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Pátria Recebíveis Imobiliários
HGCR11
Pátria Recebíveis Imobiliários
HGCR11
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de 10
Nota do
Analista
Posição no Ranking:
6
Setor:
Recebíveis
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Resumo do ativo

O HGCR11 é um fundo que investe majoritariamente em CRIs e costuma reservar uma menor parte do seu patrimônio para o investimento em outros FIIs. Tanto no mercado de CRIs quanto no de FIIs, a gestão atua ativamente em busca de ganhos não recorrentes.
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Qualidade: Analisa diversos fatores como Segurança, Histórico, Diversificação, Portfólio, etc.
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Crescimento: Analisa quanto o FII cresceu seu patrimônio até hoje e suas tendências futuras.
Dividendos: Analisa a qualidade e o potencial de geração de dividendos.
Dividendos
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Preço: Analisa o quão barato está esse ativo.

Última atualização

09/07/2024
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NOVIDADE
O fundo divulgou seu relatório gerencial referente a dezembro de 2025 e, com isso, podemos analisar completamente o que foi o último ano do HGCR11. Os principais critérios que vamos levar em consideração são: alocação em outros FIIs, trajetória dos dividendos e situação da carteira. Sem fazer suspense, o ano de 2025 não foi positivo para o HGCR11. Apesar de sua carteira de CRIs ter se mantido saudável e os dividendos entregues terem sido satisfatórios, alguns movimentos da gestão levantam suspeitas de conflitos de interesse. Um FII deve ter como principal objetivo entregar retorno aos seus cotistas, mas estamos vendo, no mercado, diversos movimentos de gestores com o intuito de aumentar sua remuneração ou fortalecer relações comerciais. Um desses sinais é o uso de fundos de CRI para a compra de outros fundos imobiliários, o que configura uma clara fuga da tese. O HGCR11 iniciou o ano com 7,3% de seu patrimônio líquido alocado em outros FIIs e terminou com 9,3%. No cenário macroeconômico atual, o fundo poderia estar adquirindo dívidas com altas taxas de remuneração, mas optou por investir em outros FIIs. A escolha dos ativos adquiridos também é um problema. No mês de dezembro de 2025, o HGCR11 adquiriu o GARE11, um fundo de tijolo que não possui aderência alguma à estratégia de um FII de CRI. A relação entre Pátria e Guardian, gestora do GARE11, já levanta suspeitas, pois anteriormente o HGCR11 também havia investido no GAME11. O investimento no GAME11, inclusive, gerou um prejuízo de R$0,16/cota aos cofres do HGCR11. Está claro que esses movimentos do fundo nos desagradaram bastante, a ponto de questionarmos sua recomendação. Por enquanto, o fundo seguirá com viés positivo, porém estamos muito mais atentos e menos tolerantes em relação aos seus movimentos em 2026. Falando sobre a trajetória dos dividendos, para este ano esperamos uma redução na renda do fundo em função da queda do IPCA. Com 90% de seus CRIs indexados à inflação, é natural que haja uma diminuição da receita diante do arrefecimento do índice de preços. Em nossos cálculos, o HGCR11 deve manter uma distribuição de R$0,95/cota, o equivalente a 1% ao mês, com base na cotação mais recente do fundo. Por fim, ao longo de todo o ano passado, o fundo sofreu com a inadimplência do CRI Quota. Em dezembro, não houve avanço da ação judicial do fundo; porém, a gestora, em parceria com o devedor, conseguiu viabilizar um adiantamento na venda da garantia, o que deve significar o recebimento dos valores devidos em 2026. A transação ainda não é dada como certa, mas já representa uma notícia positiva para o HGCR11. Os demais CRIs seguem adimplentes; entretanto, vale lembrar que o fundo possui uma concentração elevada em dívidas da Almeida Jr. Para aumentar o conforto do portfólio, seria ideal a diluição da exposição a esse devedor.

Conclusão do Analista

Alguns dos movimentos realizados em 2025 nos desagradaram bastante e nos fizeram acender um sinal de alerta em relação ao fundo. Nosso receio não está ligado a maus resultados, pois, para 2026, ainda esperamos uma entrega estável e satisfatória de dividendos. Entretanto, para um investimento de longo prazo, é preciso confiar na gestora, e é justamente nesse ponto que a Pátria vem perdendo credibilidade. Em resumo, seguiremos recomendando a compra do HGCR11 por seu dividendo atrativo e pela carteira saudável. Porém, desejamos que 2026 seja bem melhor do que o ano passado; caso contrário, a próxima atualização pode significar a saída do fundo de nossas carteiras. 
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Carlos Júnior: Analista CNPI especialista em Fundos Imobiliários
Carlos Júnior
Analista de FIIs
Verificado
Certificado CNPI

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