
Os bonds da Raízen passaram por um forte sell-off nos últimos pregões, refletindo o aumento da desconfiança dos investidores diante do receio de uma eventual recuperação judicial. O movimento ganhou força após a Cosan, controladora da companhia, anunciar o resgate antecipado de títulos com vencimento em 2030 e 2031, eliminando a cláusula de cross-default entre as empresas — o que foi interpretado pelo mercado como um possível sinal de distanciamento financeiro.
Os títulos em dólar da Raízen com vencimento em 2034 chegaram a ser negociados ao redor de 60 centavos de dólar, enquanto o yield saltou de cerca de 10,5% para patamares acima de 13%, com picos próximos a 15%.

O Bitcoin registrou uma queda acentuada nesta quinta-feira, recuando cerca de 7% e rompendo o suporte psicológico de US$72.000 para atingir mínimas próximas a US$70.400, o menor nível desde novembro de 2024. O movimento foi impulsionado por um efeito cascata que incluiu a liquidação forçada de US$770 milhões em posições alavancadas e saídas líquidas de ETFs, que somaram US$1,5 bilhão na última semana. Esse declínio acompanha uma aversão ao risco global, intensificada pela correção nas ações de tecnologia e pela sinalização de uma postura mais rígida (hawkish) do Federal Reserve sob a possível liderança de Kevin Warsh.
Para o investidor, o cenário atual indica uma mudança de controle do mercado em favor dos vendedores, com o ativo operando abaixo de médias móveis importantes e entrando em zona de "medo extremo". A perda do patamar de US$72.000 abre caminho técnico para testes em US$68.000, sugerindo que a volatilidade permanecerá elevada no curto prazo. Embora o otimismo institucional de longo prazo persista com projeções acima de US$100.000 para o final de 2026, a falta de catalisadores imediatos e o esgotamento do entusiasmo com a Inteligência Artificial no mercado acionário exigem cautela e uma revisão na exposição de risco em criptoativos.

A Alphabet, controladora do Google, reportou resultados sólidos no quarto trimestre de 2025, com uma receita de US$113,8 bilhões, superando as estimativas de US$111,4 bilhões e registrando um crescimento de 18% em relação ao ano anterior. O lucro líquido saltou 30%, atingindo US$ 34,5 bilhões, impulsionado pela aceleração do Google Cloud, que cresceu 48% para US$17,7 bilhões, e pela resiliência da publicidade no YouTube e no Search. Contudo, a empresa surpreendeu o mercado ao projetar investimentos de capital (Capex) massivos entre US$175 bilhões e US$185 bilhões para 2026, focados quase integralmente em infraestrutura de Inteligência Artificial.
Para o investidor, o balanço reforça a tese de que a Alphabet está convertendo seus gastos em IA em receita real, especialmente no setor corporativo e em serviços de nuvem. Embora a agressividade do Capex possa gerar volatilidade no curto prazo devido ao temor de compressão de margens futuras, o domínio estrutural e a eficiência operacional sugerem uma tendência de alta para o longo prazo. A capacidade da companhia de manter o crescimento de dois dígitos em sua escala atual sinaliza uma liderança consolidada na "era da IA", tornando o ativo atraente para quem busca exposição em big techs com fundamentos robustos.

A Hypera aprovou um aumento de capital privado de até R$ 1,5 bilhão, por meio da emissão de até 70,6 milhões de ações ordinárias ao preço de R$ 21,25 por ação. A operação poderá ser homologada parcialmente, desde que atinja o valor mínimo de R$ 1,15 bilhão, e tem como objetivo reduzir o endividamento líquido e fortalecer a estrutura de capital da companhia.
O bloco de controle se comprometeu a exercer integralmente o direito de preferência e a participar de eventual rateio de sobras, garantindo o aporte mínimo.

asil encerrou o quarto trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 4,1 bilhões, alta de 6,0% em relação ao mesmo período do ano anterior e crescimento de 1,9% na comparação trimestral. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 17,6%, estável frente ao 3T25, refletindo a consistência operacional mesmo em um cenário macroeconômico mais desafiador.
A carteira de crédito ampliada atingiu R$ 708,2 bilhões, com crescimento de 3,7% em 12 meses, impulsionada principalmente por cartões, financiamento ao consumo e PMEs. A margem financeira somou R$ 15,3 bilhões no trimestre, avanço de 0,8% frente ao trimestre anterior, sustentada pela margem com clientes, que cresceu 6,6% na comparação anual, enquanto a margem de mercado seguiu pressionada pelo ambiente de juros elevados.
As comissões totalizaram R$ 5,8 bilhões, alta de 4,3% em um ano, com destaque para cartões, seguros e administração de recursos, reforçando a estratégia de diversificação de receitas. O custo de crédito encerrou o trimestre em 3,76%, levemente abaixo do trimestre anterior, enquanto o índice de inadimplência acima de 90 dias subiu para 3,7%, refletindo maior pressão principalmente nos segmentos de menor renda e PMEs. Mesmo assim, o banco manteve disciplina na gestão de riscos e controle de despesas, com índice de eficiência de 38,8% no período.

A temporada de balanços do quarto trimestre de 2025 consolidou a Eli Lilly e a Supermicro como destaques positivos, com a farmacêutica registrando salto de 42,6% na receita anual (US$19,29 bilhões) e a Supermicro elevando suas projeções futuras. Em contrapartida, a AMD apresentou lucro líquido ajustado de US$2,5 bilhões e receita recorde de US$10,27 bilhões, impulsionada pelo crescimento de 39% no segmento de Data Center com foco em IA. Apesar dos números sólidos da AMD, a empresa viu suas ações recuarem no mercado após a divulgação.
Para o investidor, o cenário revela que a barra de expectativas para o setor de tecnologia e semicondutores atingiu um patamar extremo, onde superações operacionais não garantem mais altas nas cotações se os múltiplos estiverem esticados. O mercado demonstra maior apetite por teses de biotecnologia e infraestrutura básica de IA, enquanto pune empresas como AMD e Uber diante de qualquer sinal de desaceleração sequencial ou guias que não excedam agressivamente o consenso. A tendência é de uma rotação setorial que prioriza a execução impecável e o potencial de margem, exigindo cautela na alocação em ativos que já precificaram cenários de perfeição.

A Prosus, controladora de ativos como o iFood e OLX, firmou um acordo global de três anos com a Amazon Web Services (AWS) para acelerar a integração de inteligência artificial generativa em suas empresas investidas. A parceria visa padronizar o uso de infraestrutura em nuvem e ferramentas de aprendizado de máquina em operações na América Latina, Europa e Índia, envolvendo também marcas como PayU e Despegar.
Além do suporte de engenharia da AWS para o co-desenvolvimento de produtos, o grupo projeta uma redução de custos operacionais em dois dígitos por meio de práticas de FinOps e eficiência tecnológica. O mercado tende a reagir positivamente à estratégia de eficiência de capital, embora o retorno efetivo dependa da velocidade de implementação e da monetização dessas novas ferramentas em mercados emergentes.

No último resultado trimestral, a PepsiCo conseguiu equilibrar o volume de vendas com estratégias de precificação, mantendo a relevância de suas marcas em um cenário global de consumo fragmentado. O desempenho foi sustentado pela diversificação geográfica, com operações internacionais compensando a maturação de mercados tradicionais, enquanto a eficiência operacional permitiu a expansão da rentabilidade. A decisão da diretoria em elevar os proventos e ampliar a recompra de ações reflete uma política de disciplina de capital voltada para a previsibilidade do retorno ao acionista.
Do ponto de vista estratégico, o mercado interpreta esses resultados como uma validação do poder de marca e da elasticidade de preço da companhia, características fundamentais para empresas de bens de consumo em períodos de ajuste econômico. Para o investidor, a empresa continua em nosso radar, pois o preço negociado segue sem margem de segurança.

Elon Musk confirmou a aquisição da xAI pela SpaceX, unindo sua startup de inteligência artificial à gigante aeroespacial antes de uma oferta pública inicial (IPO) prevista para o meio deste ano. A transação, estruturada através da troca de ações da xAI por papéis da SpaceX, consolidará sob uma única estrutura corporativa os foguetes da empresa, a rede de satélites Starlink e a inteligência artificial Grok.
Entidades legais já foram registradas em Nevada para facilitar a fusão, que avaliaria a nova entidade em aproximadamente US$ 1,25 trilhão, tornando-a uma das organizações mais valiosas do mundo antes mesmo de estrear na bolsa.
Para o investidor, a fusão altera radicalmente a tese de investimento da SpaceX, transformando-a de uma operadora de infraestrutura espacial em uma plataforma integrada de "IA orbital". A estratégia visa utilizar a constelação Starlink para hospedar centros de dados no espaço, reduzindo custos de resfriamento e energia, o que pode dar à empresa uma vantagem competitiva única contra Big Techs como Google e Microsoft.
Embora o movimento aumente o potencial de valorização do IPO, a complexidade da governança corporativa e a interdependência entre as empresas de Musk exigem cautela, pois o sucesso do ativo agora está intrinsecamente ligado à liderança tecnológica na corrida global pela inteligência artificial generativa.

A Mastercard anunciou uma nova ofensiva estratégica para acelerar a digitalização de pequenas e médias empresas (PMEs) na América Latina e no Caribe, focando na transição do uso de dinheiro em espécie para pagamentos digitais. A iniciativa inclui o lançamento de proteções padrão contra roubo de identidade e riscos cibernéticos em todos os cartões empresariais da região, visando mitigar a vulnerabilidade desse segmento, que representa uma fatia central da economia regional.
Dados da companhia indicam que 88% das PMEs que adotaram pagamentos digitais relataram crescimento significativo, enquanto 56% das que operam apenas com dinheiro perdem clientes semanalmente por falta de opções de pagamento eletrônico. Para o investidor, o movimento reforça a estratégia da Mastercard de expandir sua receita através de serviços de valor agregado e segurança cibernética, indo além das taxas de transação tradicionais, contudo, a empresa segue cara.

Ações
VALE3 e BRAP4: rebaixadas para AGUARDE. A mudança ocorre em um ambiente de otimismo excessivo na cotação, no qual a valorização do ativo passou a se descolar da evolução dos fundamentos econômicos, reduzindo a margem de segurança.
JBSS32: elevada para AGUARDE. A revisão reflete o nível depreciado de preço observado recentemente nas ações da JBS. Ainda assim, os riscos de governança e a nova estrutura societária permanecem incompatíveis com a filosofia de investimentos do Simpla Club, limitando uma recomendação mais construtiva.
EGIE3: queda no ranking em função das oscilações recentes de mercado, sem alteração na recomendação.
ALUP11: avanço no ranking visando melhorar a relação risco-retorno, sem mudança de recomendação.
*Globais*
SBUX: A Starbucks perdeu a recomendação de compra por conta do seu momento operacional desafiador, desta forma, a empresa caiu algumas posições no ranking de stocks.
O ranking de REITs não sofreu alterações significativas essa semana.
FIIs
XPML11: O fundo perdeu posições no ranking por conta da subida de seu preço, o que reduz sua margem de segurança. Ainda assim, é o FII de shopping mais bem posicionado.
PSEC11: Seguimos acreditando numa recuperação do IFIX, o que fará muito bem para os FOFs. O PSEC11 está bem posicionado para aproveitar o rali de alta.

A Vale informou que o Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça a adoção de medidas liminares, incluindo o bloqueio patrimonial de R$ 1 bilhão, após o extravasamento ocorrido na mina de Fábrica, em Ouro Preto (MG). Segundo a companhia, o pedido foi feito por meio de uma tutela cautelar antecedente, com o objetivo de evitar o agravamento de supostos danos ambientais.
De acordo com autoridades do governo de Minas Gerais, além da água, rejeitos da operação de minério de ferro atingiram o rio Maranhão, em decorrência de fortes chuvas registradas nos dias que antecederam o incidente. A Vale afirmou que apresentará sua defesa dentro do prazo legal. Paralelamente, o governo estadual ampliou para R$ 3,3 milhões a multa aplicada à mineradora por danos ambientais, considerando reincidência em evento semelhante ocorrido em agosto de 2023, em Brumadinho.

A Starbucks teve sua recomendação de compra rebaixada devido ao atual cenário operacional desafiador, o que resultou na perda de posições em nosso ranking de ações. O momento exige cautela, dado que a empresa enfrenta uma compressão severa em suas margens, pressionada pelo aumento dos custos logísticos e investimentos vultosos na reestruturação do atendimento em loja.
Além disso, a volatilidade no mercado chinês e a necessidade de simplificar um cardápio excessivamente complexo impõem obstáculos significativos à recuperação da rentabilidade no curto prazo, testando a eficácia da nova gestão sob pressão inflacionária persistente. Para entender detalhadamente os números do trimestre e as projeções para 2026, acesse o relatório completo em anexo.

A Tesla reportou que encerrou o quarto trimestre de 2025 com um marco de 1,1 milhão de assinantes em seu software de direção autônoma (FSD), um crescimento de 38% que supera o ritmo de entrega de novos veículos. Em um movimento estratégico agressivo, o CEO Elon Musk confirmou o encerramento da produção dos modelos veteranos Model S e Model X para priorizar o desenvolvimento do robotáxi Cybercab e do robô humanoide Optimus. A companhia registrou uma queda nas ações (TSLA) após o anúncio, refletindo a reação imediata à descontinuação de linhas de receita consolidadas em prol de tecnologias ainda em estágio de escala.
A decisão marca a transição definitiva da Tesla de uma montadora tradicional para uma empresa de "Inteligência Artificial Física", mudando o modelo de negócio da venda de ativos para o transporte como serviço (SaaS). Para o investidor, isso altera o perfil de risco do papel: a tese de investimento deixa de ser baseada em margens de manufatura e passa a depender da viabilidade regulatória e tecnológica da autonomia plena. Embora a receita recorrente das assinaturas de software traga previsibilidade, a queima de pontes com os modelos de luxo S e X sugere uma volatilidade elevada no curto prazo, à medida que o mercado precifica o hiato entre o fim da era automotiva e o domínio da robótica.

O Federal Reserve (FED) decidiu, nesta quarta-feira (28), manter a taxa básica de juros dos Estados Unidos no intervalo de 3,50% a 3,75% ao ano, interrompendo a sequência de três cortes consecutivos realizados no final de 2025. A decisão foi tomada com dois votos divergentes que defendiam uma redução adicional, mas prevaleceu a cautela diante de uma inflação (PCE) que encerrou o ano em 2,7%, ainda acima da meta de 2%.
Em seu comunicado, o comitê destacou que a atividade econômica cresce em ritmo sólido e que o mercado de trabalho apresenta sinais de estabilização, o que retira a urgência de novos estímulos monetários imediatos. Para o investidor, a pausa do Fed sinaliza um cenário de "juros altos por mais tempo" do que o antecipado pelo mercado no início do ciclo de afrouxamento.

O Grupo Mateus segue apresentando uma execução operacional consistente, sustentada pela forte presença no Norte e Nordeste e pela estratégia de adensamento de rotas. Mesmo após um trimestre mais fraco, marcado por ajustes pontuais de estoque, a companhia continua demonstrando ganhos de eficiência logística e maturação das lojas abertas nos últimos anos, o que reforça a qualidade do modelo de negócios no longo prazo.
Apesar disso, o ritmo de crescimento tende a ser mais moderado daqui para frente, refletindo o maior porte da companhia e um cenário ainda incerto para a inflação de alimentos, que pode pressionar margens e consumo. A recente queda das ações ajudou a ajustar expectativas, mas entendemos que o atual estágio da tese pede uma postura mais equilibrada.
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A ASML reportou receita 1,6% superior ao esperado, apesar da queda de 3,0% no lucro, com o volume de encomendas superando as estimativas em 92,2% devido à demanda por chips de IA. A companhia elevou o guidance de receita para 2026 (entre € 34 bi e € 39 bi) e anunciou o corte de 1.700 postos de trabalho para aumentar a eficiência. No radar negativo, a empresa prevê recuo de 20% nas vendas para a China e a interrupção da divulgação de dados de encomendas a partir do próximo período.
O desempenho operacional confirma que os fabricantes de semicondutores seguem em ritmo agressivo de expansão de capacidade, aliviando temores sobre a sustentabilidade do ciclo de inteligência artificial. Contudo, o investidor deve ponderar a crescente pressão geopolítica sobre as exportações e a menor transparência futura sobre o momentum dos negócios. Contudo, o nosso sentimento é de otimismo com os fundamentos de demanda e com a qualidade da companhia.

A Meta reportou resultados acima das expectativas no quarto trimestre de 2025, com avanço de 2,5% na receita e 8,5% no lucro por ação, impulsionados pela resiliência do segmento de anúncios. Para o primeiro trimestre de 2026, a companhia projeta uma receita entre US$ 53,5 bilhões e US$ 56,5 bilhões, superando o consenso de mercado de US$ 51,3 bilhões. Em contrapartida, o guidance de investimento (capex) para 2026 foi elevado para a faixa de US$ 115 bilhões a US$ 135 bilhões, um aumento expressivo frente aos US$ 72 bilhões gastos em 2025 e aos US$ 110 bilhões previstos por analistas.
O aumento agressivo nas projeções de gastos reflete a estratégia de Mark Zuckerberg em priorizar a infraestrutura para inteligência artificial, mesmo diante de restrições na oferta de capacidade computacional que devem persistir em 2026. Para o investidor, o cenário apresenta um dilema entre o crescimento robusto da receita publicitária, otimizada por novos algoritmos, e a pressão sobre as margens e o fluxo de caixa livre decorrente do capex recorde. Nós seguimos confiantes na tese e com a recomendação de compra na empresa.

A Nvidia revelou a família Earth-2 para IA climática e o Apriel 2.0, em parceria com a ServiceNow. O Earth-2 é uma plataforma de software acelerada para previsões globais que reduz custos operacionais ao substituir modelos físicos tradicionais. Complementando a expansão, a companhia aportou US$ 2 bilhões na CoreWeave para fortalecer sua infraestrutura de nuvem dedicada à inteligência artificial.
Para o investidor, o movimento sinaliza a transição da Nvidia de fabricante de hardware para provedora de ecossistemas de software de missão crítica. Ao dominar verticais específicas, como meteorologia, a empresa mitiga riscos de saturação no mercado de chips genéricos. O sentimento do mercado é de que a demanda por inferência especializada garantirá a sustentabilidade do crescimento em longo prazo.

Acabamos de atualizar o relatório do TEPP11 e as notícias são positivas.
O fundo passou os últimos 27 meses com 0% de áreas vagas, adquiriu um novo imóvel e começará a pagar altos dividendos a partir de março. Com base na cotação atual do TEPP11, o dividendo estimado para o período de março a julho de 2026 equivale a 1,50% ao mês.
A mais recente aquisição foi o Top Center, edifício localizado na Avenida Paulista. O imóvel é bem localizado, mas necessita de melhorias estruturais e operacionais para se tornar mais competitivo. A Tellus acredita que conseguirá melhorar a ocupação e o valor do aluguel cobrado no ativo.
O TEPP11 é um claro exemplo de fundo que melhorou seus fundamentos, mas cuja cotação ainda não respondeu de maneira adequada. Além de bons dividendos, trata-se de uma tese de investimento com potencial de valorização.