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Banco do Brasil
BBAS3
Banco do Brasil
BBAS3
13.6
de 10
Nota do
Analista
Posição no Ranking:
2
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Bancos
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Resumo do ativo

O BB é uma das maiores instituições financeiras do país, com atuação em quase todo o território brasileiro, além de contar com mais de 91 mil colaboradores, 4300 agências e outros 1700 postos de atendimento. Forte financiador do agronegócio.
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Qualidade: Analisa diversos aspectos do ativo como Setor, Governança, Segurança, Lucratividade, etc.
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Crescimento: Analisa quanto a empresa cresceu até hoje e suas tendências futuras.
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Última atualização

09/07/2024
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NOVIDADE
A conjuntura do 2T25 foi marcada por um ambiente macroeconômico ainda desafiador, mas com sinais de acomodação da inflação e manutenção da taxa Selic em patamar elevado. Esse cenário trouxe efeitos mistos para o setor bancário: enquanto a margem financeira com clientes se beneficiou de _spreads_ mais robustos, a inadimplência seguiu pressionada pela renda ainda fragilizada das famílias. No caso do Banco do Brasil, a administração destacou a resiliência do portfólio de crédito e o crescimento consistente em linhas de maior rentabilidade, com reforço no agronegócio e no crédito consignado. A diretoria sinalizou otimismo cauteloso quanto ao segundo semestre, reforçando que a carteira de crédito deve manter expansão moderada, ancorada em segmentos menos voláteis. A percepção sobre a inadimplência foi de que o pico já pode ter sido atingido, mas o ambiente exige monitoramento próximo, especialmente em pessoa física não consignada e pequenas empresas. Em paralelo, a instituição ressaltou avanços na digitalização, buscando ganhos de eficiência e maior engajamento com os clientes. No 2T25, a carteira de crédito expandida do Banco do Brasil alcançou R$1.294,3 bilhões, crescimento de 11,2% em 12 meses e de 1,3% no trimestre. O avanço foi equilibrado entre segmentos: pessoas físicas atingiram R$342,6 bilhões (+8,0% A/A), pessoas jurídicas, R$468,0 bilhões (+14,7% A/A) e agronegócios, R$404,9 bilhões (+8,0% A/A). O destaque foi o desembolso de R$225 bilhões no Plano Safra 24/25, consolidando a liderança do banco no setor. Esse dinamismo reforçou as receitas financeiras, que cresceram 26,5% no semestre, ainda que pressionadas pelo maior custo de captação. A margem financeira bruta somou R$25,1 bilhões no trimestre, alta de 4,9% T/T, mas queda de 1,9% A/A, impactada pela elevação da TMS e da TR, além dos efeitos da Resolução nº 4.966/21, que alterou a forma de apropriação de juros. A inadimplência acima de 90 dias encerrou junho em 4,21%, aumento de 35 p.b. frente a março e de 296 p.b. em 12 meses. O índice foi de 5,59% em pessoas físicas, 4,18% em pessoas jurídicas e 3,49% no agro — setor que continua sob pressão pelos estoques de operações não liquidadas na safra anterior e pelo uso crescente de recuperações judiciais. O custo do crédito disparou para R$15,9 bilhões no trimestre, avanço de 56,7% em relação ao 1T25 e mais que o dobro do registrado um ano antes. A cobertura da inadimplência caiu para 179%, ante 185% no 1T25 e 191% no 2T24, refletindo maior exposição líquida ao risco. Esse conjunto sinaliza que, embora a carteira continue crescendo, a deterioração na qualidade do crédito exige reforço de provisões e tende a manter pressão sobre os resultados futuros. O lucro líquido ajustado foi de R$3,8 bilhões no 2T25, queda de 48,7% em relação ao 1T25 e de 60,2% ante o 2T24. O retorno sobre o patrimônio líquido recuou para 8,4% no trimestre, ante 16,7% no 1T25 e 21,6% um ano antes, evidenciando forte compressão de rentabilidade. No acumulado do semestre, o lucro ajustado somou R$11,2 bilhões, com ROE de 12,6%, ainda aquém do patamar histórico do banco. A queda foi explicada principalmente pelo salto nas provisões, já que as receitas de serviços e a margem financeira mantiveram trajetória positiva. A revisão do _guidance_ para lucro de R$21–25 bilhões em 2025 reflete a postura mais conservadora da administração diante do cenário desafiador, com maior peso do agro e das mudanças regulatórias.

Conclusão do Analista

O Banco do Brasil é um dos melhores bancos no país, conciliando uma carteira de crédito defensiva com uma rentabilidade crescente. Seus últimos anos foram até melhores do que os Bancões privados, batendo recorde de lucro de forma consecutiva. É verdade que, por ser estatal, as ações do Banco sempre serão negociadas mais descontadas. Porém, esse desconto está muito grande, levando em consideração a atual fase do BB. Por isso, recomendamos a compra das ações BBAS3.
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Gabriel Bassotto
Analista de Ações
Verificado
Certificado CNPI

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