall Street. No mercado de commodities, o petróleo tipo Brent operou estável, mantendo-se estrategicamente abaixo da marca de US$100 por barril, o que trouxe alívio aos investidores em relação aos custos de energia.

O movimento de alta ocorreu mesmo diante de novas tensões geopolíticas no Golfo Pérsico, após o Irã declarar que os Estados Unidos violaram o acordo de cessar-fogo na região.

A estabilização do petróleo abaixo dos três dígitos afasta o risco imediato de um choque inflacionário global, liberando fluxo comprador para ativos de risco e ações de crescimento. A sustentação desse patamar de preços atua como um suporte para as margens operacionais das empresas, validando o momentum positivo nos mercados acionários no curto prazo.

Contudo, a proximidade com o teto de US$100 e o ambiente geopolítico fragilizado sinalizam que o prêmio de risco continua elevado, sugerindo a necessidade de monitoramento da volatilidade nas cadeias de suprimento.

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27
May
às
9:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
O time de US$1 tri

A Micron Technology atingiu temporariamente a marca de US$1 trilhão em valor de mercado nesta terça-feira, após suas ações registrarem uma forte alta de mais de 17%. O movimento foi impulsionado por um relatório do banco UBS, que elevou drasticamente o preço-alvo dos papéis da fabricante de chips.

A revisão fundamenta-se na consolidação de contratos de fornecimento de longo prazo (de três a cinco anos) firmados por grandes empresas de tecnologia (hyperscalers), que já asseguraram entre 60% e 70% dos volumes de memória de servidores DDR5 da indústria para garantir estoque diante da alta demanda por inteligência artificial.

Essa mudança estrutural reposiciona a Micron perante o mercado, deixando de ser vista como uma ação cíclica de commodities de memória para se consolidar como uma beneficiária estrutural do avanço da inteligência artificial. A previsibilidade de receita trazida pelos novos acordos comerciais tende a suavizar as oscilações de lucro típicas do setor, justificando múltiplos de avaliação mais elevados e próximos aos de concorrentes de semicondutores como a Nvidia.

A dinâmica sinaliza um ambiente de forte geração de caixa e resiliência operacional para os próximos anos, oferecendo uma tese de investimento mais estável e de alto crescimento no segmento de infraestrutura tecnológica global. Contudo, acreditamos ainda que o papel esteja sendo precificado sem margem de segurança.

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MUTC34 | MU
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26
May
às
13:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Atualização da análise do PSEC11

O PSEC11 mudou, não para melhor, mas ainda segue como um FII que merece o aporte do investidor.

Quando recomendamos o fundo, o cenário era de queda mais acelerada da Selic, o que beneficiaria a geração de resultado via venda de fundos imobiliários. Com a piora do cenário brasileiro, as vendas de FIIs estão sendo feitas com prejuízo, o que reduziu o rendimento mensal do fundo.

Diante disso, a Pátria tomou uma atitude para aumentar os rendimentos: a compra de CRIs. O objetivo da gestora é ter um PSEC11 com 40% a 50% em CRIs; atualmente, esse percentual é de 22%. Essa mudança já vem gerando resultados, de forma que é quase certo o aumento do dividendo no segundo semestre.

O PSEC11 perdeu potencial de valorização, mas aumentou de maneira relevante suas chances de entregar mais dividendos em 2026. Não estamos 100% satisfeitos com isso, mas compreendemos os motivos que levaram a gestão a tomar essa atitude.

Para mais informações, confira a análise atualizada. Por fim, a recomendação segue sendo de compra, mas estamos questionando o protagonismo do fundo na carteira.

PSEC11
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26
May
às
13:00
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Chevron e o mercado global de energia

O mercado global de energia registrou forte volatilidade recente, com o barril do tipo Brent subindo para patamares acima dos 100 dólares. A tese de investimento na gigante Chevron permanece intacta, apoiada na eficiência de suas operações e em metas consolidadas de produção de xisto na Bacia do Permiano.

A última atualização reforça que o papel se consolida como uma opção estratégica e defensiva para carteiras diversificadas com foco em proventos. O sentimento do mercado de curto prazo reflete incertezas no cenário inflacionário, embora a volatilidade nas margens de refino e exploração ainda exija atenção devido à natureza essencialmente cíclica do setor.

Para as ações da companhia, a tendência provável de longo prazo mantém-se favorável, uma vez que a solidez de sua estrutura de capital e a política constante de geração de valor protegem a participação do acionista contra diluições, mesmo durante acomodações temporárias nos preços das commodities. Acesse o relatório completo abaixo.

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CHVX34 | CVX
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26
May
às
12:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Últimos resultados do JP Morgan são positivos

A maior holding financeira dos Estados Unidos segue consolidando sua liderança de mercado por meio de uma recente reorganização operacional que unificou as frentes corporativa e de atacado. A avaliação técnica reforça que as fusões estratégicas realizadas historicamente pelo banco conferem um ganho de escala e uma sinergia de serviços que blindam a operação contra momentos de estresse econômico global.  

A atualização indica que o ativo continua sendo uma opção defensiva e previsível para a composição de carteiras focadas no longo prazo. O sentimento em relação ao papel é sustentado pela qualidade superior de sua carteira de crédito e pelo modelo robusto de eficiência operacional, o que permite mitigar riscos regulatórios e flutuações nas taxas de juros americanas. A tendência para a ação permanece favorável, posicionando o banco como um porto seguro no setor financeiro internacional frente ao cenário de maior competição.

Para mais informações, acesse o relatório completo abaixo.

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JPMC34 | JPM
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26
May
às
7:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
BOJ e as taxas de juros

O vice-diretor do Banco do Japão (BOJ), Ryozo Himino, reafirmou que a autoridade monetária manterá o plano de elevar gradualmente a taxa básica de juros, mas alertou que o cronograma exato dependerá dos impactos dos conflitos no Oriente Médio sobre a economia e os preços no país.

Em depoimento ao parlamento japonês, o dirigente destacou que o banco central continuará ajustando o grau de acomodação monetária conforme o comportamento da inflação ao produtor e a atividade econômica. O posicionamento ocorre em meio à crescente percepção de mercado de que o BOJ possa promover um aumento de pelo menos 25 pontos-base na taxa de juros já na reunião de junho, motivado pela pressão inflacionária global decorrente das tensões geopolíticas.

Para o investidor, o tom de cautela adotado pelo BC japonês reforça a necessidade de hedge geopolítico em carteiras globais, dada a sensibilidade do Japão à importação de energia e os potenciais impactos nas cadeias de suprimentos. A sinalização de alta de juros condicionada a choques externos tende a sustentar uma volatilidade de curto prazo no iene e nos títulos públicos japoneses (JGBs), cujos rendimentos de longo prazo já refletem as preocupações globais com a inflação.

A consolidação dessa trajetória de aperto monetário sugere uma realocação gradual de fluxos de capital de ativos de risco globais de volta para o mercado japonês à medida que os yields locais se tornem mais atrativos, embora o ritmo dependa diretamente da escala da crise no Oriente Médio.

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FAVORITOS
26
May
às
1:00
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Mills: venda para grupo francês muda completamente a tese

A Mills construiu uma das histórias de recuperaçãooperacional mais relevantes da bolsa brasileira nos últimos anos. A companhiasaiu de prejuízo para níveis recordes de rentabilidade, ampliou sua presençanacional, consolidou aquisições importantes e fortaleceu sua posição como líderem locação de equipamentos na América Latina. Além disso, segue inserida em ummercado ainda bastante pulverizado, com forte potencial estrutural decrescimento.

Porém, o anúncio da aquisição do controle da empresa pelogrupo francês Loxam mudou significativamente a assimetria da tese. Apesar daexcelente qualidade operacional da companhia, entendemos que boa parte doupside já foi capturado pelo mercado após a transação anunciada.

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MILS3
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25
May
às
16:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Boletim Focus do dia

O Boletim Focus desta segunda-feira segue trazendo notícias negativas.

As estimativas de inflação subiram novamente, alcançando, pela primeira vez neste ano, patamar superior a 5%. Em contrapartida, a estimativa para o dólar ao final do ano caiu de R$5,20 para R$5,17.

O mais preocupante é a alta da expectativa de inflação para o ano que vem. Problemas de longo prazo indicam defeitos estruturais, algo que pode gerar mais incerteza sobre o ritmo de corte da Taxa Selic.

Para 2026, espera-se uma Selic de 13,25% ao fim do ano e, para 2027, de 11,25%.

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25
May
às
15:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Atualização do AFHI11

O AFHI11 teve seu melhor rendimento mensal dos últimos 10 meses. O resultado do mês foi de R$1,10/cota, e o rendimento foi de R$1,03/cota. Mesmo com esse pagamento, a reserva do fundo continua robusta, em R$0,55/cota, sendo R$0,30/cota de resultado e R$0,25/cota de inflação acruada. A grande diferença é que a inflação acruada só consegue ser liberada via giro da carteira.

O resultado deste mês foi impactado pelo IPCA de 0,77%, e o do próximo mês será pelo IPCA de 0,88%; portanto, a expectativa é ainda melhor. A estratégia adotada pela gestão no ano é comprar ativos ligados ao IPCA de prazo mais longo e ativos atrelados ao CDI com prazo reduzido. Assim, é possível aproveitar o alto patamar da Selic e as boas taxas reais oferecidas para títulos de longo prazo.

O fundo está realizando sua 8.ª emissão de cotas, com o objetivo de captar R$80 milhões. Esses recursos irão contribuir para a entrega do objetivo do ano.

AFHI11
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25
May
às
14:00
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Atualização do BRCO11

O BRCO11 possui 14 imóveis em seu portfólio, sendo que 13 são classificados como A+ por seu padrão construtivo. Mesmo com essa qualidade, a vacância física do fundo está em 11%, maior patamar dos últimos 20 meses.

A quantidade de áreas vagas não impediu o aumento dos rendimentos, que saíram de R$0,87/cota para R$0,95/cota. A vacância tem tirado do fundo R$1,2 milhão de resultado por mês, o equivalente a R$0,07/cota.

O prazo médio dos contratos do fundo é de 4,8 anos, sendo que 37% deles são atípicos. Ainda vale destacar que 50% da receita receberá reajuste pela inflação no segundo semestre de 2026.

Apesar do momento relativamente favorável para o fundo, existem opções melhores no setor de galpões.

BRCO11
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25
May
às
11:00
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Mercado de ações em Taiwan

O valor de mercado das ações de Taiwan ultrapassou o da Índia, impulsionado pela forte valorização da Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC), a maior fabricante de chips do mundo. A capitalização de mercado da ilha alcançou US$ 4,95 trilhões nesta segunda-feira, enquanto o valor de mercado indiano recuou para US$ 4,92 trilhões.

O rali das ações da TSMC, que compõem cerca de 30% do principal índice acionário de Taiwan, reflete a demanda global massiva e contínua por semicondutores voltados à infraestrutura de inteligência artificial.

Essa mudança de posições destaca a forte concentração do capital global em teses de tecnologia e infraestrutura de inteligência artificial, conferindo ao mercado taiwanês um prêmio de crescimento acelerado. Contudo, essa dependência excessiva em relação à TSMC eleva o risco de volatilidade setorial e geopolítica para as carteiras de ações da região.

Embora o cenário aponte para a continuidade da liderança tecnológica da empresa, investidores devem monitorar tanto os riscos de gargalos na cadeia de suprimentos globais quanto os recentes avanços de concorrentes asiáticos no desenvolvimento de semicondutores.

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GERAL
25
May
às
9:59
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Gigante europeia compra Mills com prêmio de 22% e avança no Brasil

A aquisição reforça a estratégia de expansão da Loxam no Brasil. O grupo francês já atua no país desde 2015 e vinha ampliando sua presença com aquisições no segmento de locação de equipamentos e geração de energia. Agora, passa a incorporar a líder latino-americana em plataformas elevatórias e soluções para construção civil e indústria.

Segundo a companhia, existe forte complementaridade entre os negócios. Enquanto a Loxam possui maior atuação em equipamentos compactos, iluminação e geração temporária de energia, a Mills possui forte presença em plataformas elevatórias, equipamentos pesados, intralogística e escoramento. Nos últimos anos, a Mills vinha acelerando sua estratégia de crescimento via aquisições, incluindo a compra da JM Empilhadeiras e da Next Rental, fortalecendo sua atuação em equipamentos pesados e intralogística.

MILS3
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25
May
às
9:24
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Smart Fit aprova novo programa de recompra de ações

A Smart Fit aprovou um novo programa de recompra de ações que permitirá a aquisição de até 13,6 milhões de ações ordinárias, equivalente a aproximadamente 2,5% das ações em circulação no mercado. O programa terá duração de 18 meses, permanecendo vigente até novembro de 2027. Segundo a companhia, o objetivo da recompra é maximizar a geração de valor aos acionistas, mantendo disciplina na alocação de capital. As ações adquiridas poderão permanecer em tesouraria para posterior cancelamento, venda futura ou utilização em programas de remuneração de longo prazo para executivos.

SMFT3
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25
May
às
7:44
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Raízen entra em nova rodada de negociações com credores

A Raízen iniciou uma nova rodada de negociações com credores enquanto se aproxima o prazo para apresentação de seu plano de recuperação extrajudicial, que envolve cerca de R$ 65 bilhões em dívidas. Segundo fontes ouvidas pelo Valor Econômico, a companhia ainda não conseguiu o apoio dos “bondholders”, detentores da dívida externa da empresa, mas avalia que pode aprovar o plano com o suporte de bancos e credores locais.

Pela legislação, a empresa precisa obter a adesão de ao menos 50% do volume total da dívida para homologar o acordo na Justiça. A avaliação interna é que esse percentual pode ser atingido com o apoio de bancos, debenturistas e detentores de CRAs, mesmo sem consenso dos investidores internacionais. Os “bondholders” seguem pressionando por condições melhores no alongamento da dívida que não será convertida em participação acionária. Entre as principais exigências está o aumento da taxa de remuneração da parcela remanescente da dívida, que atualmente teria sido proposta pela companhia em um intervalo entre 7% e 7,5% ao ano.

Nas discussões já há consenso sobre a conversão de aproximadamente 45% da dívida em ações, o que deve resultar em uma diluição significativa dos atuais acionistas. Pelas estimativas, os credores poderão assumir mais de 80% do capital da companhia após a reestruturação. A Shell deve realizar um aporte de R$ 3,5 bilhões na Raízen, enquanto Rubens Ometto, controlador da Cosan, deve ficar fora da capitalização adicional da empresa. Com isso, cresce a expectativa de sua saída da presidência do conselho de administração, uma das principais demandas dos credores durante as negociações.

RAIZ4
CSAN3
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