
A Nvidia divulgará nesta quarta-feira, 20 de maio, seus resultados financeiros do primeiro trimestre fiscal de 2027, cercada por altas expectativas do mercado financeiro. A projeção de receita da companhia está estipulada em US$78 bilhões, enquanto o consenso de analistas de Wall Street é ligeiramente superior, estimando US$79,17 bilhões — um crescimento projetado de até 80% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O lucro por ação ajustado esperado é de US$1,78, impulsionado pela contínua demanda global por chips de inteligência artificial (IA) e pela sinalização de investimentos conjuntos de cerca de US$725 bilhões das gigantes de tecnologia (hyperscalers) para 2026.
As perspectivas para o investidor dependem menos do cumprimento dessas metas históricas e mais da capacidade da Nvidia de superar o chamado "número sussurrado" pelo mercado, que orbita a faixa dos US$ 80 bilhões.
Como a precificação atual já reflete grande parte desse otimismo, o comportamento dos ativos tende a ser guiado pelas projeções para o trimestre subsequente e pelo ritmo de entrega das novas arquiteturas Blackwell e Rubin. A tendência de curto prazo aponta para volatilidade, dado o histórico recente de realizações de lucros logo após os balanços. Vamos aguardar os resultados.

O empresário Rubens Ometto estaria avaliando comprar parte das terras da Radar Propriedades Agrícolas, subsidiária da Cosan, em vez de realizar um aporte direto na Raízen. Segundo a Bloomberg Línea, a operação faria parte da estratégia da Cosan de reduzir alavancagem e monetizar ativos.
A possível transação pode substituir o aporte de cerca de R$ 500 milhões que Ometto havia sinalizado anteriormente para a Raízen, em meio às negociações de reestruturação da companhia com credores.
Além disso, a venda de ativos da Radar ajudaria a gerar caixa para a Cosan e criar uma referência de mercado para o valuation da empresa, cujo portfólio de terras foi estimado em aproximadamente R$ 18 bilhões no fim de 2025.

A confirmação da intenção de oferta pública inicial (IPO) da SpaceX para 2026 gerou discussões em Wall Street sobre a potencial divisão da base acionária da Tesla. Atualmente, os investidores de varejo detêm cerca de 40% das ações da montadora de veículos elétricos, cujo valor de mercado totaliza US$ 1,5 trilhão.
O movimento coincide com um período de acomodação nos fundamentos da Tesla, cujos papéis registram desvalorização de 8,9% no ano, embora a companhia ainda seja negociada a um patamar elevado de 195 vezes o lucro projetado para os próximos 12 meses.
Essa dinâmica sinaliza um risco de migração de fluxo financeiro, uma vez que a SpaceX surge como uma alternativa de alocação no ecossistema de Elon Musk, impulsionada por uma liderança setorial consolidada e pela ausência de concorrência direta no segmento aeroespacial. Em contrapartida, a Tesla enfrenta desaceleração nas vendas globais de automóveis e concorrência consolidada em suas frentes de robotáxis e inteligência artificial.
A tendência aponta para uma fragmentação do capital disponível, o que tende a pressionar os múltiplos de avaliação da montadora e exigir dos detentores de posições de longo prazo uma revisão criteriosa sobre o prêmio de risco e a divisão do foco do controle corporativo.

A Visa anunciou o lançamento da plataforma Visa Commercial Pay no Brasil, direcionada à automação de pagamentos B2B e ao gerenciamento de fluxo de caixa corporativo. O produto permite a emissão instantânea de credenciais virtuais integradas a carteiras digitais, eliminando a necessidade de cartões físicos e reduzindo as etapas manuais de conciliação bancária.
A expansão faz parte da estratégia da companhia para ampliar sua participação no mercado global de pagamentos corporativos, que movimenta mais de US$ 200 trilhões anuais, sendo que a operação nacional já inicia com um contrato firmado com uma instituição financeira e negociações em andamento com uma segunda.
Essa movimentação evidencia o potencial de digitalização no ecossistema corporativo, segmento menos automatizado em comparação ao mercado de consumo final. A simplificação operacional trazida pela plataforma abre espaço para a concessão de crédito a pequenas e médias empresas — que representam 98% dos negócios na América Latina — com base em históricos de recebíveis.
A tendência aponta para um ganho de margem e volume transacionado para as verticais de adquirência e emissão bancária, gerando um ambiente de maior previsibilidade para os balanços do setor e consolidando o espaço para o uso futuro de inteligência artificial na análise de dados transacionais.

Mudamos a recomendação do JURO11 para compra. O cenário ainda é bastante desafiador para os fundos de debêntures incentivadas, mas a crise se aproxima do fim. Como é impossível acertar o ponto certo de inversão da curva, já podemos realizar aportes gradativos.
É muito importante reforçar que o fundo tem tudo para piorar no curto prazo, por isso as compras devem ser feitas aos poucos.
Mesmo assim, ver o JURO11 abaixo de R$100 é uma boa oportunidade para adicionar à carteira a ótima gestão da Sparta, um portfólio pulverizado e uma expectativa de retorno superior ao IMA-B 5.

O ITRI11 é um hedge fund; portanto, investe em diversas classes diferentes dentro do setor imobiliário. Por isso, é sempre recomendável ler seu relatório para acessar uma opinião mais ampla do mercado.
Segundo a gestão, o segmento de lajes corporativas em São Paulo segue em recuperação, com redução da vacância. Para o setor logístico, as notícias também são positivas, com renovação das máximas de ocupação e aluguel cobrado, principalmente por conta das empresas de e-commerce.
O mês do ITRI11 foi muito bom, já que seu resultado foi de R$0,99/cota. A distribuição de rendimentos foi de R$0,85/cota; portanto, foi possível aumentar de maneira considerável a reserva de resultado. O estoque do fundo alcançou R$0,85/cota, o que traz enorme confiança na manutenção dos dividendos entre R$0,75/cota e R$0,85/cota.
O desconto do fundo em relação ao seu valor patrimonial é de aproximadamente 10%, o que o torna uma das melhores alternativas entre os hedge funds.

O HGRU11 vendeu um imóvel, adquirido em junho de 2024, com lucro de R$1,2 milhão. A transação foi feita por um valor 33,4% superior ao de aquisição, o que mostra o grande sucesso desse investimento.
Por conta do pequeno tamanho do ativo dentro do portfólio, o lucro gerado equivale a apenas R$0,05/cota. Esse resultado ainda será diluído ao longo de 7 meses, pois o pagamento será parcelado.
Do ponto de vista relativo, temos uma excelente negociação. Do ponto de vista nominal, uma transação que pouco agregará ao dividendo. O mais importante é ver que o HGRU11 segue capaz de cumprir sua proposta de alta reciclagem, mesmo em um cenário adverso.
A maior parte das negociações do fundo gerou excelente lucro, e a tendência é que, no longo prazo, isso se perpetue, já que os terrenos onde estão construídos ativos relevantes do fundo possuem bom potencial de apreciação.

O RBVA11 acaba de anunciar a conclusão da aquisição de um imóvel locado para a Portobello. A transação teve valor de R$81 milhões, pagos à vista.
A expectativa de retorno do imóvel é de 8% ao ano, sendo seu aluguel corrigido pelo IPCA. Vale destacar que o contrato com a Portobello é de modalidade atípica, com prazo de 20 anos, sendo que nem 3 anos foram completados ainda.
Com essa operação, o RBVA11 alcançou o percentual de 3% de sua receita oriunda do setor de casa e construção. O fundo segue muito concentrado em ativos bancários e educacionais, mas está caminhando para maior diversificação a cada nova transação.

Ações
CVCB3: Apesar da melhora operacional consistente que a companhia vem apresentando nos últimos trimestres, a forte oscilação recente das ações, impulsionada pela matéria envolvendo uma possível aquisição por parte da Decolar, levou o ativo a um patamar de preço com o qual não estamos confortáveis no momento. Diante da redução da margem de segurança após a alta expressiva, alteramos nossa recomendação para VENDA.
MDIA3: Embora a companhia siga apresentando elevada qualidade operacional, balanço sólido e ausência de endividamento relevante, as perspectivas para o setor seguem mais desafiadoras. Além disso, a popularização dos medicamentos GLP-1 traz incertezas sobre a capacidade da empresa de continuar repassando preços sem impactos relevantes sobre os volumes vendidos. Diante desse cenário, optamos por retirar a recomendação do ativo neste momento.
Globais
Não houveram atualizações relevantes nos rankings de stocks e REITs.
FIIs
Sem alterações no ranking de FIIs.
A semana passada foi marcada por uma variação insignificante de apenas -0,20% do IFIX. Dessa forma, os preços dos fundos recomendados ficaram bastante confortáveis, a ponto de não vermos necessidade de alterações no ordenamento do ranking.

A Nvidia alcançou a capitalização de mercado de US$5,5 trilhões nesta semana, tornando-se a primeira empresa na história a atingir esse patamar. O avanço foi sustentado por uma valorização de suas ações após o anúncio de que o CEO Jensen Huang integrará a comitiva oficial do presidente Donald Trump em visita à China.
O novo recorde de valuation amplia a distância da fabricante de chips em relação às demais "Big Techs", refletindo a continuidade da demanda acelerada por hardware voltado ao processamento de dados e inteligência artificial em larga escala.
A participação de Huang na agenda diplomática sugere que a infraestrutura de IA é tratada como um componente central da política econômica externa, o que pode sustentar o crescimento de receitas no mercado asiático no longo prazo.
O sentimento de mercado permanece predominantemente otimista, embora a concentração do setor e os múltiplos de lucro elevados exijam atenção quanto à sustentabilidade desse ritmo de expansão frente a eventuais variações macroeconômicas.

O HGLG11 captou R$530 milhões na sua 11.ª emissão de cotas. Porém, algo que chamou a atenção foi a fonte do dinheiro.
Das 3,1 milhões de cotas emitidas, 99,5% foram adquiridas por 2 fundos de investimento, mostrando que a oferta nunca teve como alvo os cotistas pessoas físicas. Essa já era uma suspeita, já que o preço da emissão não era atrativo em comparação com o de mercado.
Quando um FII faz uma emissão sem incentivo financeiro para seu cotista, em 99% das vezes, ele já tem um acordo firmado com algum investidor profissional.
Lembrando que o HGLG11 está em processo de incorporação do PATL11 e do LVBI11, transações que irão aumentar ainda mais o patrimônio do portfólio.

O Google Cloud oficializou uma denúncia junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) contra a Microsoft, alegando práticas anticompetitivas no mercado de infraestrutura de nuvem no Brasil.
A acusação foca nas restrições de licenciamento de softwares dominantes, como Windows Server e SQL Server, que teriam custos até 400% superiores quando executados em plataformas concorrentes em comparação ao Azure. O movimento no Brasil segue uma tendência global de questionamentos regulatórios semelhantes já iniciados na União Europeia e nos Estados Unidos.
O processo eleva o risco regulatório sobre a Microsoft, podendo resultar em multas ou na obrigatoriedade de revisão de seus modelos de licenciamento, o que impactaria margens de receita recorrente. Por outro lado, a ação sinaliza uma tentativa do Google de ganhar participação de mercado via pressão institucional, buscando reduzir as barreiras de saída para clientes corporativos.
O sentimento do mercado é de cautela, uma vez que o desfecho no CADE pode ditar novos padrões de concorrência e preços para o setor de tecnologia e serviços de nuvem na América Latina.

A Apple sinalizou um distanciamento estratégico em sua aliança com a OpenAI ao acelerar o desenvolvimento de infraestrutura própria para inteligência artificial, utilizando chips proprietários (Apple Silicon) em seus data centers.
Embora o ChatGPT tenha sido integrado recentemente aos sistemas operacionais da marca, a companhia busca mitigar a dependência de terceiros ao priorizar a integração vertical de hardware e software para o processamento de modelos de linguagem. A estratégia de diversificação também inclui negociações com outros provedores, como o Google, visando reduzir o protagonismo da OpenAI dentro do ecossistema de serviços da empresa.
Este movimento reforça a tese de que a Apple pretende manter o controle total sobre a experiência do usuário e a privacidade dos dados, elementos centrais de seu valor de mercado. A iniciativa sinaliza uma transição de uma fase de dependência tecnológica externa para uma de autonomia, o que pode preservar margens de lucro a longo prazo ao evitar taxas de licenciamento elevadas.
O sentimento do mercado permanece atento à capacidade da empresa de escalar sua própria "Apple Intelligence", sugerindo que a volatilidade no setor de IA continuará elevada enquanto as gigantes de tecnologia disputam a dominância da infraestrutura de nuvem.

A Compass chega ao mercado em um momento simbólico para a bolsa brasileira: trata-se do primeiro IPO relevante após anos de janela praticamente fechada para novas ofertas. A companhia estreia carregando ativos extremamente resilientes, liderados pela Comgás, maior distribuidora de gás do país, além de uma plataforma que busca capturar a abertura do mercado livre de gás natural no Brasil — um movimento que pode transformar estruturalmente o setor energético nos próximos anos.
Além da previsibilidade típica de utilities, a empresa também possui opcionalidades relevantes ligadas à Edge, biometano e soluções energéticas, ampliando seu potencial de crescimento no longo prazo. No relatório completo, mostramos por que enxergamos uma combinação rara entre geração de caixa previsível e novas avenidas de expansão.
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A TSMC atingiu a marca histórica de US$2 trilhões em valor de mercado, consolidando-se como a primeira empresa asiática de tecnologia a entrar neste seleto grupo. O marco foi impulsionado por um lucro líquido recorde no primeiro trimestre de 2026, que superou as projeções de Wall Street.
A companhia, que detém grande parcela do mercado global de fundição de chips, elevou seu guidance de receita para o ano, prevendo um crescimento superior a 30% devido à demanda "extremamente robusta" por processadores de inteligência artificial de 3 nanômetros.
Para o investidor, o feito ratifica a TSMC como o "pedágio obrigatório" do ecossistema de IA, tornando-a menos vulnerável a ciclos de consumo de hardware final, como smartphones. A expansão das margens brutas para o patamar recorde reflete um forte poder de precificação e eficiência operacional, mesmo diante do vultoso plano de investimentos (Capex) de até US$56 bilhões para 2026.
Embora as tensões geopolíticas em Taiwan e o risco de concentração produtiva no Arizona ainda gerem prêmios de risco, o sentimento do mercado é de otimismo estrutural.

A BYD está em negociações ativas para adquirir fábricas ociosas de montadoras rivais na Europa, incluindo ativos da Stellantis, como parte de sua agressiva estratégia de expansão global. Segundo a vice-presidente global da companhia, Stella Li, o objetivo é aproveitar infraestruturas já existentes para acelerar a produção local e contornar barreiras logísticas e tarifárias no continente.
A movimentação ocorre em um cenário onde a fabricante chinesa projeta elevar suas exportações em 15% acima da meta original para 2026, buscando compensar a desaceleração do consumo interno na China e consolidar sua liderança mundial em veículos eletrificados.
Essa estratégia de crescimento inorgânico sinaliza uma gestão eficiente de capital ao reduzir o tempo de implementação (time-to-market) em comparação à construção de novas unidades do zero. No entanto, o mercado observa de perto os riscos de integração cultural e operacional, além das tensões regulatórias crescentes entre a União Europeia e fabricantes chinesas.
A aquisição de ativos ociosos de competidores como a Stellantis pode representar um ganho de escala imediato, mas a sustentabilidade das margens dependerá da capacidade da BYD de converter essas plantas para sua tecnologia proprietária sem comprometer a rentabilidade em um ambiente de guerra de preços.

O PMLL11 divulgou sua 7.ª emissão de cotas com o objetivo de captar R$1 bilhão. O preço da emissão é de R$117,28; dessa forma, respeita o valor patrimonial do fundo. Vale lembrar que, no mínimo, uma emissão precisa ser realizada acima do VP; portanto, é um acerto da Pátria.
Em contrapartida, o fundo está sendo negociado no mercado por menos de R$107; assim, não há atrativo financeiro para participar da oferta.
Muito provavelmente, a Pátria já acordou com os vendedores dos imóveis a compra via pagamento em cotas, o que exclui a necessidade de participação dos cotistas.
Uma emissão no PMLL11 é mais uma amostra da nova cara da gestão do fundo, muito mais ativa que a anterior. Estamos gostando do novo posicionamento do fundo; por isso, ele vem ganhando destaque no ranking.

Uma reportagem publicada pelo Intercept Brasil revelou supostas negociações entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme biográfico “Dark Horse”, baseado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo a reportagem, documentos e mensagens obtidos pelo veículo indicariam que Vorcaro teria se comprometido a repassar cerca de US$ 24 milhões — aproximadamente R$ 134 milhões na cotação da época — para a produção do longa. Ainda de acordo com o material divulgado, cerca de US$ 10,6 milhões já teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025, por meio de seis operações financeiras.
O texto afirma que as negociações teriam contado com a participação de aliados próximos da família Bolsonaro, incluindo o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o deputado Mario Frias, além de empresários ligados ao Banco Master. A reportagem também cita mensagens atribuídas a Flávio Bolsonaro cobrando apoio financeiro e reforçando proximidade com Vorcaro.
As revelações acontecem em meio à crise envolvendo o Banco Master e Daniel Vorcaro, que foi preso em novembro de 2025 acusado de participação em um esquema de fraude que teria provocado um rombo bilionário no Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Após o episódio, o banco acabou sendo liquidado pelo Banco Central.
Procurado pelo Intercept, Flávio Bolsonaro negou as acusações e classificou as informações como “mentira”. Os demais envolvidos citados na reportagem não haviam se pronunciado até a publicação da matéria. As alegações apresentadas permanecem no âmbito jornalístico e não representam condenações judiciais.

A Unipar Carbocloro (UNIP3; UNIP5; UNIP6) anunciou a conclusão da redomiciliação da sua subsidiária integral argentina, a Unipar Participaciones S.A.U., para as Ilhas Cayman, dando continuidade ao processo de reorganização societária iniciado em 2024.Segundo a companhia, a movimentação faz parte da incorporação da Unipar Participaciones S.A.U. pela sua subsidiária Unipar Indupa do Brasil. A operação busca aumentar a eficiência da estrutura corporativa internacional do grupo, proporcionando maior flexibilidade na gestão financeira e na distribuição de resultados entre as empresas controladas em diferentes países.
Na prática, esse tipo de reorganização costuma ter como objetivo simplificar estruturas societárias, reduzir custos operacionais e melhorar a eficiência tributária e financeira das operações internacionais, especialmente em grupos industriais com atuação multinacional. O anúncio não possui impacto operacional imediato relevante, mas reforça o movimento da companhia em buscar uma estrutura corporativa mais eficiente e preparada para suportar suas operações internacionais no longo prazo.

A CVC atravessou uma verdadeira tempestade perfeita nos últimos anos. Entre a quebra da Avianca e o impacto da pandemia no turismo global, a companhia precisou passar por um amplo processo de reestruturação operacional e financeira para sobreviver. Agora, cinco anos depois, os resultados começam a mostrar uma melhora mais consistente, com avanço operacional, redução da alavancagem e maior eficiência.
Além disso, a retomada gradual do turismo e os investimentos realizados em tecnologia fortalecem o posicionamento da companhia no longo prazo. Porém, a forte valorização recente das ações fez com que boa parte dessa recuperação já estivesse refletida no preço.
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