Conclusão do Analista
Desde a fusão, a Brava Energia avançou na estabilização de seus ativos, especialmente os offshore, reduzindo a percepção de risco no curto prazo com menor nível de investimentos e queda da alavancagem. Contudo, a volatilidade recente do Brent, a perspectiva de retomada da queima de caixa em 2026 e a aquisição anunciada em janeiro aumentaram a incerteza da tese e pioraram a relação risco-retorno do investimento. Apesar de o valor pago não ter sido elevado, entendemos que a mudança de direcionamento estratégico em um momento mais instável do ciclo do petróleo justifica uma postura mais cautelosa, motivo pelo qual rebaixamos a recomendação de BRAV3 de COMPRA para VENDA, dando preferência a outros nomes do setor.
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