
Os preços do petróleo Brent recuaram 10,5% nesta segunda-feira, atingindo o patamar de US$ 100,37 o barril, após o presidente Donald Trump afirmar que os Estados Unidos mantiveram "conversas produtivas" com o Irã para encerrar as hostilidades no Oriente Médio.
O movimento interrompeu uma sequência de altas que levou a commodity aos US$ 120 na semana anterior, impulsionado também pelo adiamento de ataques aéreos americanos contra infraestruturas de energia iranianas por um período de cinco dias.
Apesar das negativas oficiais de Teerã sobre a existência de negociações, os principais índices de Wall Street responderam com altas superiores a 1,3%, refletindo um alívio imediato no custo global de energia.
Para o investidor, a forte correção no preço do petróleo pode sinalizar uma redução temporária nas pressões inflacionárias globais, o que favorece ativos de risco e setores intensivos em combustível, como transportes e aviação.

A PRIO construiu, ao longo dos últimos anos, uma das histórias mais impressionantes de execução dentro do setor de petróleo no Brasil. A companhia conseguiu transformar campos maduros em ativos altamente rentáveis, reduzindo custos, ampliando reservas e aumentando produção com disciplina operacional. Além disso, novas aquisições reforçaram ainda mais sua relevância dentro do mercado brasileiro.
Apesar disso, o ponto central da tese mudou. Após a atualização do nosso modelo, entendemos que o preço atual da ação já embute um cenário otimista demais para um negócio tão sensível ao petróleo. No relatório completo, mostramos por que a qualidade da companhia segue alta, mas a assimetria de risco-retorno deixou de ser atrativa nos níveis atuais.
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O LFTB11 é um ETF de renda fixa que investe 90% em Tesouro Selic e 10% em Tesouro IPCA+ 2060. Essa combinação garante que o fundo tenha uma tributação de apenas 15% sobre o lucro, independentemente do prazo de aplicação do investidor.
Este ETF é um dos mais conhecidos do Brasil, estando entre os líderes em liquidez, patrimônio e número de cotistas.
Apesar de todo esse sucesso, não vemos grande atratividade em sua estratégia quando comparada a outros produtos disponíveis no mercado.
O LFTB11 não serve como reserva de emergência e, no médio e longo prazo, tende a entregar retornos inferiores a outros ETFs.
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Ações
PRIO3: Com a atual volatilidade do mercado, estamos reduzindo a posição da PRIO no ranking, mas sem alterar a recomendação.
RECV3: As mudanças no mercado e as perspectivas ainda incertas nos levaram a reduzir a posição do ativo no ranking.
ODPV3: Após o anúncio da criação da Bradesco Saúde, enxergamos o surgimento de uma nova gigante no segmento, negociando com um desconto significativo em relação aos concorrentes. Por isso, o ativo subiu no ranking.
FIIs
TEPP11: Temos um novo líder! O fundo sofreu grande impacto em sua cotação por conta da exposição ao Pão de Açúcar, porém ainda não há motivos para preocupação.
O Pão de Açúcar anunciou que seguirá adimplente com suas obrigações operacionais, sendo que o Prédio do TEPP11 trata-se da sede da empresa em SP. Além disso, há um seguro contratual equivalente a 12 meses de aluguel.
GLOBAIS
AMH: O American Homes tem mantido um desempenho operacional robusto, expandindo seu portfólio para mais de 60 mil propriedades. Como reflexo dessa entrega, o valuation relativo tornou-se mais atrativo, fazendocom que a empresa subisse algumas posições no ranking de REITs.
CVX: A Chevron subiu uma posição no ranking de stocks, principalmente devido ao seu papel estratégico no cenário geopolítico atual. Com a escalada das tensões no Oriente Médio e a pressão no Estreito de Ormuz, o Brent voltou a operar acima de US$100. A Chevron pode se beneficiar desse ciclo de alta no curto prazo, especialmente pela sua forte base de ativos nas Américas (Bacia Permiana e Guiana), que oferece maior segurança energética frente à instabilidade global.

O Federal Reserve optou por manter a taxa de juros dos Estados Unidos no intervalo de 3,50% a 3,75% ao ano em sua reunião de março de 2026, consolidando a segunda pausa consecutiva no ciclo monetário. A decisão, embora amplamente esperada, contou com a dissidência de um membro que defendia um corte imediato de 0,25 ponto percentual.
O comunicado oficial destacou que, apesar da expansão sólida da atividade econômica, as incertezas geopolíticas no Oriente Médio e a pressão nos preços do petróleo elevaram as projeções de inflação (PCE) para 2,7% ao ano, superando a estimativa anterior de 2,4%.
A manutenção da taxa com viés restritivo sinaliza que o início de um afrouxamento monetário consistente foi postergado, e as estimativas agora sugerem apenas um corte residual de juros até o fim de 2026. Para o investidor, o cenário reforça cautela com ativos de risco, dado que o custo de capital permanecerá elevado por mais tempo para combater a resiliência inflacionária.
O mercado deve monitorar agora a transição na presidência da autoridade monetária em maio, fator que adiciona um prêmio de risco sobre a previsibilidade da política de juros no segundo semestre.

O Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos Estados Unidos subiu 0,7% em fevereiro de 2026, superando significativamente a expectativa do mercado e registrando a maior alta em seis meses.
De acordo com o Departamento de Trabalho, o avanço foi impulsionado principalmente pelo salto de 1,1% nos preços de bens, com destaque para o setor de energia e alimentos, que subiram 2,3% e 2,4%, respectivamente. No acumulado de 12 meses, a inflação no atacado atingiu 3,4%, o patamar mais elevado em um ano, reforçando a persistência das pressões de custos na cadeia produtiva.
Para o investidor, este resultado "quente" complica o cenário de flexibilização monetária pelo Federal Reserve, pois sugere que a inflação ainda não está sob controle total. O movimento gera um sentimento de aversão ao risco, pressionando negativamente os mercados de ações e elevando os rendimentos dos títulos do Tesouro (Treasuries), já que o mercado passa a precificar a manutenção dos juros em níveis restritivos por mais tempo.

O Federal Reserve (Fed) manteve a taxa de juros inalterada no intervalo entre 3,50% e 3,75% em sua reunião de política monetária realizada nesta quarta-feira.
O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) sinalizou que ainda prevê um corte de 0,25 ponto percentual na taxa até o final de 2026, apesar de revisar ligeiramente para cima as projeções de crescimento e inflação para o ano.
A decisão ocorre em um cenário de incerteza crescente, impulsionada pela volatilidade nos preços do petróleo e tensões geopolíticas globais.
Para o investidor, a manutenção dos juros com o indicativo de apenas um corte residual sugere uma postura de cautela e uma extensão do período de taxas restritivas para conter pressões inflacionárias.

A WEG aprovou a distribuição de R$ 420 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalente a R$ 0,10 por ação. Terão direito ao provento os acionistas com posição em 20 de março de 2026, com as ações passando a ser negociadas ex-JCP a partir de 23 de março. O pagamento será realizado apenas em 10 de março de 2027, no valor líquido de R$ 0,08 por ação, já descontado o imposto de renda.

A Petrobras anunciou a aquisição de 50% das participações da Petronas nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte (Módulo III) por US$ 450 milhões, retomando o controle total dos ativos. Os campos, localizados na Bacia de Campos, produzem cerca de 55 mil barris de petróleo por dia.
A operação será paga em parcelas, com US$ 50 milhões na assinatura, US$ 350 milhões no fechamento e o restante em pagamentos posteriores. Segundo a companhia, a aquisição apresenta condições atrativas e reforça a estratégia de foco em óleo e gás, além de aumentar a flexibilidade na gestão do portfólio e permitir novas conexões de poços na região.

As vendas de veículos no Brasil avançaram em fevereiro, com 185,2 mil unidades emplacadas, alta de 8,6% em relação a janeiro, segundo dados da Anfavea. Na comparação anual, porém, o crescimento foi praticamente estável (+0,1%), enquanto o acumulado do primeiro bimestre somou 355,7 mil unidades, em linha com 2025.
Apesar do bom desempenho nas vendas, a produção segue pressionada. No bimestre, foram produzidos 368 mil veículos, queda de 8,9% na comparação anual, impactada principalmente pela forte retração das exportações, que caíram 28% no período, com destaque negativo para a Argentina. Por outro lado, os veículos híbridos e elétricos seguem ganhando espaço, representando 15,9% dos emplacamentos em fevereiro, com aumento da participação da produção nacional nesse segmento.

A 3tentos vem se consolidando como uma das empresas mais interessantes do agronegócio listado na bolsa brasileira. Seu modelo verticalizado permite atender o produtor rural em diferentes etapas da cadeia, desde a venda de insumos até a comercialização e processamento de grãos, criando um ecossistema que combina fidelização, flexibilidade operacional e capacidade de capturar melhores margens em diferentes cenários de mercado.
Além da robustez operacional, a companhia vive um novo ciclo de expansão, com avanço para o Mato Grosso, entrada em etanol de milho e crescimento do braço financeiro, o que amplia ainda mais seu potencial de geração de valor nos próximos anos. No relatório completo, mostramos por que enxergamos a 3tentos como uma das melhores opções do setor em qualidade, segurança e valuation.
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O Federal Reserve (Fed) tem nesta quarta-feira, 18 de março, sua reunião de política monetária com a expectativa consensual de manutenção da taxa de juros no intervalo entre 3,50% e 3,75%.
O cenário é marcado pela escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que elevaram o preço do barril de petróleo Brent acima dos US$ 100, e por dados de inflação (PCE) que mostram resistência em 2,8% ao ano.
O foco do mercado estará nas projeções econômicas, que devem refletir um tom mais cauteloso da autoridade monetária frente ao choque nas commodities, principalmente petróleo e gás, nas últimas semanas.

Durante o discurso do CEO Jensen Huang, a Nvidia apresentou a arquitetura de próxima geração "Vera Rubin" e o sistema operacional Dynamo para fábricas de IA, além de anunciar parcerias estratégicas com montadoras como Hyundai e BYD para tecnologia de condução autônoma.
O mercado reagiu positivamente à afirmação de Huang de que o setor atingiu um "ponto de inflexão na inferência", reforçando o domínio da empresa no fornecimento de hardware e software para a nova fase da inteligência artificial generativa.
Para o investidor, a expansão para setores como robótica humanoide e computação espacial sinaliza novas avenidas de crescimento a longo prazo, reduzindo a dependência exclusiva dos grandes provedores de nuvem.

O Simon Property encerrou o período de 2025 com bons resultados, sustentada pela alta qualidade de seu portfólio de ativos e pela capacidade de atrair lojistas de alta performance. O foco na modernização dos espaços e na substituição de marcas tradicionais por conceitos de entretenimento e gastronomia tem sido fundamental para manter o fluxo de visitantes e a relevância dos centros de compra.
Além disso, a estratégia de reciclagem de capital, por meio da venda de ativos não essenciais para reinvestimento em projetos de maior rentabilidade, reforça a disciplina financeira do grupo e sua posição de liderança no setor de varejo físico.
A perspectiva para o Simon permanece positiva, apoiada por uma estrutura de capital sólida e uma liquidez confortável que permite tanto a continuidade dos investimentos quanto a remuneração aos acionistas. Para mais detalhes, acesse o relatório completo.

Investidores institucionais, como fundos de hedge e de private equity, concentraram a compra de residências unifamiliares nos Estados Unidos em mercados específicos do "Sun Belt", com destaque para cidades como Atlanta, Charlotte e Jacksonville.
Segundo dados recentes, essas entidades detêm atualmente cerca de 3% de todas as casas unifamiliares no país, mas sua participação em vendas recentes nessas metrópoles chegou a atingir entre 20% e 25% do volume total. O movimento é impulsionado por uma estratégia de escala em regiões com forte crescimento populacional e escassez de oferta habitacional, consolidando a propriedade corporativa em setores que antes eram dominados por compradores individuais.
Para o investidor, essa concentração institucional valida o setor imobiliário residencial como uma classe de ativos resiliente e geradora de fluxo de caixa estável via alugueis. A presença de grandes gestoras tende a sustentar os preços dos imóveis e reduzir a volatilidade dos ativos nessas regiões, embora aumente a competição para o investidor pessoa física.
O sentimento do mercado indica uma tendência de profissionalização da gestão imobiliária, sugerindo que REITs focados em locação residencial, como American Homes e AvalonBay, continuem a ser uma via de exposição eficiente para capturar a valorização de longo prazo e a demanda por moradia.

O governo dos Estados Unidos anunciou a liberação emergencial de 172 milhões de barris de petróleo da Reserva Estratégica de Petróleo (SPR), como parte de uma ação coordenada com a Agência Internacional de Energia (IEA) para liberar um total recorde de 400 milhões de barris.
A medida, confirmada pelo Secretário de Energia Chris Wright visa conter a escalada nos preços dos combustíveis e compensar interrupções no fornecimento causadas pelo conflito no Oriente Médio, que resultou no fechamento do Estreito de Hormuz. O cronograma prevê que os barris sejam injetados no mercado ao longo dos próximos 120 dias, enquanto o governo já planeja a reposição de cerca de 200 milhões de barris no decorrer do próximo ano.
Para o investidor, o movimento atua como um "amortecedor" temporário contra choques inflacionários globais, buscando reduzir o prêmio de risco geopolítico que recentemente levou o Brent a superar os US$ 90.
Embora a liberação traga um alívio imediato na volatilidade e possa pressionar os preços para baixo no curto prazo, o sentimento do mercado permanece cauteloso, dado que a eficácia da medida depende da duração da crise no Estreito de Hormuz.

Ações
LOGG3: Estamos adicionando a Log ao nosso ranking com recomendação de COMPRA. A empresa atua na construção, locação, gestão e eventual venda de ativos logísticos, com foco em galpões de alto padrão (tripleA).
DMVF3: Estamos incluindo o ativo no ranking com recomendação de AGUARDE. A companhia é uma empresa de varejo farmacêutico que surgiu a partir da estratégia de verticalização da Profarma. Desde o IPO, tem apresentado crescimento consistente de receita, avançando cerca de 15% ao ano, mantendo baixa alavancagem e ainda com amplo espaço para expansão. Contudo, a liquidez reduzida das ações acaba limitando uma recomendação mais construtiva neste momento.
No ranking geral, realizamos uma reorganização relevante das recomendações, o que resultou na migração de diversos ativos de AGUARDE para VENDA. Também tivemos algumas mudanças de AGUARDE para COMPRA.
FIIs
HGCR11: O fundo perdeu algumas posições no ranking devido a uma deterioração na qualidade da carteira. A maior concentração em outros FIIs, característica que vem aumentando recentemente, é um fator que nos desagrada.
RZTR11: O fundo perdeu a recomendação de COMPRA principalmente em função do preço mais elevado. Além disso, observamos uma queda na qualidade do portfólio ao longo dos últimos 12 meses.
Globais
AVB: O AvalonBay continua apresentando crescimento nos aluguéis, tanto nas mesmas propriedades (same-store) quanto nas receitas provenientes de novos empreendimentos. Seguimos construtivos com a tese e acreditamos que o REIT apresenta uma relação risco-retorno atrativa.
De forma geral, os rankings de stocks e de REITs não tiveram alterações significativas nesta semana.

O impacto direto dos juros altos nos EUA, nos últimos anos, é o encarecimento da rolagem de dívidas e a compressão do spread entre o cap rate (taxa de capitalização) dos imóveis e o rendimento dos títulos do Tesouro (Treasuries).
Contudo estamos em um ponto que deve ser de inflexão. Com os últimos resultados positivos do AvalonBay, podemos ter um cenário positivo no preço das ações do REIT para 2026. Para mais detalhes, acesse agora mesmo o relatório completo.

As ações da Oracle registraram uma alta expressiva, recuperando-se de perdas recentes após a divulgação de resultados sólidos no último trimestre. A companhia reportou uma receita de US$17,2 bilhões, alta de 22% em relação ao ano anterior, superando as expectativas do mercado e elevando suas projeções de receita para US$90 bilhões até 2027.
O desempenho foi impulsionado pelo crescimento acelerado na infraestrutura de nuvem, que avançou 84%, sustentado por obrigações contratuais futuras (RPO) que somam US$553 bilhões.
Para o investidor, o balanço oferece um alívio temporário contra os receios de uma dependência excessiva da OpenAI, responsável por grande parte dos compromissos da carteira da Oracle.
Embora a forte geração de caixa e o avanço tecnológico sinalizem uma posição dominante na infraestrutura de IA, o mercado mantém cautela devido ao fluxo de caixa livre negativo e ao endividamento elevado para expansão de data centers. A tendência sugere uma reavaliação positiva dos ativos no curto prazo, mas a concentração de receita em um único grande cliente permanece como o principal fator de risco estrutural a ser monitorado. Ainda sim, seguimos construtivos com a tese.

Publicamos uma nova análise sobre uma varejista farmacêutica que vem apresentando crescimento consistente, ganho de participação de mercado e melhora no desempenho das novas lojas. A companhia atua em um setor resiliente e ainda bastante pulverizado, o que abre espaço para expansão nos próximos anos.
Ao mesmo tempo, o ativo ainda enfrenta desafios importantes, como margens pressionadas, geração de caixa inconsistente e baixa liquidez em bolsa.
Entre agora no app e confira o relatório completo.