
Ações
ODPV3: Após a forte valorização do ativo ao longo do mês deabril, estamos rebaixando sua posição no ranking para refletir o novo patamarde preço. Vale mencionar que, a partir de maio, o ativo passará a se chamar SAUD3– Bradesco Saúde. Isso não implica perda de fundamentos, mas sim um ajuste emfunção da menor margem de segurança.
SIMH3: Subiu no ranking após a melhora na perspectivafinanceira da companhia, impulsionada pelo aumento de capital. Vale destacarque a Simpar é controladora da Vamos, que também está entre as primeirasposições do ranking. Portanto, é importante ter cautela na alocação para evitarconcentração excessiva.
SEER3: Após a queda observada na última semana, o ativoavançou em nosso ranking, refletindo uma melhora na relação risco-retorno.
FIIs
KNRI11 e AFHI11 perderam posições por conta de preço.
No caso do KNRI11, entendemos que o fundo já se encontra bempróximo do seu valor justo dadas as condições de mercado.
O AFHI11, dentro do segmento de papel, é o FII com menordesconto.
Globais
EXR: O Extra Space Storage subiu no ranking de REITs apósentregar um trimestre sólido no setor de self storage e apresentar múltiplos devaluation mais convidativos frente aos seus pares.
PSA: Impulsionado pela alta ocupação e controle de custos, oPublic Storage também entregou um trimestre de crescimento resiliente e acimadas projeções. Contudo o ativo não se mexeu no ranking.
TSM: Com forte expansão de margens e domínio absoluto emchips de última geração, a TSMC reafirma seu market share superior a 90%,consolidando sua permanência no topo do ranking de stocks.

O SNFF11 divulgou seu relatório gerencial de março, e alguns pontos merecem destaque.
O fundo conseguiu gerar um ganho de capital de R$0,19/cota, o equivalente a R$787 mil. Esse resultado reverteu o prejuízo de R$271 mil com a venda de FIIs registrado no mês passado. A volatilidade da receita de um FOF é normal, já que a venda de FIIs é algo incerto.
Atualmente, fazem parte da carteira do fundo 73 FIIs, sendo que 9% do PL é composto por fundos de desenvolvimento. Esse tipo de produto traz ainda mais incerteza para a receita, já que o fluxo de caixa inicial é negativo e os ganhos só aparecem após o início das vendas.
Ainda assim, o fundo mantém uma distribuição estável de R$0,72/cota. Para isso, é preciso compor reservas, que atualmente estão em R$0,20/cota.
Embora os resultados estejam sólidos, a carteira do SNFF11 não nos agrada tanto. Posições em RELG11, KISU11 e RECR11 são bem relevantes, e temos expectativas ruins quanto aos seus resultados.
Dentro do setor, o PSEC11 ainda se mostra como uma escolha mais adequada, lembrando que os FOFs têm bom potencial de recuperação em mercados de alta.

O BTLG11 anunciou sua 16.ª emissão de cotas com o objetivo de captar R$1,6 bilhão. O preço da emissão é de R$102,51, exatamente o valor patrimonial do fundo. Respeitar o valor patrimonial é o passo inicial de uma boa captação.
Mas essa nem é a melhor notícia da captação, pois o custo de distribuição, de R$3,77, será arcado pelo gestor. Normalmente, esse custo é repassado para o cotista ou para o fundo, reduzindo a atratividade da oferta. Essa medida mostra um grande alinhamento do BTG com seus cotistas.
O BTLG11 já vinha tendo destaque por seu portfólio com qualidade acima da média e por ótimas negociações de imóveis. Com essa nova demonstração de alinhamento da gestão, reforçamos nosso voto de confiança no fundo.

A JHSF anunciou a aquisição do FBO Embassair, um ativo de infraestrutura voltado à aviação executiva localizado no Opa-Locka Executive Airport, em Miami. A operação foi realizada por meio de um fundo internacional estruturado pela JHSF Capital, no qual a companhia será a principal investidora, reforçando sua estratégia de expansão global. O ativo adquirido já está em operação e oferece uma plataforma completa de serviços para aviação executiva, incluindo atendimento 24 horas, abastecimento, serviços a passageiros e estrutura de hangaragem com potencial de expansão. Além da localização estratégica em um dos principais mercados de aviação executiva dos Estados Unidos, o ativo apresenta forte conexão operacional com o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, permitindo à companhia capturar sinergias relevantes entre suas operações no Brasil e no exterior.
A transação está alinhada à estratégia da JHSF de ampliar sua presença internacional e fortalecer negócios com geração de receita recorrente, especialmente dentro do segmento de alta renda. Ao integrar ativos exclusivos em diferentes geografias, a companhia reforça seu posicionamento como uma plataforma global de lifestyle premium. Do ponto de vista estratégico, o movimento reforça a consistência da JHSF na alocação de capital em ativos com alta barreira de entrada, forte potencial de geração de caixa e sinergias operacionais. A aquisição também evidencia a evolução do modelo de negócios da companhia, que vem ampliando sua atuação para além do setor imobiliário, consolidando um ecossistema diversificado voltado ao público de alta renda.

A Raízen apresentou uma nova proposta aos credores dentro do processo de reestruturação de sua dívida de aproximadamente R$ 65 bilhões, tentando avançar nas negociações sem abrir mão do controle da companhia. Na nova oferta, a empresa sinalizou a possibilidade de captar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 5 bilhões em novos recursos, valor adicional aos R$ 4 bilhões já comprometidos pela Shell e por Rubens Ometto. Esse movimento busca atender parcialmente às demandas dos credores por maior capitalização da companhia.
Por outro lado, a Raízen segue resistindo aos pontos mais sensíveis da negociação. A empresa rejeitou exigências como a saída de Ometto da presidência do conselho e a entrega de maior controle da governança aos credores. Como alternativa, aceitou discutir a criação de um comitê para acompanhamento mais próximo da gestão, mas sem ceder poder efetivo. A proposta também mantém a possibilidade de conversão de dívida em ações, com credores podendo chegar a até 70% do capital, mas sem incorporar outras demandas, como a destinação obrigatória de recursos de venda de ativos para amortização de dívida.
O processo segue em aberto, com prazo até o início de junho para que as partes cheguem a um acordo. O cenário reforça o principal ponto da tese: a companhia busca equilibrar a necessidade de desalavancagem com a preservação do controle, enquanto os credores pressionam por maior participação e influência.

A semana promete ser movimentada no mercado financeiro. Na quarta-feira, temos decisão de juros no Brasil e nos EUA; portanto, é a famosa “Super Quarta”.
No Brasil, a expectativa é de corte de 0,25 ponto percentual, ainda em ritmo lento, pois a inflação voltou a dar sinais preocupantes. No início do ano, existiam previsões de Selic encerrando o ano em 12,50%; agora, a média das estimativas está mais próxima de 13,25%.
Já nos EUA, o cenário é de manutenção, já que as incertezas sobre o conflito no Oriente Médio trouxeram menos ânimo em relação ao controle da inflação. Assim como no Brasil, a inflação nos EUA está acima da meta.
Falando em inflação, temos a divulgação, nesta semana, do IPCA-15, conhecido como a prévia do índice oficial. A Anbima projeta um IPCA-15 de 0,68% em abril, o que seria a maior variação para o mês desde 2022.
A piora do cenário decorre muito mais de fatores externos do que internos. Vale lembrar que o ambiente doméstico terá muito mais importância a partir do segundo semestre, com a proximidade das eleições. Ainda assim, acreditamos em um ano positivo para a renda variável brasileira.

O governo da China bloqueou formalmente a aquisição da startup de inteligência artificial Manus pela Meta Platforms, um negócio avaliado em US$2 bilhões. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma ordenou o cancelamento do acordo alegando conformidade com regulamentos de controle de exportação de tecnologia e segurança nacional.
A decisão gera um impasse operacional inédito, uma vez que a transação já havia sido avançada, com transferência de capital, migração de funcionários para Singapura e integração de executivos à estrutura da gigante norte-americana.
A intervenção de Pequim sugere que o setor de IA tornou-se uma fronteira de soberania nacional de difícil acesso, o que deve desestimular a saída de capital estrangeiro e isolar ecossistemas de inovação chineses. A tendência é de maior volatilidade para as ações da Meta, que contava com a tecnologia da Manus para acelerar sua frente de agentes autônomos, enquanto o mercado passa a precificar um cenário de "cortina de ferro tecnológica" mais rígida entre EUA e China.

As gigantes de tecnologia norte-americanas, conhecidas como "Magnificent 7", iniciam uma semana crítica de divulgação de resultados sob forte expectativa dos investidores e pressão por avaliações elevadas. O mercado aguarda os números de companhias como Alphabet, Meta, Microsoft e Amazon, que devem ditar o rumo do índice S&P 500 nos próximos dias.
Os dados operacionais e os aportes bilionários em infraestrutura de Inteligência Artificial serão o centro das atenções, servindo como termômetro para validar se o crescimento das receitas justifica os atuais múltiplos de negociação no setor tech.
Este movimento sinaliza uma fase de "prova real" de curto prazo para o rali tecnológico, onde a resiliência dos balanços será fundamental para sustentar o sentimento de risco positivo global. Para o investidor, o cenário exige monitoramento das projeções de lucro (guidance), pois qualquer sinal de desaceleração ou aumento excessivo de custos pode desencadear uma correção significativa no preço das empresas.
A tendência é de que a concentração de capital se mantenha nessas companhias, mas com uma volatilidade acentuada, tornando a diversificação setorial ainda mais relevante diante de possíveis decepções pontuais.

O presidente Donald Trump anunciou o cancelamento da viagem de seus principais negociadores, Steve Witkoff e Jared Kushner, ao Paquistão, onde participariam de uma nova rodada de conversas mediadas sobre o conflito com o Irã.
A decisão ocorreu após o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, deixar Islamabad sem se reunir diretamente com a delegação americana, limitando-se a entregar uma proposta aos mediadores paquistaneses. Trump justificou a medida via rede social, citando o "longo tempo de viagem" e alegando uma suposta "confusão interna" na liderança iraniana, enquanto reafirmou que os EUA detêm o controle das negociações.
O recuo diplomático amplia as incertezas no mercado global, especialmente sobre o fornecimento de energia, dado o bloqueio persistente no Estreito de Ormuz, por onde circula 20% do petróleo mundial.
Embora o cessar-fogo tenha sido prorrogado recentemente, a interrupção do diálogo direto sugere que uma resolução definitiva ainda pode estar longe, exigindo cautela e posições defensivas em ativos sensíveis a tensões geopolíticas no Oriente Médio.

O CEO da Chevron, Mike Wirth, condicionou a expansão de novos investimentos na Venezuela à liquidação de dívidas pendentes e a mudanças regulatórias profundas no setor de hidrocarbonetos do país. Atualmente, a companhia opera sob uma licença especial que permite a extração e exportação de petróleo venezuelano para os EUA, mas o fluxo de caixa gerado tem sido priorizado para abater bilhões de dólares em passivos acumulados por Caracas.
Embora a produção tenha registrado aumento sob a gestão atual, Wirth destacou que a infraestrutura precária e a ambiguidade jurídica das leis locais ainda representam barreiras para aportes de capital em larga escala.
Para o mercado, o posicionamento da Chevron reforça uma postura de cautela estratégica, sinalizando que o setor privado não financiará a reconstrução da indústria venezuelana sem garantias institucionais rígidas. O investidor deve interpretar este movimento como um freio nas expectativas de curto prazo sobre um aumento massivo na oferta global vindo da região, mantendo o foco na disciplina de capital da petroleira.
A tendência provável é de manutenção da volatilidade nos preços do petróleo pesado, enquanto a empresa prioriza a recuperação de valor e a mitigação de riscos políticos antes de comprometer novos ativos no país.

A Copel confirmou o pagamento de R$ 1,35 bilhão em dividendos referentes ao exercício de 2025, que será realizado em 30 de junho de 2026. O valor corresponde a R$ 0,4545 por ação ordinária, sendo que têm direito ao recebimento os acionistas posicionados em 30 de dezembro de 2025, com as ações negociadas na condição “ex” desde 2 de janeiro de 2026.

A Automob Participações apresentou um início de ano sólido, com crescimento relevante de volumes e avanço operacional, mesmo em um cenário ainda desafiador para alguns segmentos. A companhia registrou alta de 14,9% nas vendas totais no varejo, impulsionada por: i)Veículos novos: +16,4% a/a; e ii)Veículos usados: +12,7% a/a
No total, foram 21,5 mil veículos leves vendidos no trimestre, com desempenho acima do mercado — especialmente no segmento de novos.

A Grendene anunciou a distribuição complementar de proventos referente a 2025, no valor total de R$ 83,1 milhões, sendo R$ 82 milhões em JCP e R$ 1,1 milhão em dividendos.
Terão direito os acionistas posicionados em 23 de abril de 2026, com ações negociadas ex-proventos a partir de 24 de abril. O pagamento será realizado em 13 de maio de 2026. Somando os valores já antecipados, a companhia distribuiu R$ 409,1 milhões em proventos referentes ao exercício de 2025.

A Apple anunciou a nomeação de John Ternus como o novo CEO da tecnológica a partir de setembro de 2026, sucedendo a Tim Cook, que liderou a empresa durante os últimos 15 anos.
Ternus, que anteriormente chefiava a divisão de hardware, assume o comando com o objetivo de implementar um estilo de liderança mais ágil e centralizado na tomada de decisões, assemelhando-se à dinâmica da era de Steve Jobs.
Cook permanecerá como presidente executivo do conselho, focando-se em relações institucionais e geopolíticas, enquanto a empresa se prepara para lançamentos críticos, incluindo um possível primeiro iPhone dobrável e uma nova plataforma de inteligência artificial.
Para o investidor, a transição sinaliza uma mudança de paradigma: da eficiência operacional e incrementalismo de Cook para uma fase de maior risco sob a gestão de Ternus. O mercado vê com otimismo a promessa de uma execução mais veloz, especialmente no desenvolvimento de hardware voltado para IA e dispositivos domésticos inteligentes, áreas onde a Apple tem enfrentado atrasos competitivos.
Embora a sucessão planeada reduza a incerteza de governação, o sucesso a longo prazo da ação dependerá da capacidade de Ternus em transformar a Siri e os novos produtos de nicho em motores de crescimento tão robustos quanto o iPhone original.

Na abertura do Google Cloud Next 2026, em Las Vegas, o CEO Thomas Kurian anunciou a transição definitiva para a "era da empresa agêntica", apresentando a Gemini Enterprise Agent Platform.
A nova arquitetura permite que as organizações criem e façam a gestão de agentes de inteligência artificial autónomos, capazes de tomar decisões e executar fluxos de trabalho complexos de forma integrada. Segundo dados da tecnológica, 75% dos seus clientes já utilizam recursos de IA, com um volume de processamento que atingiu 16 mil milhões de tokens por minuto, consolidando a maior transformação da unidade de nuvem desde o lançamento do Vertex AI.
Para o investidor, este movimento posiciona o Google Cloud como um forte concorrente na disputa pela infraestrutura da próxima geração de produtividade corporativa, desafiando a hegemonia de rivais como a Microsoft. A estratégia de "agentalização" visa aumentar a retenção de clientes através de uma integração profunda entre dados e automação, criando uma nova camada de valor que justifica a expansão das margens em serviços de nuvem.

O ALZR11 anunciou a renovação do contrato com a Atento, que vencia em julho de 2026, por mais cinco anos. Em contrapartida, o aluguel foi reduzido em 40%, movimento já esperado em um contrato atípico.
Outro detalhe que chama atenção é a inadimplência nos ativos Ana Rosa e Morumbi pelo segundo mês consecutivo. As tratativas com o inquilino já estão em andamento, mas sem grandes atualizações.
A 8.ª emissão de cotas do fundo foi encerrada em 06/04, com captação de R$447 milhões. Os recursos já foram alocados em três aquisições.
O guidance do fundo segue entre R$0,080 e R$0,082 por cota, o que representa um yield de 0,75% a 0,77%, com base na cotação mais recente.

O último resultado do HGCR11 foi de R$0,98/cota, enquanto seu rendimento foi de R$0,95/cota. Portanto, houve um pequeno aumento da reserva. O estoque de resultado do fundo chegou a R$1,58 por cota.
O fundo tem 84% de seus CRIs indexados à inflação. Como o IPCA vem mostrando uma tendência de desaceleração, principalmente com a queda do dólar, não é difícil imaginar a necessidade de consumir parte das reservas.
A gestão fez questão de destacar sua exposição ao Grupo Pão de Açúcar, que hoje é de pouco mais de 4%. Essa conjuntura não preocupa, pois não há inadimplência e as garantias das operações são robustas.
O HGCR11 não teve um 2025 muito positivo e está em um 2026 regular. Ele ainda merece crédito junto aos investidores, mas não é a melhor oportunidade em seu segmento.

O TEPP11 divulgou seu relatório gerencial e trouxe informações importantes sobre os próximos passos.
Primeiro, a gestão reforçou que o Grupo Pão de Açúcar segue adimplente e que o contrato com a empresa conta com um seguro como forma de proteção extra.
Em segundo lugar, o fundo segue ativo na prospecção de novos imóveis, cogitando, inclusive, o pagamento em cotas. O processo de renovação do portfólio do fundo também passa pela intenção de negociar o Edifício Passarelli e o Edifício Torre Sul.
O TEPP11 voltou a ter vacância após mais de dois anos sem espaços vagos, desde a aquisição do Top Center. O ativo segue com 18% de áreas vagas, o que representa um desafio para a gestão no curto prazo.
Seguimos acreditando que o fundo é a melhor alternativa do segmento corporativo.

A Netflix anunciou o lançamento de um novo feed de vídeos verticais na sua aplicação móvel, uma estratégia desenhada para competir diretamente com o formato de "doom scrolling" popularizado pelo TikTok e Instagram Reels.
A funcionalidade, que deve ser implementada globalmente até ao final de abril de 2026, permitirá aos utilizadores navegar por clips curtos e trailers através de gestos de deslize (swipe), facilitando a descoberta de novos conteúdos. Esta iniciativa surge em conjunto com a ferramenta "Moments", que permite aos subscritores guardar e partilhar cenas específicas diretamente nas redes sociais, criando um canal de promoção orgânica para as suas produções originais.
Para o investidor, este movimento sinaliza uma evolução da Netflix de uma plataforma de streaming tradicional para uma empresa focada intensamente na economia da atenção e na monetização móvel. Ao adotar o formato de vídeo curto, a companhia procura aumentar o tempo de permanência no ecossistema e reduzir a rotatividade (churn), utilizando algoritmos de recomendação para converter o entretenimento casual em visualizações de longa duração.

O Extra Space Storage reportou resultados que demonstram resiliência operacional, com o lucro e o fluxo de caixa superando as expectativas do mercado financeiro. Embora o faturamento tenha apresentado crescimento robusto, a taxa de ocupação das unidades físicas registrou uma leve retração, indicando uma normalização da demanda após períodos de alta histórica.
O desempenho foi sustentado principalmente pela estratégia de expansão do portfólio e pelo controle das operações de gestão de terceiros. Para o investidor, o cenário revela a capacidade da companhia em gerar valor mesmo em um ambiente de custos de financiamento elevados e despesas operacionais crescentes.
Para mais informações, acesse o relatório completo em anexo.