
SOJA3 ⬆️ 3; ITSA4 ⬇️ 10; NEOE3 ⬇️ 13; CXSE3 ⬇️ 6; CSMG3 ⬇️ 10 / LVBI11 ⬇️ 2; KNRI11 ⬆️ 4 / TSM ⬆️ 2

XPML11, BTLG11 e ALZR11 pagam dividendos hoje 🤑 clica aqui para conferir o valor pago por cota!

Pela 1ª vez essa ação ocupa o lugar de maior destaque no ranking! Você investe nela? 😮

Esse FII acabou de ser atualizado e a recomendação é de venda. Clique e entenda!

VALE3 ⬆️ 2; EGIE3 ⬇️ 1; ITUB4 ⬆️ 4; BBSE3 ⬇️ 4; TAEE11 ⬇️ 3; VIVT3 ⬇️ 6 / TVRI11 ⬇️ 5

Ações
CVCB3: O ano de 2025 foi transformacional para a tese dereestruturação, que começa a apresentar seus primeiros resultados. Para 2026,com a perspectiva de queda nas taxas de juros, uma estrutura de capital maisequilibrada e a valorização do real frente ao dólar, esperamos uma melhoracontínua nos indicadores operacionais. Dessa forma, o ativo subiu algumasposições no ranking.
FIIs
HGLG11 e XPML11 perderam posições no ranking apenas pelocritério preço.
Ambos seguem saudáveis e recomendados, mas menos atrativosque outros FIIs.
Globais
Sem alterações significativas essa semana nos rankings destocks e REITs

A Smart Fit informou que projeta abertura líquida entre 330 e 350 academias em 2026, mantendo um ritmo de expansão próximo ao recorde de 341 unidades adicionadas em 2025. Cerca de 80% das novas academias deverão ser unidades próprias. Com essa expansão, a companhia espera crescimento anual da rede entre 16% e 17%. Ao final do quarto trimestre de 2025, a rede contava com 2.084 academias, sendo 1.683 próprias (81% do total).
Segundo a empresa, a continuidade do plano de expansão é sustentada pelo bom desempenho das academias maduras, ramp-up consistente das novas unidades, disciplina na alocação de capital, posição financeira sólida e forte demanda estrutural pelo mercado fitness.

O KNCR11 encerrou sua 12.ª emissão de cotas com uma captação de R$ 3,1 bilhões. Dessa forma, o fundo se isola ainda mais como o maior FII da bolsa, com cerca de R$ 13 bilhões de patrimônio líquido.
O fundo conta com uma base sólida de quase 500 mil cotistas, que se apoiam em seu longo histórico e em sua gestão renomada.
A distribuição de dividendos do fundo vem agradando, já que seus rendimentos são atrelados ao CDI e o indexador está em patamar elevado. Isso explica o fato de o KNCR11 estar sendo negociado acima de seu valor patrimonial, algo pouco interessante para um FII de papel.
No Simpla, acreditamos que ele é um dos fundos mais conservadores do mercado, tendo pouquíssima chance de trazer alguma dor de cabeça ao investidor. Dito isso, é justamente aí que reside seu problema, pois o excesso de conservadorismo prejudica sua rentabilidade em vários períodos.
Por mais que, no momento, o KNCR11 esteja rendendo bem, no longo prazo vemos vários fundos de papel com perspectivas muito mais atrativas.

A Vale informou que sua subsidiária Vale Base Metals assinou acordo com Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund para criar um consórcio voltado à mineração de níquel no cinturão de Thompson, no Canadá. A nova empresa terá 18,9% de participação da Vale Base Metals, enquanto os parceiros ficarão com os 81,1% restantes.
Os investidores se comprometeram a aportar até US$ 200 milhões no projeto. A subsidiária também firmou contrato de offtake para compra futura do concentrado de níquel produzido na usina de Thompson, reforçando sua posição como principal produtora do metal no Canadá. A conclusão da operação depende de aprovações regulatórias e deve ocorrer até o fim de 2026.

A Petrobras informou que encerrou 2025 com 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em reservas provadas, acima dos 11,4 bilhões de boe registrados em 2024. Do total, 84% correspondem a óleo e condensado e 16% a gás natural, reforçando a predominância do petróleo no portfólio da companhia.
Segundo a empresa, em 2025 houve adição líquida de 1,7 bilhão de boe, com índice de reposição de reservas (IRR) de 175%, mesmo diante de produção recorde no período. A vida útil das reservas provadas foi estimada em 12,5 anos.

A Apple encerrou o ano de 2025 como líder isolada do mercado global de smartphones, detendo 20% de participação total. De acordo com dados da Counterpoint Research, o desempenho foi sustentado pela forte recepção da série iPhone 17 e pela expansão da marca em mercados emergentes. Esse cenário positivo refletiu diretamente no mercado financeiro, levando as ações da companhia a atingirem níveis recordes.
No ranking global, as remessas totais cresceram 2% no último ano, com a Samsung ocupando a segunda posição com 19% de participação, seguida pela Xiaomi com 13%. Apesar do crescimento recente, existe uma possível desaceleração em 2026. A previsão de queda se deve ao aumento nos custos de componentes e à escassez de semicondutores, visto que os fabricantes de chips estão priorizando o fornecimento para centros de dados voltados à Inteligência Artificial em vez da produção de dispositivos móveis.

A SpaceX, empresa do setor aeroespacial liderada por Elon Musk, está avaliando a realização de uma Oferta Pública Inicial (IPO) a partir de 2026. Segundo fontes próximas à companhia, a operação visa levantar mais de US$ 30 bilhões e pode resultar em uma avaliação de mercado na faixa de US$ 1,5 trilhão. Caso os números sejam confirmados, este IPO representaria a maior abertura de capital já registrada na história, superando o recorde estabelecido pela Saudi Aramco."

A Netflix anunciou a compra da Warner Bros. Discovery em uma operação avaliada em dezenas de bilhões de dólares. O acordo, ainda sujeito à aprovação regulatória, marca a maior aquisição já realizada no setor e coloca sob o mesmo teto franquias icônicas como Harry Potter, Game of Thrones, Batman, Friends e todo o catálogo da HBO.
A Netflix pretende integrar o portfólio da Warner ao seu ecossistema de streaming, fortalecendo sua posição diante da crescente concorrência de Disney, Amazon e Apple. A empresa também planeja manter a marca HBO como selo premium dentro da plataforma.

O 3T25 foi o trimestre mais eficiente do ano para a Vamos, marcado por recuperação de ocupação, aceleração na implantação de ativos e forte avanço operacional, mesmo em um cenário de juros altos. A companhia entregou crescimento de 25,2% na receita líquida, somando R$ 1,529 bilhão, impulsionada pelo salto de 87,4% na venda de ativos e pela expansão de 12% na locação, que segue como o motor de recorrência do negócio. A ocupação da frota subiu para 85,8%, refletindo menor ociosidade, queda de 31% nas retomadas e TIR média atingindo 21,7%, o maior nível desde 2022.
Além disso, a companhia registrou o maior avanço do ano na redução de estoques e aumento da geração de caixa. O EBITDA ajustado totalizou R$ 895 milhões, com margem de 58,5%, pressionada por custos de manutenção e expansão, mas ainda em patamar robusto frente ao salto de receita. A geração de caixa permitiu a primeira queda na dívida líquida em oito trimestres, reduzindo a alavancagem para 3,27x dívida líquida/EBITDA, cumprindo o guidance antecipadamente — um sinal claro de eficiência e início do ciclo de desalavancagem.

A WEG (WEGE3) acabou de anunciar uma excelente notícia para os acionistas: o Conselho de Administração aprovou a distribuição de quase R$1,90 bilhão em proventos, tudo com pagamento unificado no dia 12 de dezembro de 2025.
O pacote traz três partes que somam um valor bem generoso por ação:
Quem tiver ações na posição do dia 03 de dezembro de 2025 recebe tudo. A partir do dia 04/12, as ações já passam a ser negociadas “ex” (sem direito aos proventos).

Ações
AMOB3: Acrescentamos a Automob, empresa de concessionárias do grupo Simpar, ao ranking com recomendação de COMPRA.
Dada a sazonalidade, alavancagem e o curto histórico operacional, reiteramos que esse ativo é indicado para investidores com perfil de risco mais elevado. Também recomendamos ponderar as posições ligadas ao grupo Simpar, evitando expor uma parcela muito significativa do capital. Empresas do grupo: SIMH, MOVI, JSLG e VAMO.
Ranking:
Não houve mudanças significativas.
Fundos Imobiliários
Não sofreu alterações.
Global
Os rankings de REITs e Stocks não tiveram alterações relevantes essa semana.

Nesta terça-feira, às 17h, teremos uma live especial com a CVC,uma das principais empresas do setor de turismo no Brasil. Vamos abordar osavanços recentes da companhia, os sinais de recuperação operacional,estratégias para 2025 e como a gestão está enxergando o ritmo de reservas,margens e geração de caixa.
É uma excelente oportunidade para entender melhor a tese,tirar dúvidas e ouvir diretamente da empresa sobre os próximos passos do negócio.
👉 Acesse agora o link para acompanhar a live ao vivo na plataforma.

A Hapvida (HAPV3) aprovou novo programa de recompra de até 70 milhões de ações ordinárias, substituindo o anterior de 14 de outubro de 2025. O objetivo é maximizar a geração de valor aos acionistas via gestão eficiente da estrutura de capital, com duração de 18 meses.
As aquisições ocorrerão na B3 a preços de mercado, por meio de intermediários como Bank of America Merrill Lynch, BTG Pactual, Bradesco, Itaú e XP Investimentos.

A Suzano (SUZB3) espera reduzir os investimentos (Capex) em 2026, após um ciclo forte, com menos despesas e projetos no pipeline, segundo Marcos Assumpção, vice-presidente executivo de finanças e RI, em teleconferência com analistas em 7 de novembro de 2025. De janeiro a setembro de 2025, o Capex totalizou R$10,4 bilhões, com R$2,9 bilhões restantes no 4T, alinhado à guidance anual de R$13,3 bilhões.
Destaques incluem a aquisição de duas fábricas de embalagens da Pactiv Evergreen nos EUA (Packaging US, outubro de 2024), que atingiu Ebitda ajustado positivo de R$43 milhões no 3T25 (ante -R$66 milhões no 2T25). Beto Abreu, presidente, destacou aprendizados para a joint venture com Kimberly-Clark (51% nos negócios de papéis de higiene fora de EUA, México e Coreia do Sul, por US$1,73 bilhão, junho de 2025). A Suzano detém 15% da Lenzing (celulose solúvel, março de 2024), com opção para mais 15% até 2028.

O Governo de Minas Gerais enviou, em 5 de novembro de 2025, um ofício à Copasa (CSMG3) formalizando diretrizes para estudos preparatórios à potencial desestatização da companhia. Assinado pelo secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Frederico Amaral e Silva, o documento recomenda ao conselho de administração realizar análises de pré-viabilidade, levantamentos, estudos e serviços necessários, incluindo modelagem da operação e avaliação econômico-financeira.
O conselho será responsável pela contratação de consultores e assessores especializados (técnicos e jurídicos), com escopo previamente validado pelo Estado, para apoiar a estruturação, coordenação e eventual execução do processo. Os custos serão incorporados à modelagem financeira caso a privatização avance; caso contrário, reembolsados à Copasa. A execução ocorrerá em cooperação com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), que validará todos os produtos.
O ofício tem caráter técnico e preparatório, não configurando ato de desestatização nem decisão definitiva, que depende de autorização legislativa e deliberações formais do controlador.