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Atualizações

16
Sep
às
16:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Ativo novo na plataforma de ETFs

O ETF JEPI cumpre um papel bem definido na alocação internacional ao combinar seleção de ações defensivas de grande capitalização com a venda coberta de opções para geração de dividendos.

Essa estrutura permite atenuar as oscilações de preço do mercado acionista e estabelecer um fluxo constante de caixa, reduzindo a dependência exclusiva de valorização das cotações para obtenção de retorno. Acesse o relatório em anexo para mais informações.

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16
Sep
às
14:19
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Estoques de petróleo dos EUA recuam menos que o esperado

Os estoques de petróleo bruto nos EUA caíram 0,640 milhão de barris na semana, abaixo da queda de 1,600 milhão prevista pelo mercado e também menor que a retração de 0,391 milhão da semana anterior. O dado é divulgado semanalmente pela EIA e mede a variação no volume de petróleo bruto mantido por empresas americanas.

Como a redução nos estoques veio menor que a esperada, a leitura implica demanda mais fraca do que a antecipada, o que tende a ser interpretado como baixista para os preços do petróleo.

Ações de petroleiras e fundos com exposição ao setor de óleo e gás, tendem a ser mais sensíveis a esse tipo de surpresa nos estoques. O movimento também pode se refletir no preço de combustíveis, com efeito indireto sobre componentes de inflação ao consumidor.

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16
Sep
às
14:16
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Vendas no varejo dos EUA surpreendem para cima

As vendas no varejo dos EUA subiram 1,2% no mês, acima da previsão de 0,8% e revertendo a queda de -0,5% anterior. Excluindo automóveis, o núcleo avançou 1,4%, também superando o esperado (0,6%) e a contração de -0,2% do mês passado. Na comparação anual, as vendas cresceram 6,01%, ante 5,03% no levantamento anterior.

Como principal indicador de consumo maior componente da atividade econômica americana, o resultado acima do consenso aponta para um consumidor mais resiliente do que o previsto, o que tende a ser lido como positivo para o dólar.

Ativos dolarizados, como exportadoras e fundos com exposição cambial, tendem a sentir esse movimento diretamente. Para renda fixa pós-fixada local, o CDI segue como referência de curto prazo independentemente da variação cambial.

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16
Sep
às
14:15
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
IBC-Br recua mais que o previsto

O IBC-Br, proxy mensal do PIB calculada pelo Banco Central, caiu 0,20% no período, abaixo da expectativa de -0,10% e ainda em terreno negativo, embora represente melhora frente à retração de -0,60% do mês anterior.

O resultado abaixo do esperado reforça a leitura de atividade econômica mais fraca que o antecipado, mesmo com a trajetória de recuperação sequencial em curso.

Ativos domésticos mais sensíveis ao ciclo de atividade, como ações cíclicas e fundos multimercado com viés local, tendem a reagir a esse tipo de surpresa. O dado também compõe o conjunto de indicadores acompanhados pelo Copom nas decisões de política monetária.

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16
Sep
às
14:14
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IGP-10 de setembro acelera acima do esperado

O IGP-10 registrou alta de 1,5% em setembro, acima da mediana de mercado de 1,3% e revertendo a deflação de -0,5% apurada no mês anterior. O índice mede a variação de preços entre o dia 11 do mês anterior e o dia 10 do mês corrente, funcionando como um dos primeiros sinalizadores de inflação do período, à frente do IPCA.

A leitura acima do esperado tende a ser interpretada como negativa para o real, na medida em que sinaliza pressão inflacionária mais forte do que o mercado vinha precificando.

Títulos atrelados a índices de preços, como Tesouro IPCA+ e CDBs indexados à inflação, tendem a refletir essa correção mais alta na marcação de curto prazo. Posições com exposição cambial também ficam mais sensíveis a esse tipo de surpresa inflacionária.

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15
Sep
às
22:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Perspectiva para a próxima semana

A próxima semana será dominada pela "Super Quarta", com a atenção global dividida entre o provável aperto do Federal Reserve nos Estados Unidos e a expectativa de corte da taxa Selic pelo Banco Central do Brasil, cristalizando a divergência nos ciclos monetários. Simultaneamente, o mercado deverá digerir o movimento do Banco do Japão, cuja antecipada alta de juros testará a estabilidade da liquidez global e os fluxos de carry trade.

No âmbito corporativo, a saída da Nike do S&P 100 após 18 anos exigirá ajustes em carteiras indexadas, enquanto os desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio e no eixo de segurança da inteligência artificial sino-americana continuarão a balizar o apetite ao risco dos investidores e a dinâmica dos preços do petróleo. Acesse o documento completo em anexo.

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15
Sep
às
14:47
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Emprego privado nos EUA

O relatório semanal de emprego privado da ADP nos Estados Unidos apontou criação de 16 mil vagas. Não há projeção de mercado disponível para esta leitura. O resultado representa alta frente às 12 mil vagas da semana anterior.

O indicador oferece uma média móvel de quatro semanas da variação total do emprego privado no país, com maior frequência de divulgação que o payroll oficial do Bureau of Labor Statistics. Por isso, o mercado costuma tratá-lo como um sinal antecipado do resultado do Nonfarm Payrolls.

Uma aceleração na geração de vagas privadas costuma ser lida como sinal de força da atividade econômica americana e do consumo, sendo tradicionalmente favorável ao dólar frente a outras moedas.

Um mercado de trabalho americano mais aquecido tende a fortalecer o dólar frente a moedas emergentes, incluindo o real, com efeito sobre ativos com receita ou custos atrelados à moeda americana.

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15
Sep
às
14:42
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Vendas no Varejo (anual) desaceleram no Brasil

Na comparação anual, as vendas no varejo no Brasil cresceram 1,2%, segundo dado divulgado em 15/09/2026. O resultado veio abaixo da projeção de mercado, que esperava alta de 2,2%, e marca desaceleração frente ao crescimento de 2,8% registrado no período anterior.

O indicador mede a variação do valor total de vendas no varejo já descontada a inflação, sendo a principal referência de gastos do consumidor componente que responde pela maior parte da atividade econômica do país.

Assim como na leitura mensal divulgada na mesma data, um resultado abaixo do esperado tende a ser interpretado como negativo para o real, ao sinalizar consumo doméstico mais fraco do que o projetado pelo mercado. O contraste entre os dois números queda de 0,8% no mês e alta de apenas 1,2% no ano reforça a leitura de perda de ritmo do consumo ao longo dos últimos meses.

A combinação de leituras mensal e anual abaixo do esperado tende a pressionar o real, afetando ativos com receita ou custos atrelados ao dólar. Para posições em renda variável ligadas ao consumo doméstico, o dado reforça a leitura de um cenário mais desafiador para o setor no curto prazo.

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15
Sep
às
14:40
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Vendas no Varejo recuam no Brasil

As vendas no varejo no Brasil caíram 0,8% no mês, segundo dado divulgado em 15/09/2026. O resultado veio abaixo da projeção de mercado, que apontava retração de 0,2%, e reverteu a alta de 0,3% registrada no período anterior.

O indicador mede a variação do valor total de vendas no varejo já descontada a inflação, sendo a principal referência de gastos do consumidor componente que responde pela maior parte da atividade econômica do país.

Leituras de vendas no varejo abaixo do esperado costumam ser interpretadas como negativas para o real, na medida em que sinalizam desaceleração do consumo doméstico. O inverso, dado acima do esperado, tende a ser lido como positivo para a moeda.

Uma leitura de consumo mais fraca que o esperado tende a pressionar o real no curto prazo, afetando ativos com receita ou custos atrelados ao dólar. Para posições em renda variável ligadas ao varejo, o dado reforça a leitura de um consumidor mais cauteloso no período.

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15
Sep
às
13:00
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Estreia da Anthropic na Nasdaq

A Anthropic, desenvolvedora de inteligência artificial responsável pelo modelo Claude, definiu a bolsa Nasdaq para a realização de sua Oferta Pública Inicial (IPO), com listagem prevista para outubro. A operação mira a captação de recursos no mercado aberto em patamares equivalentes ao volume captado em suas últimas rodadas de financiamento privado, formalizando a primeira grande abertura de capital entre os laboratórios independentes de modelos fundacionais.

A listagem funciona como um termômetro direto para o apetite global por ativos de inteligência artificial generativa no mercado acionário. A abertura de capital deve movimentar o fluxo institucional de fundos focados em tecnologia e ditar o ritmo de liquidez para a fila de novas emissões programadas para o fechamento do ano.

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14
Sep
às
15:00
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Regulamentação de criptoativos e disputa com o setor bancário

O presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre o Congresso dos Estados Unidos para acelerar a aprovação do marco regulatório de criptomoedas, acirrando o embate entre empresas de ativos digitais e os grandes bancos comerciais. O projeto legislativo busca definir parâmetros operacionais para a custódia de tokens e criar regras de reservas para emissores de stablecoins, contrariando a resistência de Wall Street quanto à expansão dessas plataformas financeiras alternativas.

O avanço da legislação com o respaldo direto da Casa Branca atua na redução da volatilidade associada à insegurança jurídica no mercado de capitais americano. A formalização dessas regras tende a expandir a liquidez e facilitar a entrada de alocações institucionais de longo prazo no setor cripto, enquanto pressiona as margens de intermediação financeira e captação de depósitos dos bancos tradicionais.

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11
Sep
às
14:30
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Copasa (CSMG3) anuncia R$ 96,9 milhões em JCP

A Copasa (CSMG3) aprovou a distribuição de R$ 96,9 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao terceiro trimestre de 2026. O valor corresponde a R$ 0,255646 por ação, com retenção de Imposto de Renda conforme a legislação.

Os acionistas posicionados até 21 de setembro de 2026 terão direito aos proventos, enquanto as ações passam a ser negociadas ex-JCP a partir de 22 de setembro. O pagamento está previsto para 9 de novembro de 2026.

A distribuição faz parte da política de remuneração da companhia, que prevê a destinação de 50% do lucro líquido ajustado de 2026 aos acionistas.

CSMG3
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11
Sep
às
14:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Varejo recua 2% em agosto e tem pior resultado para o mês desde 2020

O varejo brasileiro recuou 2,0% em termos reais em agosto, na comparação anual, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). O resultado representa uma piora em relação à queda de 1,4% registrada em julho e foi o pior desempenho para um mês de agosto desde 2020, completando 15 meses consecutivos de retração.

A queda foi disseminada entre os principais segmentos. Bens duráveis e semiduráveis recuaram 4,6%, enquanto Serviços caíram 3,7% e Bens Não Duráveis tiveram retração de 0,4%. Entre as regiões, o Centro-Oeste apresentou a maior queda, de 3,7%, enquanto o Norte ficou praticamente estável.

O levantamento também mostra uma mudança no comportamento do consumidor: o e-commerce cresceu 5,1% em termos nominais, contra 1,2% do varejo físico. Segundo a Cielo, o cenário indica um consumidor mais seletivo, priorizando preço, conveniência e gastos considerados essenciais.

MGLU3
BHIA3
AUAU3
GMAT3
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11
Sep
às
10:00
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Cosan (CSAN3) deixará de negociar ADSs na NYSE em 18 de setembro

A Cosan (CSAN3) protocolou junto à SEC o Formulário 25 referente ao processo de deslistagem voluntária de seus American Depositary Shares (ADSs) da Bolsa de Nova York (NYSE). O último dia de negociação dos ADSs na bolsa americana será 18 de setembro de 2026.

Após a deslistagem, a companhia manterá seu programa de ADSs de Nível 1, permitindo que os papéis continuem sendo negociados no mercado de balcão (OTC) nos Estados Unidos.

A medida dá continuidade ao processo de saída da NYSE anunciado pela Cosan em agosto e concentra a negociação das ações da companhia no mercado brasileiro.

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CSAN3
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11
Sep
às
9:19
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Núcleo do PPI dos EUA (ex-alimentos e energia)

O núcleo do índice de preços ao produtor dos EUA, que exclui alimentos e energia, subiu 0,2% em agosto, abaixo da previsão de 0,3% e também abaixo do ritmo de 0,3% registrado em julho. A desaceleração contrasta com o índice cheio do PPI, que havia acelerado para 5,4% em 12 meses no mesmo mês, puxado majoritariamente por energia com destaque para o diesel, que subiu 24,1% no período.

Ao excluir os componentes mais voláteis, o núcleo sugere que a pressão inflacionária na cadeia de produção fora do setor de energia perdeu força em agosto, mesmo com o resultado cheio surpreendendo para cima no mês.

Como a leitura veio abaixo do esperado, a interpretação convencional é de sinal negativo para o dólar. O dado chega na mesma semana de outros indicadores de inflação que antecedem a reunião do Federal Reserve, marcada para 15 e 16 de setembro.

Um núcleo de inflação ao produtor mais fraco do que o esperado tende a reduzir a leitura de que o Fed precisa manter os juros elevados por mais tempo, o que se reflete no diferencial de juros entre Brasil e EUA. Fundos de renda fixa e ações com parcela relevante de receita em dólar tendem a ser os mais sensíveis a esse tipo de sinal.

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11
Sep
às
9:17
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PPI dos EUA de agosto

O índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos avançou 5,4% em 12 meses até agosto, acima da previsão de 5,3% e superando o patamar de 4,8% registrado em julho. Na leitura mensal, o índice subiu 0,4% no mês, em linha com o consenso de mercado.

A aceleração veio concentrada em energia: os preços de energia subiram 4,2% no mês, com o diesel avançando 24,1% e respondendo por mais de um terço do aumento nos preços de bens finais, enquanto os serviços avançaram apenas 0,1%. Excluindo alimentos, energia e serviços de comércio, o núcleo do índice subiu 0,3% no mês e 4,7% em 12 meses.

O resultado acima do esperado tende a ser interpretado como positivo para o dólar, segundo a convenção usual do mercado, e chega dias antes da reunião de política monetária do Federal Reserve, marcada para 15 e 16 de setembro.

Uma leitura de inflação ao produtor acima do esperado reforça a percepção de juros mais altos por mais tempo nos EUA, afetando o diferencial de juros com o Brasil. Ativos brasileiros mais sensíveis ao fluxo de capital estrangeiro, como ações exportadoras e fundos com parcela em moeda estrangeira, tendem a refletir esse movimento no curto prazo.

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11
Sep
às
9:15
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IPCA de agosto

O IPCA de agosto veio em -0,32%, abaixo da previsão de mercado de -0,29% e revertendo a alta de 0,07% registrada em julho. É a segunda leitura de deflação mensal na métrica cheia, aprofundando a desaceleração já sinalizada pela prévia do índice, o IPCA-15, que havia recuado 0,40% no mesmo mês.

Os principais vetores de queda estiveram concentrados em poucos grupos: o desconto do Bônus de Itaipu nas contas de energia elétrica de agosto, somado a recuos nos preços de combustíveis e passagens aéreas e a quedas pontuais em itens da alimentação, como tomate e café moído, explicaram boa parte do resultado abaixo do esperado.

Como o dado veio abaixo do consenso, a leitura tende a ser interpretada como acomodação mais rápida da inflação do que o mercado previa, reduzindo a pressão sobre o Copom para manter os juros no patamar atual e, na margem, funciona como fator de enfraquecimento para o real frente a outras moedas.

Para títulos atrelados ao IPCA, como o Tesouro IPCA+, a correção mensal negativa reduz o retorno nominal do papel no período. Para posições pós-fixadas atreladas ao CDI, uma trajetória de inflação mais benigna amplia o espaço para eventuais cortes futuros da Selic, o que tende a comprimir a rentabilidade nominal dessas aplicações no médio prazo.

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11
Sep
às
9:09
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
BCE eleva juros em 25 pontos-base

O Banco Central Europeu (BCE) elevou a taxa de depósito em 25 pontos-base, para 2,50%, em linha com o esperado pelo mercado. A decisão ocorre em meio à intensificação do conflito no Oriente Médio, fator que tem mantido as pressões inflacionárias elevadas na região.

O comitê revisou para cima suas projeções de inflação para os próximos dois anos. A expectativa passou a ser de 3,0% em 2026, 2,5% em 2027 e 2,1% em 2028, as duas últimas revisadas para cima em relação às estimativas anteriores. As projeções de crescimento também foram atualizadas. O BCE reforçou que as próximas decisões sobre juros seguirão dependentes dos dados econômicos, sem um caminho pré-definido.

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10
Sep
às
21:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Costco anuncia expansão

A rede varejista Costco anunciou a expansão de sua infraestrutura física com a previsão de inauguração de 14 novas lojas entre os Estados Unidos e o Canadá até novembro de 2026. O plano de aberturas abrangerá unidades em regiões estratégicas de alto fluxo, com a concentração de novas operações em estados americanos como Califórnia, Texas, Nova York e Flórida nos próximos meses.

Esse avanço territorial sinaliza resiliência operacional e reforça o foco da companhia na ampliação de seu market share por meio do aumento do volume de vendas. A manutenção do ritmo de aberturas físicas evidencia a solidez do modelo de negócios da empresa, indicando uma perspectiva sustentável de captação de clientes e expansão da geração de caixa recorrente através de seu programa de assinaturas.

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COWC34 | COST
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10
Sep
às
21:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
A Alphabet vai investir em data centers da Finlândia

A Alphabet, controladora do Google, anunciou um aporte de 13 bilhões de euros (cerca de US$ 15,1 bilhões) para a construção e expansão de sua infraestrutura de data centers na Finlândia. O projeto prevê a instalação de três novas unidades e a ampliação do complexo de Hamina nos próximos dois anos, consolidando o maior investimento único da companhia na Europa. A decisão operacional aproveita as características geográficas e estruturais do país nórdico, que oferece matriz elétrica composta por 96% de energia livre de carbono, além de clima frio e recursos hídricos que reduzem os custos de resfriamento dos servidores.

O direcionamento de capital para a estrutura física reflete a aceleração do ciclo de despesas (capex) da Alphabet, que revisou sua estimativa de gastos anuais para até US$ 205 bilhões para viabilizar avanços em inteligência artificial. A assinatura de contratos de longo prazo associados ao projeto, como o acordo de 22 anos para fornecimento de energia nuclear, expõe a necessidade de garantir capacidade computacional em um cenário de alta demanda de processamento contínuo. Este movimento estabelece a expansão física e a eficiência energética como fatores essenciais de competitividade.

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GOGL34 | GOOGL
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