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Bradesco
BBDC4
Bradesco
BBDC4
8.0
de 10
Nota do
Analista
Posição no Ranking:
42
Setor:
Bancos
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Resumo do ativo

O Bradesco é o segundo maior banco privado do país, considerando o total de ativos, operações de crédito e volume de depósitos e captações. Os serviços oferecidos pelo Banco envolvem operações bancárias e não bancárias, entre essas temos empréstimos, operações de crédito, investimento, gestão de ativos, seguros e depósitos.
Prós
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Qualidade: Analisa diversos aspectos do ativo como Setor, Governança, Segurança, Lucratividade, etc.
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Crescimento: Analisa quanto a empresa cresceu até hoje e suas tendências futuras.
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Última atualização

09/07/2024
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NOVIDADE
O Bradesco encerrou o quarto trimestre de 2025 com evolução consistente da rentabilidade, refletindo o avanço do plano de transformação e a melhora gradual da operação bancária. O lucro líquido recorrente foi de R$ 6,5 bilhões no trimestre, levando o ROAE a 15,2%, nível já acima do custo de capital e que consolida uma trajetória de recuperação ao longo de oito trimestres consecutivos. No acumulado de 2025, o banco lucrou R$ 24,7 bilhões, crescimento de 26,1% em relação a 2024, sinalizando que os ajustes feitos nos últimos anos começam a se traduzir em resultados mais sólidos. As receitas totais somaram R$ 36,1 bilhões no 4T25, com crescimento tanto na comparação trimestral quanto anual, impulsionadas principalmente pela margem financeira e pelas receitas de prestação de serviços. A margem financeira atingiu R$ 19,2 bilhões, beneficiada pelo aumento da carteira de crédito e pela maior eficiência na gestão de passivos. As receitas com serviços também apresentaram bom desempenho, com destaque para cartões, mercado de capitais e operações de crédito, reforçando a diversificação das fontes de resultado. A carteira de crédito expandida alcançou R$ 1,089 trilhão, crescimento de 11,0% em 12 meses, com destaque para os segmentos de pessoas físicas, MPMEs e operações pontuais com grandes empresas no fim do ano. Ao mesmo tempo, a qualidade do crédito seguiu sob controle: o índice de inadimplência acima de 90 dias permaneceu estável, enquanto a carteira reestruturada apresentou redução relevante, tanto na comparação trimestral quanto anual. O custo de crédito recuou para 3,2%, refletindo concessões mais seletivas e safras de melhor qualidade. As despesas operacionais continuaram pressionadas pelos investimentos na transformação do banco, mas em ritmo inferior ao crescimento das receitas, o que levou à melhora do índice de eficiência, que caiu 2,2 p.p. no ano. Esse movimento indica que, apesar do aumento temporário de custos ligados à modernização, os ganhos de produtividade começam a aparecer de forma mais clara na operação. O grupo segurador voltou a ser um importante pilar de resultados, com lucro líquido de R$ 2,8 bilhões no trimestre e ROAE de 24,3%, mantendo elevada rentabilidade e estabilidade mesmo em um ambiente macroeconômico mais volátil. No acumulado de 2025, o lucro da área de seguros chegou a R$ 10,1 bilhões, reforçando seu papel estratégico dentro do conglomerado. Do ponto de vista de capital, o Bradesco encerrou o período com índices robustos, com capital nível 1 em 13,2% e capital principal em 11,2%, ambos acima dos limites regulatórios. O banco também manteve sua política de remuneração aos acionistas, com a destinação de R$ 3,9 bilhões em JCP no trimestre. Para 2026, a administração sinaliza continuidade da melhora gradual da rentabilidade, sustentada por crescimento de receitas, crédito sob controle e manutenção do ritmo de investimentos na transformação, de forma disciplinada e progressiva.

Conclusão do Analista

O Bradesco segue como uma das instituições financeiras mais sólidas do país, com forte presença nacional e uma operação de seguros altamente rentável. Apesar da melhora gradual dos resultados, o banco ainda apresenta rentabilidade abaixo do seu histórico e inferior aos principais concorrentes. O ambiente competitivo mais intenso e a evolução mais lenta em eficiência e tecnologia limitam a recuperação no curto prazo. Diante de um valuation mais exigente, optamos por uma postura mais cautelosa, mantendo recomendação AGUARDE.
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Guilherme La Vega
Analista de Ações
Verificado
Certificado CNPI

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