
O JSRE11 vem apresentando resultados interessantes.
Mesmo com o setor de lajes enfrentando um momento desafiador, o fundo mantém uma vacância quase nula.
Além disso, o JSRE11 tem gerado mais resultado do que vem distribuindo. Em 6 dos 7 meses completos de 2025, o fundo conseguiu apresentar sobra de resultado, o que aumentou sua reserva acumulada.
O principal problema do fundo continua sendo a dívida atrelada ao CDI. Cerca de 50% de todas as despesas do JSRE11 em 2025 referem-se aos juros dessa dívida.
Embora os resultados de 2025 estejam agradando, a expectativa é de que 2027 seja um ano bastante desafiador, devido ao grande número de contratos com vencimento previsto. Para o fundo, é fundamental que a Selic sofra uma queda expressiva até lá.

O JPMorgan Chase & Co. registrou um desempenho sólido no segundo trimestre de 2025, superando as expectativas de lucro e receita. O resultado foi impulsionado pelo forte avanço das áreas de mercados e banco de investimento, que se beneficiaram do aumento nas operações de renda fixa, ações, fusões e aquisições. A instituição revisou para cima sua projeção anual de receita líquida de juros e manteve uma posição de capital e liquidez robusta.
Também reforçou a política de retorno ao acionista com dividendos e recompra de ações. O CEO Jamie Dimon destacou a resiliência da economia dos EUA, mas alertou para riscos fiscais e geopolíticos. A empresa segue em nosso ranking de recomendações como uma boa opção no setor financeiro americano.

O Public Storage é um dos maiores operadores de self-storage dos Estados Unidos, com presença na maioria dos estados e participação acionária em instalações na Europa. O REIT atua na aquisição, desenvolvimento e operação de unidades de armazenamento, sendo referência no setor pela escala e solidez do portfólio.
Atualizamos recentemente o relatório da companhia, e ela segue fazendo parte do nosso ranking de recomendações, reforçando sua relevância como opção de investimento no segmento imobiliário voltado para armazenamento.

O Nubank colheu uma sequência de revisões positivas após divulgar, em 14 de agosto, lucro líquido de US$ 637 milhões (R$ 3,6 bilhões), alta de 42% na base anual. Desde então, a ação acumulou cerca de 18% de valorização e, no ano, 34%, com analistas elevando recomendações e preços-alvo. Entre os fatores citados pelos relatórios estão: a recuperação de NII e NIM com inadimplência estável, a aceleração da operação no México sob nova liderança e com licença bancária, um pano de fundo macro mais benigno — com inflação cedendo e perspectiva de queda da Selic — e a incorporação de tecnologia de inteligência artificial da Hyperplane para calibrar limites de cartão e modelos de crédito. O conjunto reforça a narrativa de crescimento com rentabilidade do banco digital e explica por que, no mesmo ambiente setorial, as preferências se deslocaram de BBAS3 para NU.

O XPML11 não vai quebrar, mas seus dividendos devem cair.
O fundo está nos holofotes do mercado devido à sua alta alavancagem. O grande temor dos investidores é o elevado volume de obrigações no curto prazo.
Embora a gestão tenha a opção de vender imóveis para cumprir os pagamentos, a alternativa mais provável é o alongamento da dívida por meio da emissão de CRI.
Ao contratar um CRI, o XPML11 passará a arcar com o pagamento de juros mensais, o que reduzirá seu resultado e, consequentemente, os dividendos.
A própria gestão já sinalizou a queda no patamar de distribuições, projetando valores mais próximos de R$0,80 por cota em 2026.
Essa redução altera a recomendação do fundo? O XPML11 continua competitivo em relação aos demais FIIs do setor de shoppings?
O relatório do fundo foi totalmente atualizado. Confira a análise completa!

A alta da Selic provoca a desvalorização dos imóveis. Com os juros elevados, há uma redução na oferta de crédito, o que diminui a quantidade de compradores no mercado. Essa queda na demanda resulta em uma redução nos preços.
Também observamos influência na forma de avaliação do preço justo dos ativos. O cálculo do valor justo de um imóvel é feito pelo método do fluxo de caixa descontado. Sem entrar em detalhes técnicos, o ponto mais relevante é que a taxa de juros é inserida no denominador da fórmula — portanto, quanto maior a taxa, menor o valor resultante.
Cientes desse efeito, já esperávamos a queda do valor patrimonial dos fundos de tijolo. Os imóveis em carteira são reavaliados anualmente pelo método do fluxo de caixa, e o aumento da Selic naturalmente exerce uma pressão negativa sobre esses valores.
O XPML11 foi o FII mais recente a anunciar uma queda de 2,61% em seu valor patrimonial por cota.
Vale destacar que a queda da Selic provoca o efeito contrário: a valorização dos ativos. Com isso, o fundo ganha mais liberdade para vender imóveis com lucro e, consequentemente, aumentar seus dividendos.
Esse comportamento apenas reforça a importância da queda dos juros para a valorização dos fundos imobiliários.

A Apple teria discutido internamente a possibilidade de adquirir a startup francesa de inteligência artificial Mistral e a empresa Perplexity, segundo reportagem do The Information citando fontes próximas ao assunto. Se as aquisições se concretizarem, a Apple poderá reforçar de forma significativa sua presença no mercado de IA generativa, competindo de maneira mais direta com empresas como Google, Microsoft e OpenAI. A integração das tecnologias da Mistral e da Perplexity poderia acelerar o desenvolvimento de soluções próprias de IA, fortalecer seus produtos e serviços e reduzir a dependência de parcerias externas

Sempre reforçamos a importância de investir em fundos com diversificação de portfólio.
A grande dependência de um único imóvel ou de um único inquilino deixa o fundo exposto a eventos completamente inesperados.
Não é possível prever as enchentes no Rio Grande do Sul, o desabamento de parte de um imóvel, como no VISC11, ou a fraude das Americanas. Por isso, a diversificação é tão importante: até os riscos mais esdrúxulos estão cobertos.
O TRBL11 é um exemplo disso, já que não foi recomendado pelo Simpla devido à sua grande dependência dos Correios. Os defensores do fundo afirmavam, corretamente, que havia segurança no acordo entre as partes, por se tratar de um contrato atípico com prazo de 10 anos.
Entretanto, “seguro morreu de velho”. O fundo anunciou recentemente a saída do inquilino após a ocorrência de problemas estruturais no empreendimento.
A gestão do fundo informou que buscará a Justiça para recuperar valores devidos decorrentes da rescisão. Os Correios representavam 47% da receita do TRBL11.
Bons imóveis, bons inquilinos e boa gestão são formas de minimizar o risco de um fundo imobiliário. Entretanto, a diversificação continua sendo a melhor alternativa para esse objetivo.

Elon Musk deve entrar com um processo contra a Apple e a OpenAI, acusando as empresas de formarem uma aliança monopolista ao integrar o ChatGPT exclusivamente aos sistemas operacionais da Apple e dar prioridade a ele na App Store. Segundo a ação, movida no Texas por suas empresas xAI e X, a Apple domina cerca de 65% do mercado de smartphones e a OpenAI detém ao menos 80% do mercado de chatbots de IA generativa, o que configuraria violações das leis antitruste dos EUA e do Texas. A acusação alega que essa parceria limita a concorrência, obrigando usuários de iPhone a utilizar o ChatGPT para tarefas-chave, mesmo havendo alternativas como o Grok, da xAI.

O tema mais comentado neste início de semana foi o desabamento em um ativo do HGLG11.
O fundo possui uma obra em andamento localizada em Simões Filho (BA), onde parte do muro de contenção cedeu. Não houve feridos no incidente.
O desenvolvimento tinha previsão de conclusão para fevereiro de 2026 e investimento total estimado em R$265 milhões. Após o ocorrido, esperamos um aumento no custo e certo atraso no cronograma. A gestão ainda não trouxe informações mais detalhadas.
Apesar do susto, o resultado do fundo não será afetado, pois a obra representa menos de 5% do patrimônio do HGLG11. Com R$5,5 bilhões de patrimônio líquido, o fundo já conquistou uma robustez que o protege de pequenos eventos isolados.
Assim que tivermos mais atualizações, manteremos vocês informados. A mensagem de hoje é que não há motivo para preocupação com o fundo.

O Iraque elevou sua capacidade de refino para 1,3 milhão de barris por dia, ante 1,1 milhão em 2024. O gabinete do primeiro-ministro afirma que a meta é avançar a 1,65 milhão nos próximos anos, aproximando o país da autossuficiência em derivados e reduzindo a dependência de importações. O país também fez acordos recentes com companhias estrangeiras como Chevron, BP e TotalEnergies, em meio a um mercado que encerrou a sexta-feira, 22 de agosto, com o Brent a US$ 67,73 e o WTI a US$ 63,66.
O anúncio não altera, por si só, a extração de petróleo bruto, mas sinaliza aumento da oferta regional de combustíveis como gasolina e diesel, o que tende a suavizar pressões sobre preços locais de derivados e a logística de suprimento no Oriente Médio. Em um quadro global marcado por oscilações de demanda e ajustes de produção entre membros da Opep, a expansão do parque de refino iraquiano reforça a estratégia do país de capturar mais valor na cadeia e mitigar custos com importações, com impacto imediato mais forte no mercado regional de derivados do que nas cotações internacionais do petróleo.

Ações
BBSE3: as ações subiram no Ranking por entendemos que sua recente desvalorização foi mais severa do que a perda de resultados que o Banco do Brasil enfrenta. O braço de seguridade é bem defensivo e esperamos bons dividendos para esse ano e nos próximos.
Fundos Imobiliários
VGIP11: O fundo perdeu posições no ranking, de forma que se tornou o 4º fundo de papel mais bem posicionado. Os 3 concorrentes a sua frente estão com reserva acumulada maior, portanto mais preparados para a queda da inflação.
Ativos Globais
Sem atualizações relevantes no Ranking.

Estados Unidos e União Europeia deram um passo significativo nas negociações comerciais ao anunciarem um novo quadro de referência para um acordo que busca reduzir tensões tarifárias. Pela proposta, os EUA estabeleceriam um teto de 15% sobre cerca de 70% das importações de bens europeus — incluindo automóveis, semicondutores e produtos farmacêuticos — valor bem abaixo da tarifa de 50% inicialmente colocada.
Em contrapartida, a União Europeia se comprometeria a ampliar a abertura de mercados para produtos norte-americanos, com planos de investir US$600 bilhões nos EUA e adquirir US$750 bilhões em energia dos Estados Unidos, embora esses valores dependam de iniciativas privadas. Apesar do avanço, pontos sensíveis permanecem sem solução, como as regras de origem, barreiras digitais, controle de minerais estratégicos — especialmente envolvendo a China — e tarifas específicas para setores como vidro e bebidas alcoólicas.

A Disney acabou de lançar oficialmente seu novo serviço de streaming da ESPN, oferecendo agora conteúdo esportivo direto ao consumidor. Os assinantes terão acesso à programação completa da ESPN, incluindo canais, grandes eventos esportivos como NFL, e campeonatos de diferentes modalidades, sem a necessidade de TV a cabo. O serviço vai além da simples transmissão, oferecendo recursos interativos como destaques personalizados, integração com estatísticas de fantasy, ferramentas de apostas pelo ESPN Bet, vídeos verticais e personalização de conteúdos como o SportsCenter, além de e-commerce integrado.
Para reforçar a atratividade da oferta, a Disney lançou pacotes promocionais que incluem ESPN, Disney+ e Hulu por US$35,99 ao mês nos EUA, e fechou uma parceria com a Fox para disponibilizar, a partir de outubro de 2025, um combo conjunto de esportes e entretenimento por US$39,99 mensais. A estratégia mira consumidores que buscam substituir a TV por assinatura por alternativas digitais mais flexíveis e personalizadas, ao mesmo tempo em que reforça a posição da Disney no disputado mercado de streaming. A companhia continua com perspectivas favoráveis em nosso ranking de stocks.

A Unilever entregou um segundo trimestre com crescimento subjacente de 3,8%, acima do esperado, sustentado pelo bom desempenho em Personal Care, Beauty & Wellbeing e pelo avanço da divisão de sorvetes, que será desmembrada. Houve resiliência em mercados desenvolvidos e sinais de recuperação em emergentes, enquanto margens e gestão de custos mantiveram-se sólidas, apoiadas pelo programa de produtividade. A empresa também avançou na reestruturação estratégica, com a confirmação do spin-off da unidade de sorvetes até novembro de 2025, buscando foco em segmentos de maior rentabilidade.
Por outro lado, o trimestre expôs pontos de atenção. A queda do EPS ajustado, a retração no fluxo de caixa livre e os custos associados à separação da divisão de sorvetes indicam pressões operacionais no curto prazo. Além disso, a saída de uma unidade que apresentou crescimento relevante levanta dúvidas sobre a composição futura do portfólio e a capacidade de manter o ritmo de expansão. O desafio será executar a transição mantendo margens e capturando valor nas categorias estratégicas remanescentes. Seguimos com recomendação positiva da empresa.

O DEVA11 seguiu o mesmo caminho de seu “irmão” HCTR11.
Com operações bastante semelhantes, ambos os fundos conquistaram destaque em 2020 e 2021, mas enfrentaram um processo de decadência nos últimos anos.
Enquanto o HCTR11 conta com apenas 16% de seus devedores adimplentes, o DEVA11 apresenta um índice um pouco melhor, com 30%.
O risco de inadimplência é elevado e o mercado reconhece esse cenário, motivo pelo qual ambos os fundos são negociados com significativo desconto em relação ao seu valor patrimonial.
Mesmo com a redução dos dividendos, a forte queda nas cotações elevou o dividend yield desses fundos. O investidor desatento pode observar o rendimento dos últimos 12 meses, próximo de 20%, e acreditar estar diante de uma grande oportunidade.
No entanto, o dividend yield pode ser uma armadilha perigosa. Lembre-se sempre de analisar os fundamentos dos FIIs antes de investir.

No segundo trimestre fiscal, o Walmart apresentou crescimento nas vendas, impulsionado principalmente pela demanda por alimentos e produtos essenciais a preços mais acessíveis. As vendas comparáveis nos Estados Unidos avançaram 4,6%, enquanto o faturamento global atingiu US$177,4 bilhões, uma alta próxima de 5%. O comércio eletrônico também foi destaque, com avanço de 25% no período. Para mitigar os efeitos da inflação e do impacto das tarifas, a empresa aplicou cerca de 7.400 reduções de preço, estratégia que ajudou a manter a competitividade.
Apesar da performance robusta nas receitas e do otimismo nas perspectivas para o ano, o lucro por ação ficou ligeiramente abaixo do esperado, o que levou a uma queda de mais de 2% nas ações logo após a divulgação dos resultados. O mercado interpretou essa divergência como um sinal de que, mesmo com a força operacional e os ajustes estratégicos, a pressão sobre margens e custos ainda é um desafio para a companhia.

O TRXF11 anunciou a conclusão da venda de um ativo localizado em Teresina, Piauí.
A transação foi firmada pelo valor de R$69 milhões, dos quais R$44 milhões já foram pagos e R$25 milhões foram parcelados em 25 prestações mensais, sem reajuste.
O lucro estimado por cota é de R$0,22, porém ele será diluído ao longo do recebimento das parcelas. Isso ocorrerá porque o pagamento à vista foi direcionado à redução da alavancagem do fundo.
Cerca de 64% do valor da transação foi abatido do saldo devedor do TRXF11. A alavancagem do fundo continua bastante elevada, mas o risco é considerado controlado devido ao prazo dos contratos de aluguel vigentes em sua carteira.

Um dos maiores REITs de self-storage dos EUA tem entregado bons resultados nos últimos anos e, recentemente, soltou seus resultados. Clique no relatório para saber mais sobre esse ativo, que está entre nossas recomendações no ranking de REITs.

A conjuntura do 2T25 foi marcada por um ambiente macroeconômico ainda desafiador, mas com sinais de acomodação da inflação e manutenção da taxa Selic em patamar elevado. Esse cenário trouxe efeitos mistos para o setor bancário: enquanto a margem financeira com clientes se beneficiou de spreads mais robustos, a inadimplência seguiu pressionada pela renda ainda fragilizada das famílias.
No caso do Banco do Brasil, a administração destacou a resiliência do portfólio de crédito e o crescimento consistente em linhas de maior rentabilidade, com reforço no agronegócio e no crédito consignado. A diretoria sinalizou otimismo cauteloso quanto ao segundo semestre, reforçando que a carteira de crédito deve manter expansão moderada, ancorada em segmentos menos voláteis. A percepção sobre a inadimplência foi de que o pico já pode ter sido atingido, mas o ambiente exige monitoramento próximo, especialmente em pessoa física não consignada e pequenas empresas. Em paralelo, a instituição ressaltou avanços na digitalização, buscando ganhos de eficiência e maior engajamento com os clientes.
No 2T25, a carteira de crédito expandida do Banco do Brasil alcançou R$1.294,3 bilhões, crescimento de 11,2% em 12 meses e de 1,3% no trimestre. O avanço foi equilibrado entre segmentos: pessoas físicas atingiram R$342,6 bilhões (+8,0% A/A), pessoas jurídicas, R$468,0 bilhões (+14,7% A/A) e agronegócios, R$404,9 bilhões (+8,0% A/A). O destaque foi o desembolso de R$225 bilhões no Plano Safra 24/25, consolidando a liderança do banco no setor.
Esse dinamismo reforçou as receitas financeiras, que cresceram 26,5% no semestre, ainda que pressionadas pelo maior custo de captação. A margem financeira bruta somou R$25,1 bilhões no trimestre, alta de 4,9% T/T, mas queda de 1,9% A/A, impactada pela elevação da TMS e da TR, além dos efeitos da Resolução nº 4.966/21, que alterou a forma de apropriação de juros.
A inadimplência acima de 90 dias encerrou junho em 4,21%, aumento de 35 p.b. frente a março e de 296 p.b. em 12 meses. O índice foi de 5,59% em pessoas físicas, 4,18% em pessoas jurídicas e 3,49% no agro — setor que continua sob pressão pelos estoques de operações não liquidadas na safra anterior e pelo uso crescente de recuperações judiciais. O custo do crédito disparou para R$15,9 bilhões no trimestre, avanço de 56,7% em relação ao 1T25 e mais que o dobro do registrado um ano antes.
A cobertura da inadimplência caiu para 179%, ante 185% no 1T25 e 191% no 2T24, refletindo maior exposição líquida ao risco. Esse conjunto sinaliza que, embora a carteira continue crescendo, a deterioração na qualidade do crédito exige reforço de provisões e tende a manter pressão sobre os resultados futuros.
O lucro líquido ajustado foi de R$3,8 bilhões no 2T25, queda de 48,7% em relação ao 1T25 e de 60,2% ante o 2T24. O retorno sobre o patrimônio líquido recuou para 8,4% no trimestre, ante 16,7% no 1T25 e 21,6% um ano antes, evidenciando forte compressão de rentabilidade.
No acumulado do semestre, o lucro ajustado somou R$11,2 bilhões, com ROE de 12,6%, ainda aquém do patamar histórico do banco. A queda foi explicada principalmente pelo salto nas provisões, já que as receitas de serviços e a margem financeira mantiveram trajetória positiva.
A revisão do guidance para lucro de R$21–25 bilhões em 2025 reflete a postura mais conservadora da administração diante do cenário desafiador, com maior peso do agro e das mudanças regulatórias.