
Ações
ITUB4: Após a recente valorização das ações, optamospor rebaixar o ativo para VENDA. A principal razão para essa mudança é onível atual de valuation, que se expandiu de forma relevante impulsionado pelofluxo de capital estrangeiro.
No preço atual, entendemos que o banco precisaria entregarum retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) significativamente superiorao que vem apresentando de forma recorrente para justificar o patamar denegociação. Diante disso, avaliamos que a relação risco-retorno se tornoudesfavorável.
Mudanças no Ranking
Realizamos ajustes pontuais nas primeiras posições doranking, refletindo as recentes oscilações do mercado e a atualização relativados valuations. Não houve alteração estrutural de tese.
FIIs
Não houve mudanças nesta semana.
Global
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Atualizamos a análise do BBFO11, e sua recomendação foi alterada para venda.
O BBFO11 é um fundo de fundos, classe que não agrega valor à carteira do investidor em um horizonte de longo prazo, mas que pode proporcionar bons ganhos no curto e no médio prazo.
Justamente com essa visão, fizemos a recomendação de compra do fundo por volta de R$59,04 e, agora, recomendamos a venda na casa dos R$72. Se somarmos o dividendo pago no período, o ganho com o fundo, já líquido de impostos, é superior a 30%.
Nesse período, também observamos uma piora na carteira do fundo, pois a concentração em recebíveis aumentou e ativos de maior qualidade foram substituídos. Portanto, além do preço, identificamos motivos qualitativos que sustentam a recomendação de venda.
Esta é a hora de colocar os lucros no bolso, a fim de investir em outros FOFs que ficaram para trás na recuperação do IFIX.

A AMD (Advanced Micro Devices) anunciou um acordo estratégico massivo de 6 gigawatts com a Meta para fornecer a próxima geração de infraestrutura de inteligência artificial da gigante das redes sociais. Este é o segundo grande contrato de "mega escala" da AMD em poucos meses — após um acordo similar com a OpenAI em outubro de 2025 —, consolidando a arquitetura de GPUs Instinct MI450 como uma alternativa viável ao domínio da Nvidia.
A parceria prevê o desenvolvimento de silício customizado e sistemas otimizados para as cargas de trabalho específicas da Meta, com as primeiras implantações em larga escala programadas para a segunda metade de 2026.
Este movimento é um divisor de águas para o investidor, pois valida a AMD como uma competidora de peso no mercado de chips para IA de alta performance, reduzindo a percepção de monopólio da Nvidia. A escala do acordo — medida em gigawatts de potência computacional — sinaliza uma previsibilidade de receita bilionária a longo prazo e acelera a adoção do ecossistema de software ROCm em detrimento do padrão CUDA.

A Chipotle encerrou o quarto trimestre de 2025 com um crescimento de receita sustentado pela abertura agressiva de novas lojas e receitas extraordinárias, como a contabilização de cartões-presente não utilizados. Apesar do avanço no faturamento bruto, a rede enfrentou uma retração nas vendas comparáveis (mesmas lojas), resultado de uma queda no volume de transações que sinaliza a fadiga do consumidor norte-americano perante os preços atuais.
Operacionalmente, a companhia viu suas margens serem pressionadas pela inflação de insumos e custos trabalhistas, embora tenha superado levemente as projeções de lucro por ação devido a um robusto programa de recompra de papéis.
Para o mercado, o resultado revela um cenário de transição onde o crescimento orgânico deu lugar a uma expansão puramente física para manter o ritmo do negócio. A dependência da abertura de novas unidades para mascarar o tráfego negativo nas lojas existentes acende um sinal de alerta sobre o teto de saturação e a fidelidade da base de clientes.
No entanto, a sólida posição de caixa e o investimento em inteligência artificial para otimizar o serviço indicam que a gestão está focada em eficiência marginal. O investidor deve monitorar se as novas estratégias de marketing e tecnologia serão capazes de retomar o fluxo de público em 2026, dado que a valorização do ativo no longo prazo dependerá da recuperação das margens operacionais. Para mais detalhes, acesse o relatório completo.

O Itaú segue como o banco privado mais sólido e rentável do país, com histórico consistente de geração de lucro, carteira de crédito de alta qualidade e forte presença tanto no varejo quanto no atacado. A instituição demonstra capacidade de adaptação ao avanço das fintechs, mantendo eficiência operacional, boa gestão de risco e posição de capital confortável, mesmo em um ambiente macroeconômico mais desafiador.
Apesar da robustez operacional e da liderança no setor, avaliamos que o atual patamar de preço reduz a margem de segurança para o investidor. No relatório completo, detalhamos os números, riscos, qualidade da carteira e os motivos da revisão na recomendação. Acesse agora o portfólio na plataforma e confira a análise completa.
Revisamos a recomendação. Entenda por que um dos bancos mais sólidos do Brasil saiu da nossa preferência.

O Bitcoin registrou uma queda de aproximadamente 2% nesta segunda-feira (23), perdendo brevemente o suporte psicológico de US$65.000. O movimento estende uma trajetória de desvalorização acentuada, com o ativo operando cerca de 50% abaixo de sua máxima histórica de US$126.000 atingida em outubro passado.
A pressão vendedora foi intensificada pela instabilidade institucional nos EUA após o anúncio de novas tarifas globais de 15% pelo governo Trump, o que provocou um recuo generalizado em ativos de risco e afetou diretamente ações correlacionadas, como Coinbase e MicroStrategy.
Para o investidor, o comportamento recente do Bitcoin questiona sua tese de "ouro digital" em momentos de estresse geopolítico, uma vez que o capital tem migrado para portos seguros tradicionais, como o ouro físico, que opera em alta. Contudo, pensando em horizontes mais longos de tempo, o ativo continua com os fundamentos positivos.

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos emitiu uma decisão histórica que considerou ilegais as tarifas de importação aplicadas pela administração Trump, sob o argumento de que o Executivo excedeu sua autoridade constitucional ao usurpar poderes tributários do Congresso. Em uma reação imediata e agressiva, o presidente Donald Trump atacou a Corte e anunciou, via rede social, a imposição de uma nova tarifa global de 10% sobre todas as importações, elevando-a para 15% logo em seguida. Diante do impasse jurídico e institucional, os órgãos alfandegários dos EUA suspenderam temporariamente a coleta de tributos considerados ilegais pela sentença, mergulhando o comércio exterior em um estado de paralisia administrativa.
Para o investidor, o cenário é de volatilidade elevada, refletindo o temor de uma guerra comercial descontrolada e de uma crise institucional entre os poderes nos EUA. A incerteza sobre os custos de importação e as possíveis retaliações de parceiros comerciais globais pressionam as margens de lucro de empresas multinacionais e do setor de varejo, enquanto o dólar tende a oscilar. No curto prazo, a tendência é de forte pressão vendedora em bolsas globais, com o mercado aguardando uma definição sobre a validade legal das novas ordens executivas e o impacto inflacionário que o aumento súbito de tarifas pode gerar na economia americana.

A American Tower (AMT) reportou receita de US$ 2,74 bilhões no quarto trimestre de 2025, superando as estimativas de mercado que previam US$ 2,68 bilhões. No acumulado do ano, a companhia registrou um crescimento de 5,1% no faturamento total, atingindo US$ 10,64 bilhões, enquanto o lucro ajustado por ação (AFFO) foi de US$ 10,76.
Apesar do impacto de perdas cambiais que pressionaram o lucro líquido contábil, a empresa manteve uma performance operacional sólida, impulsionada pelo crescimento orgânico de faturamento de inquilinos em torno de 5% e pela expansão de sua infraestrutura de data centers.
Para o investidor, o resultado reforça a resiliência do modelo de negócios de infraestrutura de telecomunicações, mesmo diante de um cenário de volatilidade cambial global. A superação das projeções de receita e o cumprimento das metas anuais sugerem que a demanda por conectividade 5G e processamento de dados continua a sustentar o fluxo de caixa da companhia, que continua em nossa carteira recomendada.

Amanhã, às 20h, teremos uma live especial com a SEER Educacional para discutir os resultados recentes, a estratégia da companhia, o avanço dos cursos de saúde, cenário regulatório e perspectivas para os próximos anos.
Será uma oportunidade para aprofundar os principais pontos da tese, esclarecer dúvidas ao vivo e entender como a gestão está posicionando a empresa para o novo ciclo do setor. 🔔 Clique aqui e ative o lembrete.

Os resultados da NVIDIA funcionam como o "termômetro real" do setor de Inteligência Artificial, pois a companhia detém cerca de 80% do mercado de chips voltados para essa tecnologia. O balanço desta quarta-feira (25) é crucial para validar se o massivo investimento das Big Techs (como Microsoft e Meta) em infraestrutura de dados está gerando o retorno esperado ou se há sinais de fadiga.
Como a arquitetura Blackwell entra agora em fase de produção em larga escala, os números de receita do segmento de Data Centers — projetados para atingir a marca recorde de US$60 bilhões — serão interpretados como a confirmação de que a transição global para o novo modelo computacional de IA ainda está em sua fase acelerada de expansão.
Para o ecossistema de tecnologia, o desempenho da NVIDIA dita o ritmo das avaliações de mercado (valuations) de todo o setor de semicondutores e serviços de nuvem. Uma surpresa positiva reforça a tese de que a IA é a infraestrutura essencial da década, enquanto qualquer sinal de redução nas projeções pode desencadear uma correção técnica em ativos correlacionados.

A Nvidia e a Meta fecharam um acordo estratégico de longo prazo para construir uma infraestrutura de Inteligência Artificial em escala global. A Meta planeja investir entre US$115 bilhões e US$135 bilhões até 2026, utilizando as tecnologias mais avançadas da Nvidia — incluindo processadores, placas gráficas e sistemas de rede — para alimentar seus sistemas de recomendação e assistentes digitais.
O volume de compra é massivo e consolida a Meta como uma das principais clientes da fabricante de chips, garantindo o fornecimento de hardware de última geração para os próximos anos.

A Nvidia está expandindo sua atuação para o mercado de processadores centrais (CPUs) para computadores pessoais, desafiando o domínio histórico de Intel e AMD. O movimento é impulsionado pelo desenvolvimento de chips baseados na arquitetura ARM, focados em eficiência energética e integração nativa com inteligência artificial.
Atualmente, a empresa detém cerca de 80% do mercado de aceleradores de IA em data centers, e essa nova ofensiva busca capitalizar o crescimento dos "AI PCs", segmento onde a Intel ainda mantém a liderança de mercado, apesar da recente perda de valuation.
O anúncio reforça a hegemonia da Nvidia como a peça central do ecossistema tecnológico global, diversificando suas fontes de receita além das GPUs. O mercado interpreta o movimento como uma ameaça existencial para a Intel, que já enfrenta dificuldades estruturais e agora vê seu principal refúgio comercial ser invadido.

A Axia (ex-Eletrobras) anunciou proposta de migração para o Novo Mercado da B3, convocando assembleias para deliberar sobre a conversão das ações preferenciais classes PNA1 e PNB1 em ordinárias (ON). A relação sugerida é de 1,1 ação ON para cada ação preferencial convertida. As assembleias estão marcadas para 1º de abril de 2026 e envolvem tanto a aprovação da migração quanto as alterações estatutárias necessárias.
A B3 autorizou tratamento excepcional para as ações PNA1, cuja conversão não será condição para a migração, devido à baixa representatividade (0,005% do capital). Caso aprovadas as conversões, acionistas dissidentes poderão exercer direito de recesso, com reembolso pelo valor patrimonial por ação com base nas demonstrações financeiras de 2025. A companhia destacou que a operação reforça o princípio de “uma ação, um voto” e alinha sua governança às regras do Novo Mercado.

Os preços da soja avançaram no mercado brasileiro, impulsionados por uma maior procura no mercado físico. O indicador Cepea/Esalq para o porto de Paranaguá (PR) subiu 0,17%, para R$ 127,49 por saca. Segundo o Cepea, a demanda por entrega imediata fortaleceu o mercado spot e elevou os prêmios de exportação, especialmente para embarques de curto prazo.

Os contratos futuros do petróleo avançaram com força nesta quinta-feira (19), impulsionados pelo aumento das tensões geopolíticas. A possibilidade de uma intervenção militar conjunta de Israel e Estados Unidos no Irã, além da estagnação nas negociações entre Rússia e Ucrânia, elevou o prêmio de risco da commodity.

A Braskem (B3: BRKM3, BRKM5, BRKM6; NYSE: BAK) esclareceu que não possui — nem possuía em 2025 — exposição financeira material junto ao Banco do Brasil e que está adimplente com todas as obrigações mantidas com a instituição. A companhia negou, assim, notícias veiculadas na mídia sobre um suposto inadimplemento ocorrido no último trimestre de 2025.
Segundo a empresa, não houve qualquer descumprimento contratual no período citado.

O setor de saneamento deve movimentar ao menos R$ 20 bilhões na B3 em 2026, com a possível privatização da Copasa e os aguardados IPOs da BRK Ambiental e da Aegea. A venda do controle da Copasa pode levantar entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões, enquanto as ofertas das operadoras privadas também têm potencial bilionário. O movimento pode marcar a reabertura do mercado de IPOs no Brasil após mais de quatro anos de paralisação.

A forte desvalorização dos bonds da Raízen e da CSN reacendeu o alerta do mercado internacional sobre empresas brasileiras mais alavancadas em um cenário prolongado de juros elevados. Investidores reduziram exposição diante do impacto das taxas altas na geração de caixa, sobretudo em companhias com margens mais voláteis. No caso da Raízen, que soma mais de R$ 68 bilhões em dívidas, títulos com vencimento em 2032 passaram de cerca de 80% para 35% do valor de face em poucos dias, após rebaixamentos de rating e maior pressão vendedora.
Apesar do estresse pontual, agentes de mercado avaliam que não há risco relevante de contágio sistêmico.

O diretor-geral da Klabin, Cristiano Teixeira, afirmou que 2026 começou com demanda aquecida, produção estabilizada e perspectiva de recuperação de preços. Em teleconferência, o executivo destacou que janeiro apresentou desempenho alinhado a patamares históricos, após um 2025 marcado por pressões na indústria.

O setor de cerveja no Brasil começou a dar sinais de recuperação no fim de 2025, segundo Michel Doukeris, CEO global da AB InBev, controladora da Ambev. Após meses de queda em volume, as vendas cresceram em dezembro e a tendência positiva teria se mantido em janeiro. De acordo com o executivo, a melhora do clima, a redução da pressão inflacionária sobre o consumidor e o fechamento da lacuna de preços contribuíram para a retomada.