
O Grupo Mateus (GMAT3), rede de varejo e atacado, contratou uma nova auditoria para trabalhar em paralelo à atual Forvis Mazars a partir de janeiro de 2026, após descobrir erros contábeis de R$1,1 bilhão em estoques, revelados em novembro de 2025. A reserva de retenção de lucros caiu 84%, de R$824 milhões para R$130 milhões, impactando o patrimônio líquido em quase R$695 milhões, para R$9,1 bilhões em 2024. As ações acumulam perda de 19% nos últimos sete pregões.

As taxas de juros cobradas por instituições financeiras atingiram 31,9% ao ano em outubro de 2025, o maior nível desde janeiro de 2017, segundo dados do Banco Central divulgados em 26 de novembro. A alta acompanha o ciclo de aperto da Selic, em 15% desde junho (ante 10,5% em julho de 2024).
No crédito livre, a taxa subiu de 40,7% em dezembro de 2024 para 46,3%; no direcionado, de 10,7% para 11,6%. Os spreads (diferença entre captação e taxa ao cliente) alcançaram 20,8 p.p. (ante 17,5 p.p.), e a inadimplência chegou a 4% (ante 3% em dezembro de 2024), com crescimento gradual de 0,1-0,2 p.p./mês. A mudança regulatória de 2025 (perdas esperadas vs. incorridas) explica 70% da alta no 1S25, prolongando operações inadimplentes na carteira.
O estoque de crédito cresceu 10,2% em 12 meses (estável ante setembro), com desaceleração desde fevereiro (12,3%). Para empresas, caiu de 8,7% para 8,4%; para famílias, subiu de 11,2% para 11,3%.

Em 26 de novembro de 2025, a Fitch rebaixou o rating do Banco de Brasília de B- para CCC e manteve a observação negativa, apontando incerteza sobre o tamanho do impacto financeiro das investigações ligadas a carteiras de crédito supostamente fraudulentas adquiridas do Banco Master. A agência também reduziu o rating de viabilidade para “ccc” e o rating nacional de longo prazo para “CCC(bra)”, alegando enfraquecimento da governança e dos controles internos após afastamentos de executivos e o avanço de apurações que, segundo a própria Fitch, podem afetar balanço, capitalização e franquia do banco.
Em resposta, o BRB afirmou manter solidez financeira, disse que mais de R$ 10 bilhões dos R$ 12,76 bilhões mencionados como exposição bruta já foram liquidados ou substituídos e ressaltou reforço de controles e acompanhamento das autoridades. O episódio pressiona a percepção de risco, pode encarecer o funding e tende a concentrar a atenção de investidores em capital, provisões e governança enquanto a auditoria externa contratada pelo conselho avança.

O AFHI11 se preparou muito bem para a queda da inflação.
Enquanto a maioria dos fundos de papel reduziu seus dividendos, o AFHI11 conseguiu manter o patamar de R$1,01 por cota.
A queda dos dividendos dos fundos de papel foi motivada, principalmente, pela deflação de agosto.
A deflação também afetou o AFHI11, que apresentou um resultado de apenas R$0,85 por cota em outubro. No entanto, por dispor de reservas, foi possível manter o mesmo nível de rendimento.
Além disso, 29% das dívidas do fundo estão atreladas ao CDI, o que as torna insensíveis à redução do IPCA e permite que continuem rendendo bem com a Selic elevada.

Atualizamos recentemente a análise do RBRR11 e identificamos uma leve piora em seus fundamentos.
Ainda não há motivos para alterar a recomendação do fundo, mas é fato que o ano de 2025 não foi positivo.
Nosso principal ponto de atenção é o aumento da concentração da carteira. A gestora optou por ampliar a exposição em dívidas da Creditas, que passaram a representar mais de 10% do patrimônio do fundo.
A diversificação da carteira é a principal forma de um FII de papel se proteger contra eventuais calotes mais prejudiciais. No caso do RBRR11, todas as dívidas continuam saudáveis e com boas garantias, mas não gostamos de dar chance ao azar.
Seguimos monitorando o fundo, na expectativa de que ele retome o caminho correto.

A Unilever decidiu ingressar oficialmente no mercado brasileiro de refeições prontas, utilizando a força da sua marca Knorr. Para viabilizar essa operação sem a necessidade de construir novas fábricas do zero ou realizar aquisições incertas, a gigante de bens de consumo firmou parcerias estratégicas com duas empresas da região Sul do país: a Vapza, do Paraná, pioneira em alimentos embalados a vácuo, e a Prato Fino, do Rio Grande do Sul, reconhecida por sua tecnologia no beneficiamento de arroz.
A estratégia visa atender à crescente demanda dos consumidores por praticidade, identificando uma mudança de comportamento onde as pessoas estão comendo mais em casa, porém com menos tempo disponível para cozinhar. A companhia segue em nossa carteira, entre na página do ativo para informações completas.

O TEPP11 vai se tornar um fundo base 10.
Foi aprovado em assembleia o desdobramento das cotas do fundo, o que fará seu valor de mercado ser reduzido em 10 vezes.
Em resumo, o cotista que possuía uma cota do TEPP11 no valor de R$80 passará a ter 10 cotas de R$8. O capital investido é preservado, mas o custo unitário das cotas se torna menor, o que pode facilitar o acesso de mais investidores.
Em nossa visão, esse movimento não traz nem benefícios nem prejuízos significativos. A gestão acredita que uma cotação mais baixa pode favorecer o crescimento do fundo.
O TEPP11 segue com fundamentos sólidos e com boas perspectivas para 2026.

A Alphabet, controladora do Google e do YouTube, avança em direção à marca de US$4 trilhões em valor de mercado, impulsionada por um forte rali no setor de tecnologia. O desempenho recente das ações reflete o otimismo dos investidores com a expansão da infraestrutura de nuvem da empresa e a integração de novos modelos de Inteligência Artificial, como o Gemini, em seu portfólio de produtos e publicidade.
Embora os indicadores sugiram um momento favorável é importante compreender em detalhes os fatores que sustentam essa valorização e os possíveis riscos, para isso, entre em nossa análise completa sobre a empresa no ranking de stocks.

O petróleo pode cair para US$30 por barril até o fim de 2027, metade do preço atual, devido à produção recorde das petroleiras que supera a demanda, segundo Natasha Kaneva, estrategista do J.P. Morgan. A oferta deve exceder a demanda em 2,8 milhões de barris/dia em 2026 e 2,7 milhões em 2027, pressionada por projetos offshore no Brasil e Guiana (500-700 mil barris/dia adicionais). A perfuração de xisto nos EUA impulsiona o crescimento, mas preços abaixo de US$51 forçariam reduções.
Kaneva projeta Brent em US$58 em 2026 e US$57 em 2027, esperando ajustes na oferta via cortes da Opep+ ou produtores de xisto, ou sanções da administração Trump contra Irã e Rússia.

Em 25 de novembro de 2025, o BRB afirmou que as decisões relacionadas ao Banco Master, liquidado pelo Banco Central, seguiram estudos técnicos, pareceres internos e a tramitação dos comitês e órgãos de governança, em linha com práticas de gestão de riscos. Em comunicado à CVM, o banco disse que, ao identificar carteiras recebidas em desacordo com o contrato, atuou para substituir aproximadamente R$ 10 bilhões em ativos, mantendo o BC informado e com indicadores prudenciais monitorados. A instituição também esclareceu o tratamento contábil da parceria envolvendo a Financeira BRB: segundo o texto, houve discussão com o Banco Central sobre a data de efetivação do contrato e o lançamento contábil foi ajustado conforme orientação do regulador. O posicionamento busca reduzir dúvidas regulatórias e reputacionais que surgiram após a liquidação do Master e sinaliza empenho em transparência e conformidade, ainda que o desfecho final dependa do escrutínio contínuo das autoridades e de como o mercado precificará eventuais riscos remanescentes.

A Broadcom tem apresentado indicadores de desempenho positivos relacionados à sua atuação no mercado de Inteligência Artificial. Os dados recentes apontam para um crescimento nas receitas, impulsionado principalmente pela alta demanda por semicondutores e soluções de conectividade essenciais para a infraestrutura de datacenters e o desenvolvimento de modelos de IA generativa.
Para uma análise detalhada sobre as métricas financeiras, o impacto operacional e as projeções da companhia frente ao cenário tecnológico atual, recomenda-se a leitura do relatório completo. O documento está disponível no anexo a seguir.

Em 22 de novembro de 2025, o CEO do Bradesco afirmou que o banco deve entregar resultados mais próximos do limite superior do próprio guidance, consolidando um ano de forte recuperação em que as ações acumulam alta superior a 60%. O movimento reflete melhora de rentabilidade, disciplina na originação de crédito com menor risco e um programa de eficiência que reduziu a rede física e reforçou investimentos em tecnologia e ciência de dados. No varejo, houve redução da exposição a clientes de maior inadimplência em cartões, avanço do crédito para alta renda, crescimento da receita de juros com clientes e menor dependência de renegociações. A expectativa para 2026 é de um ambiente mais favorável ao crédito com a queda dos juros, embora a proximidade de eleições traga ruídos potenciais.
No atacado, o banco diminuiu a carteira para grandes empresas diante de spreads mais apertados e aumentou a atuação em mercado de capitais doméstico e produtos de renda fixa, ampliando participação em originação. Entre as operações recentes, destacam-se um empréstimo-ponte de grande porte ligado à reestruturação do setor de celulose e o apoio financeiro ao veículo de investimento da família controladora da Cosan, com ações em garantia, para acompanhar aumento de capital. O terceiro trimestre trouxe um custo de crédito maior, em parte por casos específicos no corporativo, e provisões elevadas, incluindo exposição a empresa que entrou em recuperação judicial. Ainda assim, o lucro recorrente do trimestre avançou em relação ao ano anterior, os ativos totais cresceram e o retorno sobre o patrimônio atingiu patamar próximo de 15%, reforçando a percepção de que os ajustes executados desde 2024 estão se traduzindo em resultados sustentáveis. Analistas reconhecem a melhora estrutural, mas ponderam que, após a forte valorização no ano, a continuidade do rali dependerá de novas evidências de queda consistente da inadimplência e de manutenção do ritmo de receitas sem aumento desproporcional das provisões.

Os EUA criaram 119 mil vagas em setembro, acima do esperado, mas a taxa de desemprego subiu para 4,4%. Os futuros avançam, com o Nasdaq puxado pelo forte guidance da Nvidia, enquanto os Treasuries ficam estáveis e o Bitcoin volta acima de US$ 92 mil após mínima de sete meses.
A Walmart elevou sua projeção anual de vendas, destacou o crescimento do e-commerce e anunciou que migrará sua listagem da NYSE para a Nasdaq.
A Casa Branca pediu ao Congresso que rejeite um projeto que limita as vendas de chips da Nvidia à China; Jensen Huang afirmou que a oferta de Blackwell está adequada.
Na China, o governo avalia subsídios hipotecários nacionais para reanimar o setor imobiliário. O Japão prepara um pacote de estímulos de US$ 112 bi e o BoJ sinalizou possível alta de juros em dezembro.
As minutas do Fed reforçaram tom hawkish, preocupações com inflação e alertas sobre valuations esticados em ativos ligados à IA, que podem gerar quedas mais fortes nas bolsas.

A Nvidia divulgou mais um trimestre forte, superando expectativas de receita (+3,3%) e lucro por ação (+3,3%). O grande motor continua sendo Data Centers, que cresceram +66% A/A e já representam 89% da receita total, impulsionados por computação acelerada, modelos de IA mais pesados e rápida adoção de agentes de AI. A receita total avançou +62% A/A, renovando recorde trimestral.
Os resultados da companhia tem vital importância para o mercado, já que tem ditado o ritmo de crescimento do mundo de tecnologia voltado para AI. Continuamos sem recomendação de compra da empresa no momento, principalmente por conta do valuation elevado, mas constinuaremos com a empresa em nosso radar.

Magazine Luiza e Americanas anunciaram em 18 de novembro de 2025 uma parceria para integrar suas operações de e-commerce. As lojas físicas da Americanas passam a atuar como sellers dentro da plataforma do Magalu, enquanto o estoque próprio do Magalu será oferecido no marketplace da Americanas nas próximas semanas. A aposta é na complementaridade de sortimento: Americanas forte em categorias de consumo recorrente, como bomboniere, limpeza, higiene e utilidades; Magalu mais concentrado em linha branca, tecnologia, portáteis e móveis. Ao ampliar o catálogo e cruzar bases de clientes, as companhias tentam ganhar alcance e conversão às vésperas da Black Friday, movimento que também responde ao recente acordo entre Casas Bahia e Mercado Livre. Além de potencialmente aumentar tráfego e frequência de compra, a integração pode reforçar a estratégia omnichannel do Magalu ao conectar o ecossistema digital às lojas físicas da Americanas, acelerando prazos de entrega e elevando a capilaridade logística, enquanto a Americanas adiciona profundidade de oferta sem investimentos imediatos em inventário adicional.

O Banco Central anunciou nesta terça-feira, 18 de novembro de 2025, a liquidação extrajudicial do Banco Master e a decretação de administração especial temporária por 120 dias, medida que interrompe imediatamente as operações, antecipa o vencimento das obrigações e retira a instituição do Sistema Financeiro Nacional.
A decisão ocorre em meio à Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que prendeu o controlador do Master, Daniel Vorcaro, em Guarulhos, e apura supostos crimes como gestão fraudulenta e temerária, organização criminosa e outras irregularidades ligadas à emissão e venda de carteiras de crédito.
O BC formalizou por comunicado a liquidação da Master Corretora, nomeando a EFB Regimes Especiais como liquidante com poderes de administração e representação, e determinou a indisponibilidade de bens de controladores e ex-administradores, conforme prevê a legislação para esse tipo de regime.
O anúncio também ocorreu menos de um dia depois de um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira manifestar interesse na compra do banco com aporte de R$ 3 bilhões; após a liquidação, o grupo suspendeu a negociação e afirmou que qualquer operação estava condicionada à análise e aprovação das autoridades.
Para os clientes e investidores, o caso aciona os procedimentos usuais: o Fundo Garantidor de Créditos aguarda a lista de credores a ser encaminhada pelo administrador para iniciar os pagamentos dentro dos limites de cobertura aplicáveis, enquanto o mercado acompanha os desdobramentos regulatórios e judiciais.
Em termos de impacto setorial, a leitura inicial das autoridades é de um episódio circunscrito ao Master, ainda que o evento tenda a aumentar, no curto prazo, a aversão a risco no funding de instituições de menor porte e a reforçar movimentos de “flight to quality” para bancos de grande capitalização.

Atualização do Ranking
Ações
FIQE3: A companhia entregou um resultado excepcional no 3T25, com expansão da base de clientes, redução do churn e avanço consistente na penetração do serviço móvel. A combinação de eficiência operacional, disciplina na alocação de capital e crescimento controlado permitiu que a margem ultrapassasse 52%, patamar originalmente projetado apenas para o fim de 2027. Acabamos de publicar o relatório completo sobre a companhia.
Mudanças no Ranking
VALE: Recuou algumas posições após a forte valorização registrada nos últimos meses, o que reduz o grau de oportunidade no curto prazo dentro do nosso ranking. Ainda assim, a empresa apresentou um excelente resultado e permanece classificada como COMPRA.
LEVE3: Cedeu posições após subir quase 12% em apenas cinco dias, sem alterações relevantes na tese ou nos fundamentos. A empresa divulgou um ótimo resultado e segue como COMPRA.
TAEE11: Perdeu posições em função do valuation esticado. Embora a Taesa tenha reportado um resultado sólido, o aumento da alavancagem e o retorno potencial hoje muito próximo à taxa básica de juros não justificam o preço atual do ativo. A recomendação continua como AGUARDE.
FIIs
O ranking de FIIs não sofreu alterações.
Relatórios atualizados de HGLG11 e RBRR11 disponíveis na plataforma.
HGLG11: Segue sem grandes novidades, entregando o a segurança esperada dele.
RBRR11: A queda do dividendo foi motivada pela redução do IPCA, portanto a carteira do fundo segue 100% saudável. A gestão precisa melhorar a carteira do fundo em 2026 para reduzir o risco de concentração.Atualização do Ranking
Globais
DLR: O Digital Realty subiu uma posição no ranking de REITs essa semana por conta da oscilação no preço do ativo.
O ranking de stocks não sofreu alterações essa semana.

A 3tentos (TTEN3) informou uma atualização sobre o Novo Ciclo de Crescimento (2025-2030). O CAPEX total permanece em R$2,120 bilhões, com apenas redistribuição entre os projetos. O investimento na indústria de Etanol de Milho aumentou de R$1.160 milhões para R$1.320 milhões, devido a melhorias tecnológicas e aumento de estruturas para futura ampliação. Já o investimento em ampliações industriais subiu de R$260 milhões para R$320 milhões, em função do aumento da capacidade de processamento de soja na indústria de Cruz Alta/RS, de 3.600 ton/dia para 4.000 ton/dia, além de investimentos para adaptação da Indústria de Ijuí/RS ao processamento de Canola.
Os R$220 milhões originalmente previstos para Avenidas de Expansão foram redistribuídos entre os projetos mencionados. O cronograma de desembolsos prevê R$450 milhões em 2025, R$650 milhões em 2026, R$550 milhões em 2027, R$300 milhões em 2028, R$100 milhões em 2029 e R$70 milhões em 2030.

A EZ TEC (EZTC3) aprovou dividendos intermediários de R$ 220 milhões, sendo: i) R$ 87,1 milhões (R$ 0,40/ação), com pagamento até 28/11/2025; e ii) R$ 132,9 milhões (R$ 0,61/ação), com pagamento até 17/12/2025. Os acionistas com posição em 18/11/2025 farão jus ao recebimento.

O Banco do Brasil informou que já renegociou R$ 5,9 bilhões em dívidas rurais nas condições da Medida Provisória 1.314/25, que abriu uma janela para alongamento, liquidação ou amortização de operações de custeio, investimento e CPR. Do valor total negociado, R$5,4 bilhões vieram de recursos livres e R$448 milhões de fontes supervisionadas, beneficiando 4,9 mil clientes. Além do volume já concluído, há mais R$11,4 bilhões em operações com recursos livres e R$721 milhões com fontes supervisionadas em análise, o que indica que a tração tende a continuar nas próximas semanas. A instituição começou a receber propostas em 22 de outubro, com maior concentração no Centro-Oeste, seguida por Sudeste e Sul; no recorte de recursos controlados, 92% das propostas se concentram no Rio Grande do Sul, refletindo a necessidade de socorro em áreas afetadas por perdas de safra. O programa prevê prazos que podem chegar a nove anos e até um ano de carência, e o banco também oferece alternativas pelo Manual do Crédito Rural para casos fora dos critérios da MP. No agregado, a medida funciona como alívio de caixa ao produtor, reduzindo inadimplência no sistema e normalizando pagamentos ao longo da cadeia do agronegócio, o que tende a suavizar pressões em fornecedores, tradings e serviços logísticos ligados à produção. Para companhias expostas à dinâmica da safra, o efeito é de estabilização operacional e financeira dos clientes rurais, com impacto positivo na demanda por insumos e na qualidade dos recebíveis.