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Atualizações

19
Jan
às
10:22
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Mudanças acionárias em destaque no mercado

A PetroReconcavo e a CVC Brasil comunicaram recentes alterações relevantes em suas bases acionárias. No caso da PetroReconcavo, a gestora espanhola Cobas Asset Management elevou sua participação para 10,10% do capital votante, passando a deter 29,6 milhões de ações ordinárias.

Já na CVC Brasil, a BTG Pactual Gestão atingiu uma participação equivalente a 20,47% das ações ordinárias, totalizando 107,6 milhões de papéis. Desse montante, o GJP Fundo de Investimento em Ações, cliente da gestora, detém 20,02% de forma individual.

RECV3
CVCB3
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19
Jan
às
10:14
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Eztec tem recorde de lançamentos e vendas em 2025

A Eztec encerrou 2025 com resultados operacionais recordes, impulsionados pelo forte ritmo de lançamentos e vendas. No ano, a companhia lançou R$ 2,4 bilhões em VGV (%EZ), o maior volume de sua história, e registrou vendas brutas de R$ 2,2 bilhões e vendas líquidas de R$ 1,9 bilhão, também em patamares recordes. A VSO líquida acumulada em 12 meses atingiu 40,4%, enquanto os lançamentos estavam 53% vendidos ao final do período.

No 4T25, a Eztec lançou três empreendimentos, somando R$ 783 milhões em VGV (%EZ), com destaque para o Reserva São Caetano – Parque, que marcou a entrada da companhia em São Caetano do Sul e alcançou 55% de vendas até o fim do trimestre.

EZTC3
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19
Jan
às
10:07
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Escassez de chips de memória

A Micron, que fornece peças essenciais para a Nvidia, alertou que o mundo vive uma falta de chips de memória sem precedentes por causa da inteligência artificial. Como as fábricas estão focadas em produzir memórias superpotentes para os grandes data centers de IA, acabou sobrando pouco espaço para fabricar os chips comuns usados em celulares e computadores. Essa crise está fazendo os preços subirem e deve continuar afetando o mercado pelo menos até depois de 2026.

Por causa desses custos mais altos, grandes fabricantes de celulares, como Xiaomi e Oppo, já planejam produzir menos aparelhos este ano. A situação é tão séria que a Micron decidiu parar de vender memórias para o consumidor final (da marca Crucial) para focar apenas em atender grandes empresas de tecnologia. Enquanto isso, gigantes como Samsung e SK Hynix também estão com toda a sua produção já vendida, mostrando que a disputa por esses componentes será intensa nos próximos anos.

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19
Jan
às
10:04
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China cresce 5% em 2025

A China conseguiu atingir sua meta e cresceu 5% em 2025, mas os números mostram que o país está perdendo força. Enquanto as fábricas continuam produzindo muito e vendendo bem para o exterior, o povo chinês está gastando pouco dentro de casa. Isso acontece porque os salários não estão subindo como antes, o mercado de imóveis continua em crise e as pessoas estão preferindo economizar, o que deixa o comércio desanimado e os preços baixos demais.

Para 2026, a situação deve ser ainda mais difícil. A população chinesa está diminuindo e nasceram menos bebês do que nunca, o que traz problemas para o futuro da economia. Além disso, outros países estão criando barreiras para os produtos chineses, dificultando as exportações. Agora, o governo tenta encontrar um jeito de incentivar o consumo interno para não depender tanto das vendas para fora

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19
Jan
às
9:00
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A nova fase do RBRP11

O RBRP11, fundo híbrido gerido pela RBR, entra em uma nova fase de sua história.

O fundo tinha como estratégia a exposição direta a lajes corporativas e, de forma indireta, via FII, a galpões logísticos. O FII utilizado para acessar o segmento logístico era o RBRL11.

Em dezembro de 2025, o RBRL11 vendeu todo o seu portfólio para o XPLG11. Dessa forma, a carteira do RBRP11 passou a ser composta apenas por ativos corporativos.

Dos mais de 40 mil metros quadrados de área do portfólio do RBRP11, 23 mil pertencem ao Edifício River One. Essa concentração sempre foi o grande risco do fundo, principalmente devido ao longo período de vacância desse imóvel.

Atualmente, a vacância do River One é de apenas 5%, mas diversos acordos foram firmados com muitas concessões para os novos inquilinos.

Apesar do preço extremamente descontado, a situação do fundo ainda exige muita cautela.

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16
Jan
às
15:00
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Recomendação rebaixada de COMPRA para VENDA

A Brava Energia apresentou avanços importantes desde a fusão, especialmente na estabilização dos ativos offshore e na redução da alavancagem no curto prazo. A execução operacional melhorou e a companhia conseguiu reduzir parte das incertezas que marcaram o início da integração dos ativos, o que ajudou a sustentar a tese nos últimos trimestres.

No entanto, o cenário mudou. A maior volatilidade do petróleo, a perspectiva de retomada da queima de caixa em 2026 e a aquisição anunciada recentemente aumentaram significativamente o risco do investimento. Entendemos que a mudança de direcionamento estratégico, em um momento mais delicado do ciclo do Brent, piorou a relação risco-retorno da companhia. Diante disso, rebaixamos a recomendação de BRAV3 de COMPRA para VENDA, passando a priorizar outros nomes do setor.

BRAV3
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16
Jan
às
12:05
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Desembolso de crédito rural cai 15% no início do Plano Safra 2025/26

O desembolso de crédito rural caiu cerca de 15% nos seis primeiros meses do Plano Safra 2025/26, somando R$ 188 bilhões, abaixo dos R$ 220,3 bilhões registrados no mesmo período da safra anterior, segundo dados do Banco Central do Brasil. O recuo ocorre em um cenário de juros elevados, endividamento crescente no campo e maior rigor das instituições financeiras na concessão de crédito, o que tem dificultado o acesso aos financiamentos, especialmente entre grandes produtores. As operações de investimento foram as mais afetadas, com queda próxima de 29%, refletindo a menor disposição dos agricultores em assumir financiamentos de longo prazo a taxas de dois dígitos.

Apesar da retração geral, o impacto foi desigual entre os segmentos. Enquanto grandes produtores reduziram fortemente a tomada de crédito e passaram a buscar alternativas como CPRs, a agricultura familiar manteve desempenho estável, com R$ 37,6 bilhões desembolsados no período, apoiada por linhas subsidiadas do Pronaf. Especialistas apontam que a combinação de queda nos preços das commodities, margens mais apertadas e dificuldades de acesso ao crédito configura uma das fases mais desafiadoras para o financiamento do agronegócio desde o início do Plano Real, ainda que programas de renegociação de dívidas tenham ajudado a sustentar parte da demanda entre pequenos produtores.

AGRO3
SLCE3
TTEN3
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16
Jan
às
12:00
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ANP suspende importação de metanol para revenda da GPC Química, controlada da Dexxos

A Dexxos Participações informou que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) instaurou um processo administrativo contra sua controlada GPC Química, suspendendo de forma preventiva a importação de metanol para revenda. A medida não afeta a importação de metanol para consumo próprio, nem a cadeia produtiva do principal negócio da companhia, que segue operando normalmente na produção de formol e resinas termofixas. Segundo a Dexxos, a atividade de revenda representa cerca de 15% do faturamento dos últimos nove meses.

DEXP3
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15
Jan
às
15:00
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Movida supera guidance e registra lucro recorde no 4T25

A Movida divulgou a prévia de seus resultados do 4T25 e de 2025 (números não auditados), informando que superou os indicadores de lucro líquido e alavancagem do guidance no quarto trimestre. A companhia apurou lucro líquido de R$ 102 milhões no 4T25, o maior resultado trimestral dos últimos três anos, com crescimento de 65% em relação ao 4T24 e 24% acima do ponto médio do guidance.

A alavancagem encerrou o 4T25 em 2,6 vezes dívida líquida/Ebitda, dentro do intervalo projetado (2,6x a 2,8x) e no menor nível dos últimos cinco anos, refletindo trajetória contínua de desalavancagem ao longo de 2025.

MOVI3
SIMH3
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15
Jan
às
14:50
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Smart Fit adota tom cauteloso e ações caem forte na Bolsa

As ações da Smart Fit despencaram nesta quinta-feira após a diretoria da companhia adotar um tom mais cauteloso sobre as perspectivas do negócio em reunião fechada com analistas, segundo apurou o Valor. Por volta do início da tarde, os papéis recuavam cerca de 9% na B3, chegando a entrar em leilão diversas vezes, em movimento que destoou do Ibovespa, que operava próximo da estabilidade.

Fontes relataram que o CEO Edgard Corona destacou aumento da concorrência com academias menores e alertou para a possibilidade de pressão nas margens em 2026, especialmente pelo maior peso do Total Pass na receita, modelo que tende a ter rentabilidade inferior às unidades diretas. A reação negativa ocorre após um período de avaliações mais positivas por parte do mercado, com recomendações de compra mantidas por instituições como Citi e J.P. Morgan, o que ampliou a frustração dos investidores diante do discurso mais conservador da administração.

SMFT3
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15
Jan
às
14:40
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Produção de arroz e feijão cai em 2026, mas impacto tende a ser limitado

O Brasil deve produzir menos arroz e feijão em 2026, segundo estimativas da Conab. A produção de arroz deve cair 13,3%, para cerca de 11 milhões de toneladas, principalmente pela redução da área plantada. Já o feijão deve registrar recuo mais leve, de 0,5%, com produção estimada em 3 milhões de toneladas, impactada sobretudo pela queda na área cultivada e pela forte retração do feijão preto.

SLCE3
TTEN3
AGRO3
SOJA3
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15
Jan
às
14:35
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CSN avalia vender CSN Cimentos para reduzir alavancagem.

A CSN autorizou o início de um projeto de alienação de ativos, que pode incluir a venda do controle da CSN Cimentos e participações relevantes na área de infraestrutura, com o objetivo de reduzir a alavancagem do grupo entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões a partir de 2026. A empresa já contratou assessores financeiros e pretende lançar os ativos ao mercado ainda em janeiro, com expectativa de firmar acordos vinculantes entre o terceiro e o quarto trimestres de 2026. A mineração é apontada como principal foco estratégico da CSN, enquanto na siderurgia, que ainda responde por cerca de 50% da receita, a companhia avalia alternativas e parcerias para maximizar a geração de caixa e avançar em direção a uma alavancagem sustentável próxima de 1x dívida líquida/Ebitda no longo prazo.

CMIN3
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15
Jan
às
8:58
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Resultado da TSMC

A TSMC encerrou o quarto trimestre com um lucro recorde, superando as estimativas de analistas e reafirmando sua posição dominante no mercado global de semicondutores. O desempenho excepcional foi impulsionado pela demanda voraz por chips de alta performance, essenciais para o treinamento e processamento de modelos de inteligência artificial (IA).

Além dos lucros históricos, a gigante taiwanesa apresentou projeções otimistas para o futuro, sinalizando uma recuperação acelerada em outros segmentos do setor de hardware. A empresa destacou que o avanço das tecnologias de manufatura de ponta, como os processos de 2 e 3 nanômetros, será fundamental para sustentar a próxima onda de inovações tecnológicas.

ASML
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15
Jan
às
8:48
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ASML atinge US$500 bi em valor de mercado

A ASML atingiu um marco histórico ao ultrapassar os US$ 500 bilhões em valor de mercado. Esse crescimento foi impulsionado pelos fortes resultados financeiros divulgados pela TSMC, a maior fabricante de chips do mundo e uma das principais clientes da ASML. O otimismo dos investidores reflete a alta demanda global por chips avançados, especialmente aqueles voltados para o processamento de inteligência artificial, consolidando a companhia holandesa como peça fundamental na infraestrutura tecnológica moderna.

A valorização das ações destaca a importância estratégica das máquinas de litografia ultravioleta extrema (EUV) da ASML, que são as únicas capazes de produzir semicondutores de última geração. Com a TSMC elevando suas projeções de receita e sinalizando uma recuperação robusta no setor de hardware, o mercado renovou a confiança na cadeia de suprimentos global.

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ASML
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14
Jan
às
15:00
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O GGRC11 teve um 2025 muito bom

O GGRC11 fez uma retrospectiva do ano de 2025 e apresentou resultados bastante consistentes. O fundo aumentou em 24% sua quantidade de imóveis, alcançando um total de 36, além de quase ter dobrado sua base de cotistas e melhorado sua distribuição de rendimentos em comparação com 2024.

Apesar das melhorias, o fundo inicia 2026 com alguns desafios relevantes, já que seu portfólio inclui inquilinos com problemas financeiros, além de 14% de sua receita estar atrelada a contratos com vencimento próximo.

O GGRC11 evoluiu significativamente, mas ainda está abaixo dos seus principais concorrentes do setor logístico.

GGRC11
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14
Jan
às
13:00
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Nova emissão do ALZR11

O ALZR11 anunciou o início de sua 8.ª emissão de cotas, com o objetivo de captar R$528 milhões. Os direitos de preferência serão concedidos àqueles cotistas que possuírem o fundo até o dia 16/01/2026.

O preço da emissão é de R$10,65 por cota, um pouco abaixo do preço de negociação do fundo, que está próximo de R$10,80. A diferença entre os valores é pequena, mas existente; portanto, há um atrativo financeiro para participar da oferta.

A gestão divulgou que tem engatilhada a compra de seis novos ativos, sendo dois galpões logísticos, dois edifícios corporativos, um imóvel de varejo e um laboratório de diagnóstico. Todos os ativos estão locados e possuem contratos com vencimento a partir de 2032.

A oferta é positiva para o fundo, pois permite ampliar ainda mais sua diversificação e diluir sua alavancagem.

ALZR11
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14
Jan
às
11:31
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
SLC Agrícola ajusta preço da aquisição da Sierentz para US$ 129 milhões

A SLC Agrícola informou que foi concluído o ajuste do preço final de aquisição da Sierentz Agro Brasil, reduzindo o valor da operação de US$ 135,2 milhões (estimativa inicial) para US$ 129 milhões, após a apuração do balanço-base e ajustes de capital de giro e dívida líquida.

Em julho de 2025, a companhia pagou a primeira parcela, equivalente a 60% do valor, totalizando US$ 81,1 milhões (R$ 442,3 milhões à época). Com a redução do preço final, o valor pago a maior será compensado nas parcelas seguintes, previstas para abril de 2026 (segunda parcela) e abril de 2027 (terceira parcela).

SLCE3
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14
Jan
às
11:30
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Fenabrave projeta crescimento de 3,02% no mercado de veículos em 2026

A Fenabrave estima que o mercado brasileiro de veículos novos deve crescer 3,02% em 2026, após um avanço de 2,08% em 2025, considerado o melhor resultado desde a pandemia, mas ainda modesto. No ano passado, foram licenciados 2,68 milhões de veículos entre carros de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus. Para 2026, a projeção inicial aponta para 2,77 milhões de unidades, com os juros elevados permanecendo como principal obstáculo à expansão, especialmente no segmento de caminhões.

AMOB3
TUPY3
MYPK3
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13
Jan
às
9:05
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Nvidia e Eli Lilly firmam parceria de US$1 bi

A Nvidia e a gigante farmacêutica Eli Lilly anunciaram um investimento conjunto de US$1 bilhão para a criação de um laboratório de inteligência artificial no Vale do Silício, com o objetivo de revolucionar a descoberta de novos medicamentos. Ao longo dos próximos cinco anos, a parceria pretende usar a IA para acelerar processos científicos que hoje são lentos e dependem de exaustivos testes manuais realizados por humanos.

O novo centro de inovação permitirá que engenheiros e pesquisadores trabalhem lado a lado para automatizar tarefas laboratoriais, utilizando supercomputadores e robótica para testar compostos químicos em uma velocidade sem precedentes. A ideia central é eliminar o "gargalo" humano nas pesquisas, transformando o laboratório em um ambiente inteligente onde o software pode prever resultados e gerenciar experimentos complexos.

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NVDC34 | NVDA
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13
Jan
às
9:01
Brasil, Rio de Janeiro, vista do pão de açúcar.
Alphabet bate US$4 tri

A Alphabet, empresa controladora do Google, atingiu a marca histórica de US$4 trilhões em valor de mercado, impulsionada pelo otimismo em torno de sua estratégia de inteligência artificial. O principal motor dessa valorização foi o anúncio de que o Gemini, a inteligência artificial da companhia, será a base para os novos recursos dos dispositivos da Apple em um acordo de longo prazo, além de dobrar sua presença nos aparelhos da Samsung ainda este ano. Esses movimentos transformaram as dúvidas iniciais sobre o futuro da empresa em uma confiança sólida, reafirmando o papel central do Google na nova corrida tecnológica global.

Esse desempenho excepcional fez com que as ações da empresa subissem cerca de 65% no último ano, permitindo que ela superasse a Apple e se tornasse a segunda companhia mais valiosa do mundo. Além do sucesso com a IA, a Alphabet conseguiu transformar sua unidade de computação em nuvem em um pilar de crescimento lucrativo e atraiu investimentos de nomes de peso, como o megainvestidor Warren Buffett.

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GOGL34 | GOOGL
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