O Banco Luso Brasileiro entrou em supervisão do Banco Central após suspeitas de envolvimento indireto em esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. As operações investigadas somam R$ 22,9 milhões e envolvem repasses atípicos feitos por microempresas para a holding MJS Participações. Embora o banco afirme cooperar e não haja penalidades até o momento, o caso expõe possíveis falhas de compliance e gera risco reputacional relevante.
Apesar disso, a estabilidade patrimonial não está comprometida e, considerando o retorno potencial oferecido pelos títulos, entendemos que há espaço para investimento. Dessa forma, passamos a recomendar COMPRA, porém com alocação moderada, respeitando os limites de exposição por emissor e o teto de cobertura do FGC. O cenário ainda exige cautela, dado o aumento do escrutínio regulatório e a necessidade de maior clareza sobre o desfecho das investigações.
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