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Atualizações

03
Sep
às
18:56
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
IPC-Fipe de setembro

O IPC-Fipe registrou variação de 0,01% na divulgação de 02/09, revertendo a deflação de 0,03% do período anterior. O indicador voltou ao campo positivo, mas segue em patamar próximo de zero.

O IPC-Fipe mede a variação de preços no município de São Paulo e funciona como um indicador antecedente do IPCA, o índice oficial de inflação do país. A passagem de deflação para uma leve alta indica estabilização de preços, sem sinal de pressão inflacionária relevante no período.

Na prática, um IPC-Fipe próximo de zero mantém o cenário de inflação controlada, o que reduz a pressão por novos ajustes na Selic no curto prazo e preserva o poder de compra do consumidor.

Para carteiras com exposição a títulos pós-fixados atrelados ao CDI, a manutenção de um cenário inflacionário benigno sustenta a atratividade relativa da renda fixa frente a ativos de maior risco. Fundos e títulos indexados ao IPCA tendem a apresentar correção nominal mais baixa enquanto esse padrão de preços persistir.

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03
Sep
às
18:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Unifique (FIQE3) compra 3D Telecom por R$ 29,9 milhões

A Unifique (FIQE3) celebrou contratos para adquirir 100% do capital da 3D Telecom, provedora de internet que atua desde 2007 em Santa Catarina. A empresa possui 10.259 acessos ativos de fibra óptica em cidades como São Ludgero, Orleans, Braço do Norte e Gravatal.

O valor-base da aquisição é de R$ 29,9 milhões, sendo R$ 9,1 milhões pagos à vista, R$ 17,8 milhões em 48 parcelas mensais e R$ 3,0 milhões retidos por 60 meses como garantia. Os valores parcelados serão corrigidos pelo IPCA, e o preço final ainda poderá sofrer ajustes conforme as condições previstas no contrato.

A aquisição está alinhada à estratégia da Unifique de consolidar sua base de clientes de fibra óptica em Santa Catarina e expandir sua infraestrutura, incluindo a implantação de estações rádio base para a operação de telefonia móvel com tecnologia 5G.

FIQE3
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03
Sep
às
17:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Bradesco Saúde investe R$ 130 milhões no Hospital Biocor em parceria com Rede D’Or

A Rede D’Or (RDOR3) e a Bradesco Saúde anunciaram uma parceria para incluir o Hospital Biocor, em Nova Lima (MG), na rede Atlântica D’Or. A Atlântica, controlada indiretamente pela Bradesco Saúde, passará a deter 49,99% do hospital, enquanto a Rede D’Or manterá os outros 50,01%.

A operação envolve um investimento de aproximadamente R$ 130 milhões pela Atlântica, valor equivalente ao que a Rede D’Or havia desembolsado em junho para adquirir a participação minoritária no hospital. O montante será atualizado pela variação do CDI até o fechamento da transação.

Com a parceria, a Rede D’Or ficará responsável pela gestão médica do Biocor, enquanto a operação reforça a estratégia da Bradesco Saúde de ampliar sua atuação no ecossistema de saúde por meio de parcerias com operadores hospitalares estabelecidos. A conclusão ainda depende do cumprimento de condições suspensivas e das aprovações regulatórias aplicáveis.

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SAUD3
RDOR3
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03
Sep
às
17:00
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Raízen conclui venda das operações na Argentina por US$ 1,42 bilhão

A Raízen (RAIZ4) concluiu a venda de suas operações na Argentina para empresas controladas pela Mercuria Energy Group, após o cumprimento de todas as condições previstas no acordo, incluindo as aprovações regulatórias.

A operação tem valor econômico total de US$ 1,42 bilhão, considerando uma parcela paga em dinheiro e a assunção do endividamento da Raízen Argentina pelo comprador. O valor líquido efetivamente recebido pela companhia ainda dependerá dos ajustes pós-fechamento previstos na transação.

Segundo a Raízen, os recursos líquidos serão destinados à gestão de sua estrutura de capital, enquanto o desinvestimento faz parte da estratégia de simplificação operacional, otimização do portfólio e alocação mais disciplinada de capital em mercados considerados prioritários.

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RAIZ4
CSAN3
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03
Sep
às
15:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
A líder de um mercado que ainda está apenas começando

Atualizamos nossa análise do Grupo Vamos. A companhia mantém uma posição dominante na locação de veículos pesados, mas atua em um mercado cuja penetração ainda é muito baixa no Brasil. A combinação entre liderança, escala, contratos de longo prazo e uma base de clientes diversificada sustenta uma tese de crescimento estrutural.

Ao mesmo tempo, a melhora das margens e a redução gradual da alavancagem indicam avanços importantes na operação. Embora os juros e a elevada necessidade de capital continuem sendo pontos de atenção, mantemos uma visão positiva sobre os fundamentos e continuamos recomendando a companhia.

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VAMO3
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03
Sep
às
14:30
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
AZZAS 2154 propõe separação de negócios em duas companhias listadas

A AZZAS 2154 (AZZA3) informou que os acionistas Alexandre Birman e Roberto Jatahy Gonçalves firmaram um acordo para uma reorganização societária que prevê a divisão dos atuais negócios da companhia em duas empresas independentes e listadas no Novo Mercado da B3: Arezzo&Co e SOMA.

A Arezzo&Co, liderada pelo Bloco Birman, concentrará as operações de Shoes & Bags, incluindo Arezzo, Schutz, Anacapri, Vans, Alexandre Birman, Carol Bassi, além de Hering e suas extensões. A companhia também ficará com 57,4% da FARM Rio. Já a SOMA, liderada pelo Bloco Jatahy, reunirá Animale, NV, Maria Filó, Cris Barros, Reserva e suas extensões, Oficina e Foxton, além dos 42,6% restantes da FARM Rio.

A reorganização será realizada por meio de uma cisão parcial, seguida de uma permuta de ações entre os blocos de controle. Segundo a companhia, o objetivo é permitir que cada empresa tenha administração e governança próprias, maior foco em seus respectivos negócios e acesso independente ao mercado de capitais. A operação ainda depende de aprovações societárias, do CADE e da listagem da SOMA no Novo Mercado.

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AZZA3
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03
Sep
às
14:30
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Cosan negocia venda de 15% da Rumo para COFCO e Bunge

A Cosan (CSAN3) está em negociações avançadas para vender uma participação de 15% na Rumo (RAIL3) a um consórcio formado por COFCO e Bunge, segundo fontes ouvidas pelo Brazil Journal. A proposta em discussão estaria substancialmente acima do preço de mercado, mas ainda não há garantia de que o negócio será concluído.

O principal ponto de negociação é a governança da Rumo. O Grupo México, que também disputava a participação, teria deixado o processo após não conseguir as concessões de governança desejadas. Com isso, a COFCO pode ganhar poder de barganha na negociação final.

A operação faria parte da estratégia da Cosan de monetização de ativos e redução da alavancagem.

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CSAN3
RAIL3
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03
Sep
às
9:00
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Chevron e Operações na Venezuela

A Chevron firmou um acordo para expandir sua posição operacional na Venezuela, estruturando um plano de investimento de US$ 7 bilhões ao longo dos próximos cinco anos. O montante será direcionado à ampliação da capacidade de extração e exportação da petroleira no país sul-americano, ajustando o volume de produção da empresa aos atuais parâmetros de operação para capital estrangeiro no setor.

O compromisso de capital demonstra foco estratégico na diversificação da oferta e no acesso a reservas consolidadas, diluindo a dependência de zonas de extração geograficamente tensionadas. A alocação bilionária projeta um ganho de escala na geração de caixa operacional para os próximos balanços, estabelecendo um suporte para a ação que fortalece a resiliência da companhia frente às futuras oscilações nos contratos de petróleo.

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CHVX34 | CVX
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02
Sep
às
9:00
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Novo comando na Apple

As ações da Apple registraram movimento de alta após o anúncio de que John Ternus assumirá o comando da companhia. A transição de liderança gerou fluxo comprador no ativo, a resposta dos preços reflete a aprovação institucional à linha sucessória interna, que preserva o foco no desenvolvimento central de hardware da empresa.

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AAPL34 | AAPL
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01
Sep
às
16:59
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Juros futuros dos EUA sobem ao maior nível em quase duas décadas. O que está acontecendo?

O yield do Treasury de 30 anos atingiu o maior nível em quase duas décadas. O movimento reflete uma combinação de fatores: aumento do endividamento do governo americano que o mercado precisa absorver, atividade econômica ainda resiliente, risco de inflação ligado a disrupções de energia no Oriente Médio, e a possibilidade do Fed manter os juros elevados por mais tempo. Soma-se a isso sinais de menor apetite estrangeiro por dívida americana com Japão, Reino Unido e China reduzindo posições em junho e maior competição por capital vinda de empresas que emitem dívida para financiar data centers e projetos de inteligência artificial.

O que isso significa na prática
Nos EUA, o yield de 10 anos serve de referência para as taxas de hipoteca. Sua alta reduz o poder de compra de imóveis financiados e desestimula a venda por proprietários com taxas mais baixas travadas. Empresas que emitem dívida nova ou carregam taxas flutuantes também sentem o custo de capital mais alto, pressão especialmente relevante para o setor de tecnologia, que tem emitido volumes recordes de dívida para financiar projetos de IA.

Com relação às ações de crescimento, sobretudo tecnologia, a alta dos juros reduz o valor presente atribuído a lucros futuros, efeito que pode ser parcialmente compensado caso a alta das yields reflita uma economia mais forte. Ativos dolarizados tendem a se beneficiar de um eventual fortalecimento do dólar nesse cenário, enquanto emissores mais endividados, incluindo mercados emergentes, podem enfrentar custo de refinanciamento mais elevado.

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01
Sep
às
16:54
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Vagas de emprego nos EUA ficam abaixo do esperado

O relatório JOLTS mostrou 7,271 milhões de vagas de emprego em aberto nos EUA, abaixo da projeção de mercado de 7,330 milhões, mas acima do resultado do mês anterior, de 7,182 milhões. O indicador contabiliza posições abertas com início possível em até 30 dias e busca ativa por candidatos externos à empresa.

O resultado mostra um mercado de trabalho que segue aquecendo mês a mês, mas em ritmo mais fraco do que os analistas projetavam. É uma leitura mista: a alta na comparação mensal indica demanda por mão de obra ainda presente, enquanto o desvio negativo frente à previsão sugere um fôlego menor do que o esperado.

Para o dólar, leituras de emprego abaixo do previsto tendem a ser lidas como negativas, por sinalizarem um mercado de trabalho perdendo força mais rápido do que o antecipado. Para os juros, esse tipo de dado reforça o argumento a favor de cortes por parte do Federal Reserve, já que um mercado de trabalho mais fraco reduz a pressão inflacionária pelo lado salarial.

Ativos sensíveis a expectativas de corte de juros americanos, como Treasuries de prazo mais longo, tendem a reagir a esse tipo de surpresa. Fundos com exposição ao dólar e a renda fixa global também acompanham de perto esse indicador como termômetro do ritmo de desaceleração do mercado de trabalho americano.

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01
Sep
às
16:53
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Preços na indústria americana seguem pressionados

O subíndice de Preços Pagos do ISM industrial dos EUA veio em 71,1 pontos, acima da projeção de mercado de 70,5 e estável em relação ao mês anterior, também em 71,1. O indicador mede o custo de insumos reportado pelos gestores de compras do setor industrial e permanece bem acima dos 50 pontos, patamar que separa alta de queda nos preços pagos.

A estabilidade em nível elevado indica que a pressão de custos na cadeia industrial não cedeu como o mercado esperava. Diferente do PMI geral, essa leitura é acompanhada de perto como sinal antecedente de inflação, já que reflete o que as empresas pagam por insumos antes desse custo aparecer nos preços ao consumidor.

Para os juros americanos, uma leitura de preços pagos mais resistente que o esperado reduz o espaço para o Federal Reserve cortar juros no curto prazo, já que sinaliza risco inflacionário ainda presente na cadeia produtiva. Para o dólar, esse tipo de surpresa tende a ser lido como positivo, na mesma linha do PMI geral divulgado no mesmo dia.

Títulos públicos americanos de longo prazo tendem a ser mais sensíveis a esse tipo de sinal, já que expectativas de juros mais altos por mais tempo pressionam suas taxas. Fundos com exposição a renda fixa global e ativos dolarizados também acompanham de perto esse tipo de indicador antecedente de inflação.

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01
Sep
às
16:51
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PMI industrial dos EUA supera projeções

O PMI industrial dos Estados Unidos veio em 53,9 pontos, acima da projeção de mercado de 53,2 e estável em relação à leitura anterior, também de 53,9. O índice segue acima dos 50 pontos, marca que separa expansão de contração no setor.

A leitura mostra que a atividade industrial americana manteve o ritmo do mês anterior, mas superou o que o mercado esperava ou seja, não houve a desaceleração projetada.

Para o dólar, PMIs acima do esperado tendem a ser lidos como positivos, por sinalizarem setor industrial mais resiliente e por reduzirem a pressão sobre o Federal Reserve para antecipar cortes de juros. Esse tipo de surpresa costuma se traduzir em fortalecimento do dólar frente a outras moedas, incluindo o real.

Fundos cambiais e ativos dolarizados tendem a se beneficiar diretamente desse movimento no curto prazo. Exportadoras brasileiras, com receita atrelada ao dólar, também sentem o efeito na margem quando a moeda americana se fortalece. Já ativos domésticos que dependem de capital externo como algumas emissões de dívida corporativa podem enfrentar custo de captação mais elevado nesse cenário.

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01
Sep
às
16:48
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PIB do Brasil supera expectativas no trimestre

O PIB do Brasil cresceu 2,0% na comparação anual, acima da mediana de mercado de 1,8% e também acima do resultado do período anterior, de 1,8%. Na comparação trimestral, a expansão foi de 0,5%, superando a projeção de 0,4%, mas desacelerando frente aos 1,1% do trimestre anterior.

O resultado mostra atividade econômica mais aquecida do que o mercado projetava, tanto na base anual quanto na trimestral. Já a leitura trimestral sinaliza um ritmo de expansão mais lento que o do trimestre anterior, mesmo com a leitura anual surpreendendo positivamente.

Para o câmbio, leituras de PIB acima do esperado tendem a ser interpretadas como positivas para o real, por refletirem maior confiança na atividade doméstica. Para os juros, um crescimento mais forte que o previsto reduz o espaço para cortes no curto prazo: atividade aquecida pode pressionar a inflação, e o Copom costuma reagir com cautela a esse tipo de surpresa positiva antes de novos movimentos na Selic.

Para carteiras com exposição a renda fixa pós-fixada, juros mais altos por mais tempo mantêm o CDI como referência de rentabilidade no curto prazo. Em renda variável, setores mais ligados ao ciclo doméstico, como consumo e construção civil tendem a refletir diretamente sinais de aceleração da atividade. Ativos com receita atrelada ao câmbio também podem sentir o efeito de uma leitura de PIB mais forte sobre o real.

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01
Sep
às
11:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Ótima venda do HGRE11

O HGRE11 assinou um compromisso para vender integralmente o Edifício Alegria, localizado no Brás, em São Paulo. O valor acordado para a operação foi de R$115,5 milhões.

O fundo investiu aproximadamente R$59 milhões no imóvel. O preço de venda representa um valor 95,6% superior ao custo do HGRE11 e 102,1% acima do último valor de avaliação do ativo.

A operação deverá gerar lucro em regime de caixa estimado em R$42,7 milhões, correspondente a aproximadamente R$3,62 por cota. Esse resultado será reconhecido conforme os pagamentos forem recebidos.

Após o cumprimento das condições previstas, serão pagos R$5,5 milhões como sinal. Os R$110 milhões restantes serão recebidos em cinco parcelas anuais, corrigidas pela inflação medida pelo IPCA.

O imóvel está atualmente 100% desocupado e sua venda também reduzirá despesas do fundo. Somente entre agosto de 2025 e julho de 2026, IPTU, condomínio e outros custos relacionados ao ativo superaram R$2 milhões.

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01
Sep
às
10:00
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Emissão do HGRE11

O HGRE11 iniciou sua 10ª emissão de cotas, que poderá movimentar até R$700 milhões. A oferta prevê a emissão de aproximadamente 4,77 milhões de novas cotas e será destinada a investidores profissionais.

O preço de emissão foi definido em R$146,64 por cota. Com a taxa de distribuição de R$0,07, o preço de subscrição chega a R$146,71, com investimento mínimo de dez cotas para novos participantes da oferta.

Os atuais cotistas terão direito de preferência, com fator de aproximadamente 0,404 nova cota para cada cota detida na data-base. No exercício desse direito, não haverá exigência de investimento mínimo.

A captação será direcionada à expansão e qualificação do portfólio. O pipeline apresentado pela gestão possui oito ativos localizados em regiões como Faria Lima, JK, Itaim e Paulista.

Caso todas as aquisições previstas sejam realizadas, o portfólio poderá passar de 13 para 21 ativos. A participação de imóveis classificados entre A e AAA também deverá aumentar de 46% para 52% da carteira consolidada.

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01
Sep
às
9:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Notícias mistas para o RZTR11

O RZTR11 distribuiu R$0,90 por cota em julho, equivalente a dividend yield mensal de 1,02%. O fundo encerrou o mês com patrimônio líquido de R$1,84 bilhão e 25 propriedades rurais.

A gestão revisou para baixo a expectativa de dividendos para o segundo semestre. A mudança ocorre diante de uma previsão menor de recebimentos recorrentes ao longo dos próximos meses.

Um dos impactos vem da Fazenda Bom Jardim, cujo contrato de arrendamento foi rescindido após inadimplência. A perda de receita estimada até o final de 2026 é de R$5,6 milhões, aproximadamente R$0,30 por cota.

Por outro lado, o imóvel está registrado por R$60 milhões, enquanto um laudo independente apontou valor de liquidação de R$82,1 milhões. A futura remarcação pode adicionar aproximadamente R$1,17 por cota ao patrimônio do fundo.

A gestão também negocia a venda de propriedades da estratégia Land Equity e da própria Fazenda Bom Jardim. Eventuais alienações podem gerar ganhos de capital, reforçar o caixa e contribuir para distribuições futuras.

RZTR11
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31
Aug
às
17:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Fusão entre AvalonBay e Equity Residential

O Vivmark Residential é atualmente o maior REIT do segmento multifamily (residencial) no mercado norte-americano, formado a partir da fusão entre o AvalonBay e o Equity Residential. A tese de investimento da companhia consolida duas frentes operacionais distintas: o desenvolvimento de novos projetos (ground-up) em subúrbios e mercados de expansão, característica do antigo AVB, e a gestão de ativos estabilizados em centros urbanos de alta densidade, oriunda do EQR. Para mais informações, acesse em anexo o relatório completo.

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31
Aug
às
17:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Atualização do Ranking

Ações

Tivemos uma sequência de mudanças em nosso ranking, com elevação da recomendação dos seguintes ativos:

#ITUB4 #CXSE3 #EQTL3 #LREN3 #CPLE6 #VALE3 #MULT3 #BRSR6 #CSMG3 #TIMS3 #RDOR3 #CMIG4 #FESA4 #TAEE11 #ISAE4 #ITSA4

O principal motivo para essas mudanças foi a recente desvalorização do mercado acionário, que ampliou a margem de segurança desses ativos. Com os preços mais baixos, algumas empresas passaram a apresentar uma relação mais atrativa entre risco e retorno, justificando a melhora em suas posições no ranking.

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Globais

NVDA: A companhia reportou expansão operacional no trimestre, sustentada pela demanda contínua por infraestrutura de inteligência artificial, o que resultou em aumento nas linhas de receita e lucro, contudo, pelo valuation esticado, mantemos a posição de aguarde inalterada.

MCD: O balanço apresentou manutenção das margens operacionais garantindo a lucratividade, porém a empresa registrou desaceleração no ritmo de vendas globais e pressão na linha superior de receitas devido a gargalos na estratégia de valor e execução no mercado norte-americano. Apesar disso, continuamos construtivos na tese, com a empresa permanecendo no topo do ranking.

SMH: O ETF acaba de ser inserido na plataforma e reflete a sustentação da rentabilidade estrutural das companhias de semicondutores, mas aponta para uma dinâmica recente de pressões de valuation e impactos cambiais em polos produtores na Ásia. Acreditamos na tese, mas com limites apropriados de aportes de acordo com o perfil de risco de cada investidor.

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FIIs

Sem alterações no ranking esta semana

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ITUB4
CXSE3
EQTL3
LREN3
CPLE3
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31
Aug
às
15:35
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Resultado Primário do Setor Público Consolidado

O setor público consolidado registrou superávit primário de R$1,4 bilhão na leitura mais recente, divulgada em 31 de agosto de 2026, frente ao déficit de R$55,3 bilhões do mês anterior, houve reversão do resultado, de negativo para positivo.

O indicador consolida Governo Central, governos regionais e empresas públicas, e exclui do cálculo os juros da dívida, rendimentos de aplicações, receitas de privatização e operações de crédito e caixa, seguindo o critério "acima da linha" da Secretaria do Tesouro Nacional.

Na prática, a passagem de déficit para superávit primário indica que a arrecadação superou as despesas primárias no período, reduzindo a necessidade de financiamento via dívida nova para cobrir gastos correntes efeito distinto do resultado nominal, que ainda soma o peso dos juros da dívida.

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