
Ações
LOGG3: Estamos adicionando a Log ao nosso ranking com recomendação de COMPRA. A empresa atua na construção, locação, gestão e eventual venda de ativos logísticos, com foco em galpões de alto padrão (tripleA).
DMVF3: Estamos incluindo o ativo no ranking com recomendação de AGUARDE. A companhia é uma empresa de varejo farmacêutico que surgiu a partir da estratégia de verticalização da Profarma. Desde o IPO, tem apresentado crescimento consistente de receita, avançando cerca de 15% ao ano, mantendo baixa alavancagem e ainda com amplo espaço para expansão. Contudo, a liquidez reduzida das ações acaba limitando uma recomendação mais construtiva neste momento.
No ranking geral, realizamos uma reorganização relevante das recomendações, o que resultou na migração de diversos ativos de AGUARDE para VENDA. Também tivemos algumas mudanças de AGUARDE para COMPRA.
FIIs
HGCR11: O fundo perdeu algumas posições no ranking devido a uma deterioração na qualidade da carteira. A maior concentração em outros FIIs, característica que vem aumentando recentemente, é um fator que nos desagrada.
RZTR11: O fundo perdeu a recomendação de COMPRA principalmente em função do preço mais elevado. Além disso, observamos uma queda na qualidade do portfólio ao longo dos últimos 12 meses.
Globais
AVB: O AvalonBay continua apresentando crescimento nos aluguéis, tanto nas mesmas propriedades (same-store) quanto nas receitas provenientes de novos empreendimentos. Seguimos construtivos com a tese e acreditamos que o REIT apresenta uma relação risco-retorno atrativa.
De forma geral, os rankings de stocks e de REITs não tiveram alterações significativas nesta semana.

O impacto direto dos juros altos nos EUA, nos últimos anos, é o encarecimento da rolagem de dívidas e a compressão do spread entre o cap rate (taxa de capitalização) dos imóveis e o rendimento dos títulos do Tesouro (Treasuries).
Contudo estamos em um ponto que deve ser de inflexão. Com os últimos resultados positivos do AvalonBay, podemos ter um cenário positivo no preço das ações do REIT para 2026. Para mais detalhes, acesse agora mesmo o relatório completo.

As ações da Oracle registraram uma alta expressiva, recuperando-se de perdas recentes após a divulgação de resultados sólidos no último trimestre. A companhia reportou uma receita de US$17,2 bilhões, alta de 22% em relação ao ano anterior, superando as expectativas do mercado e elevando suas projeções de receita para US$90 bilhões até 2027.
O desempenho foi impulsionado pelo crescimento acelerado na infraestrutura de nuvem, que avançou 84%, sustentado por obrigações contratuais futuras (RPO) que somam US$553 bilhões.
Para o investidor, o balanço oferece um alívio temporário contra os receios de uma dependência excessiva da OpenAI, responsável por grande parte dos compromissos da carteira da Oracle.
Embora a forte geração de caixa e o avanço tecnológico sinalizem uma posição dominante na infraestrutura de IA, o mercado mantém cautela devido ao fluxo de caixa livre negativo e ao endividamento elevado para expansão de data centers. A tendência sugere uma reavaliação positiva dos ativos no curto prazo, mas a concentração de receita em um único grande cliente permanece como o principal fator de risco estrutural a ser monitorado. Ainda sim, seguimos construtivos com a tese.

Publicamos uma nova análise sobre uma varejista farmacêutica que vem apresentando crescimento consistente, ganho de participação de mercado e melhora no desempenho das novas lojas. A companhia atua em um setor resiliente e ainda bastante pulverizado, o que abre espaço para expansão nos próximos anos.
Ao mesmo tempo, o ativo ainda enfrenta desafios importantes, como margens pressionadas, geração de caixa inconsistente e baixa liquidez em bolsa.
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O governo anunciou um pacote de medidas para conter os impactos da alta do petróleo causada pelas tensões no Oriente Médio. Entre as ações, foi zerada a alíquota de PIS/Cofins sobre o diesel, o que deve reduzir o preço do combustível em cerca de R$0,64 por litro.
Para compensar a perda de arrecadação, o governo também anunciou um imposto extraordinário de 12% sobre a exportação de petróleo, direcionado principalmente aos produtores que vêm se beneficiando da alta recente do Brent.
Segundo o Ministério da Fazenda, a renúncia fiscal com o diesel deve alcançar cerca de R$30 bilhões em 2026, valor que o governo espera compensar com a nova taxação sobre exportações de petróleo. A medida surge em meio à escalada dos preços do petróleo provocada pelo conflito no Oriente Médio e pela instabilidade no Golfo Pérsico, com o objetivo de evitar pressão inflacionária sobre o transporte e o preço dos alimentos.

A Raízen informou que protocolou pedido de recuperação extrajudicial na Justiça de São Paulo com o objetivo de reestruturar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas financeiras quirografárias. O plano foi estruturado em conjunto com credores e já conta com adesão de mais de 47% dos detentores dessas obrigações, percentual suficiente para o ajuizamento do processo.
A proposta prevê medidas como aporte de capital pelos acionistas, conversão de parte da dívida em ações, substituição de passivos por novas dívidas, reorganizações societárias e eventual venda de ativos. A companhia destacou que o processo tem escopo exclusivamente financeiro e não inclui obrigações com clientes, fornecedores ou parceiros operacionais, que seguem sendo honradas normalmente. O grupo terá até 90 dias para obter o apoio mínimo necessário à homologação do plano e concluir a reestruturação.

A PRIO divulgou sua nova certificação de reservas com data-base de 1º de janeiro de 2026, mostrando 811,3 milhões de barris em reservas 1P pós-closing, considerando a participação após Peregrino. O dado mostra que a companhia praticamente repôs o volume produzido no ano. Já na métrica 1P + 1C, o total passou de 905,8 milhões para 919,3 milhões de barris, um aumento de 13,5 milhões de barris, ou aproximadamente 1,5%.

Galpões logísticos modernos, vacância mínima e um setor impulsionado pelo crescimento do e-commerce. Publicamos uma nova análise completa sobre uma empresa que vem se consolidando como uma das principais plataformas logísticas do país.
No relatório, detalhamos o modelo de negócio, os riscos do setor e o potencial de valorização das ações.
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O mercado de trabalho dos Estados Unidos apresentou uma retração severa na última leitura do Payroll, com a destruição de 92 mil vagas, superando a estimativa de queda de 55 mil. Analistas destacam, contudo, que o dado foi distorcido por fatores exógenos, como greves no setor de saúde e nevascas atípicas, o que mascara a real temperatura do emprego.
Paralelamente, a pressão altista nos preços do petróleo eleva as projeções para o CPI (índice de preços ao consumidor) que será divulgado nesta quarta-feira, adicionando um componente inflacionário crítico em um momento de fragilidade econômica.
Para o investidor, o cenário atual amplia a incerteza sobre o início do ciclo de corte de juros pelo Federal Reserve, uma vez que a inflação persistente limita o espaço para uma política monetária mais frouxa, apesar do sinal de fraqueza no emprego. A convergência entre o custo de vida elevado e as tensões políticas das eleições de meio de mandato (midterms) deve sustentar a volatilidade nos mercados de títulos (Treasuries) e ativos de risco.
A tendência é de uma postura defensiva do mercado até que os dados do CPI confirmem se a pressão dos combustíveis é um choque temporário ou uma ameaça estrutural à meta de inflação.

O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) protocolou pedido de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas não operacionais. Após o anúncio, as ações da companhia caíram 2,93%, para R$ 2,65. O plano conta inicialmente com adesão de 46% dos credores e busca reorganizar o perfil da dívida sem afetar a operação do negócio, segundo o CEO Alexandre Santoro.
O processo prevê um período de 90 dias para negociação com credores, durante o qual as obrigações incluídas ficam suspensas. Parte relevante do passivo vence no curto prazo, incluindo cerca de R$ 500 milhões em maio e até R$ 1,3 bilhão em julho.

O Pão de Açúcar entrou em recuperação extrajudicial para dar um melhor direcionamento a R$4,5 bilhões em dívidas. A empresa afirma que a medida não afeta as obrigações operacionais; dessa forma, suas lojas seguem funcionando normalmente.
O TRXF11 é um FII conhecido por ter a empresa como inquilina. O grupo representa 7,84% da receita deste fundo. Essa contribuição já foi muito maior: em 2022, por exemplo, 27% da receita do fundo vinha do Pão de Açúcar. Dessa forma, vemos que a gestão foi competente ao aumentar a diversificação do fundo.
Os contratos da empresa com o TRXF11 são, em sua maioria, atípicos; portanto, oferecem grande estabilidade e segurança por conta das multas elevadas. Até então, nenhuma inadimplência foi comunicada, mas estamos atentos a essa situação.
Amanhã, o Simpla se reunirá com a TRX, gestora do fundo, para acompanhar mais de perto qualquer possível efeito negativo no fundo.

Ganhe mais que o CDI com simplicidade e diversificação. Essa é a proposta dos ETFs LFIN11 e NLFA11.
Ambos são ETFs de renda fixa. Portanto, são negociados em bolsa, mas não apresentam o comportamento imprevisível típico da renda variável.
Por meio do investimento em letras financeiras de grandes bancos, como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, entre outros, esses ETFs buscam entregar um retorno superior ao CDI no longo prazo.
Vale destacar que a tributação que incide sobre eles é fixa em 15% sobre o lucro. Portanto, para aplicações de curto prazo, existe uma vantagem clara, já que na renda fixa tradicional incide uma tabela regressiva de imposto que começa em 22,5% sobre o lucro. Além disso, diferentemente dos ETFs de renda variável, o imposto é recolhido na fonte, de modo que o investidor nem precisa emitir DARF.
Confira nosso relatório completo e entenda cada detalhe da estratégia desses fundos. Além disso, veja se eles fazem sentido para a sua carteira.

A Amazon Web Services (AWS) anunciou o lançamento de sua segunda região de nuvem voltada para informações classificadas como "secretas" do governo dos Estados Unidos, denominada AWS Secret-West. A nova infraestrutura foi projetada para hospedar cargas de trabalho de agências de inteligência e do Departamento de Defesa (DoD), oferecendo suporte a sistemas críticos e aplicações de inteligência artificial de alta complexidade.
Com essa expansão, a companhia amplia sua capacidade geográfica e de resiliência, permitindo que clientes governamentais operem arquiteturas multirregiões com baixa latência em solo americano.
Para o investidor, o movimento reforça a liderança da Amazon no lucrativo mercado de nuvem para o setor público e defesa, um segmento de alta fidelidade e com contratos bilionários de longo prazo. A consolidação dessa infraestrutura especializada eleva as barreiras de entrada para concorrentes e posiciona a AWS como parceira central na modernização tecnológica militar dos EUA.

A Exxon Mobil está avaliando a transferência de sua sede jurídica de Nova Jersey para o Texas, estado onde já mantém suas operações corporativas e executivas. A petroleira protocolou documentos que indicam a intenção de consolidar sua estrutura legal no mesmo local de sua base operacional em Irving, buscando simplificar a governança corporativa.
A mudança ocorre em um momento de reestruturação interna e busca por eficiência administrativa, após a companhia ter centralizado suas unidades de negócios no ano passado.
Para o investidor, essa reorganização sinaliza uma estratégia de redução de custos operacionais e uma blindagem jurídica mais alinhada ao ambiente regulatório do Texas, historicamente mais favorável ao setor de energia.
Embora a migração não altere os fundamentos de produção, ela reforça a tendência de simplificação da estrutura de capital, o que costuma ser bem recebido pelo mercado como um passo para aumentar a agilidade na tomada de decisões e otimizar a distribuição de dividendos no longo prazo.

O VISC11, apesar de nossas discordâncias com algumas atitudes de sua gestora, vem entregando resultados consistentes.
Em fevereiro, o fundo gerou um resultado de R$0,92/cota, mas pagou apenas R$0,84/cota. Com isso, a reserva do fundo subiu para R$1,21/cota.
Quando comparamos os números de fevereiro de 2026 com os de fevereiro de 2025, vemos um aumento de 5,9% nas vendas/m². Porém, pelo lado negativo, houve um aumento da inadimplência, que alcançou 8,5%.
A vacância física do fundo é de 5,3%, patamar equilibrado, contudo o maior dentre os FIIs mais relevantes do setor.
O VISC11 é um fundo que devemos avaliar em um futuro próximo para ver se ainda faz sentido a sua recomendação positiva.

A Unifique Telecomunicações informou que constituiu a Unifique Paraná Ltda., nova subsidiária criada para apoiar sua estratégia de expansão de infraestrutura de fibra óptica no estado do Paraná e viabilizar a implementação de Estações Rádio Base (ERBs) para serviços móveis com tecnologia 5G.
No contexto dessa expansão, a nova empresa assinou contrato para adquirir 100% das quotas da iSUPER Telecomunicações Info, pelo valor de R$37,9 milhões.
Fundada em 2008, a iSUPER atende clientes residenciais e corporativos em diversas cidades do Paraná — como Maringá, Cianorte, Astorga, Mandaguari e Loanda — e possui cerca de 24 mil acessos ativos via fibra óptica.

A Simpar informou que seu Conselho de Administração aprovou um novo programa de recompra de ações e autorizou a diretoria a celebrar instrumentos derivativos de liquidação exclusivamente financeira referenciados em ações da própria companhia e de suas controladas.
Segundo a companhia, os derivativos não exigem desembolso imediato de caixa, o que evita impacto na alavancagem financeira. A estratégia busca aumentar a exposição econômica da Simpar às ações da própria companhia e de suas controladas, aproveitando o cenário macroeconômico e a redução do custo de capital.
A efetivação dos derivativos dependerá da homologação do aumento de capital da companhia, anunciado em 5 de março de 2026, no valor mínimo de R$ 1,4 bilhão. O tema será deliberado em assembleia geral extraordinária prevista para 30 de março de 2026.

A Lojas Renner divulgou novas projeções financeiras e operacionais para 2026, junto com a apresentação de seus resultados do quarto trimestre e do consolidado de 2025.
A companhia prevê investimentos de R$ 1,05 bilhão em capital fixo até 31 de dezembro de 2026, destinados principalmente à expansão e modernização das operações.
O plano de crescimento inclui novas unidades de suas principais marcas:
No total, a varejista pode abrir entre 50 e 60 lojas ao longo de 2026.

A segunda-feira promete ser bastante tensa para os ativos de renda variável.
Por conta do avanço dos conflitos no Oriente Médio, os preços do petróleo estão subindo, o que causa um grande temor sobre a trajetória da inflação global.
No Brasil, o preço da gasolina e do diesel já apresenta uma grande defasagem em relação aos preços internacionais. Dificilmente a Petrobras conseguirá manter essa defasagem por muito tempo, o que se refletiria em aumentos do preço dos combustíveis.
Tudo isso altera as expectativas de inflação brasileira e, consequentemente, de juros. O ritmo de corte de juros pode desacelerar, lembrando que o Comitê de Política Monetária do Brasil se reúne na semana que vem.
Esse cenário pessimista deve fazer com que ativos de risco sejam prejudicados. Esperamos uma bolsa abrindo a segunda-feira em queda.

O VINO11 concluiu as negociações com a Vitacon referentes à desocupação do imóvel Haddock Lobo, 347. O processo se estendeu de dezembro de 2025 até hoje.
A Vitacon possuía valores pendentes, e o acordo concluído prevê o pagamento de R$485 mil em favor do fundo, dividido em três parcelas iguais. O impacto estimado é de R$0,002 no resultado mensal.
O VINO11 segue sendo um FII com baixíssima perspectiva de melhora, principalmente pela falta de credibilidade de sua gestora e pela alta concentração do portfólio.